28.6.12

LEGO BATMAN: Uma Decepção no Mundo DC

Afinal, não é porque estamos ansiosos ao extremo no ritmo de O Cavaleiro das Trevas Ressurge que tudo envolvendo o cruzado de capa seja tão bom como o clássico da DC.


CRÍTICA
LEGO Batman

Caracas... Que pensar, é por isso que eu tenho tanta raiva das vendas de jogos originais aqui no Brasil! Se ao menos eles pudessem colocar preços mais baratos para jogos tão ruins, a gente conseguiria filtrar o tipo de jogo que iriamos querer comprar. Mas enfim, joguei este jogo original e me arrependi. Simbora para a critica.


LEGO Batman, da DC Universe, é um jogo divertido, que me fez lembrar de um jogo super mega master blaster lizard antigo do Playstation One que eu não me lembro o nome mas era um jogo de halloween com um coelho roxo do mal e muitas abóboras do mal também, caso alguém se lembrar do nome do jogo, adoraria que colocassem nos comentários para eu poder baixar e relembrar desses velhos tempos, e com certeza fazer uma crítica aqui, no quadro Clássicos da Blaster.

Bem, o jogo é aquele típico jogo de Crash Bandicoott no modo multiplayer, porém over 8000 times worse! Cara, é impressionante como nos tutoriais, tudo é ensinado bonitinho, mas 99% do que eles ensinam você simplismente não consegue usar no jogo a hora que você deseja. É sério, por exemplo, no meu caso, eu jogo no meu X360 ou no Playstation3 do El Amante Felino. Lá no Xbox ensina que B serve para usar a Bat-Garra para se pendurar nos lugares, certo, mas quem te garante que você se pindura nos lugares, ele simplismente atira o bat-garra e você NÃO SE AGARRA naquilo, a não ser em mínimos escrotos lugares.

O jogo é divertido mas extremamente complicado, não pela dificuldade do jogo, mas sim dos controles mesmo. A jogabilidade é péssima e eu vou ser muito casca grossa mesmo em relação a isso. Não sou hater do game e muito menos de Batman, mas essa jogabilidade me tirou do sério mesmo! Você é incapaz de fazer as coisas por que seus objetivos são tão improváveis e eles não aparecem na tela. Você simplismente não sabe o que fazer ou onde ir depois e faz com que você fique empacado diversas vezes no game.
A primeira missão por exemplo, você precisa achar o Homem-de-Barro (o final boss de Arkham City para os menos entendidos) e você precisa eliminá-lo (não... Não é matar) para prosseguir. O.k, eu vou lá, depois de quase uma hora e meia passando de uma fase de 10 minutos, chego no boss e passo dele. A jogo simplismente continua sem dar nem sequer uma cutscene avisando o que fazer ou onde ir. A única coisa que ele havia pedido era para acabar com o boss e pronto. Mas o jogo insiste em tirar você do sério.

Os personagens são clássicos e garanto que a melhor experiência do game será jogar no modo coop, pois a parte engraçada será sacanear o amigo ou disputar pelas clássicas moedas no típico jogo arcade. O bacana de jogar no modo coop (Onde o jogador 1 é o Batman e o jogador 2 é o Robin que também é o mesmo do Arkham City) é ter que realmente trabalhar em união (o que faz a minha sugestão anterior não dar muito certo) pois Robin tem habilidades fundamentais tão divertidas como as de Batman, que também são muito importantes. O jogo obriga você a trabalhar em união tanto para sobreviver como para prosseguir e este é mais do que um ponto positivo no jogo, pois me lembra muito de Super Mario Bros e Portal 2.
Que pensar que essa capa parecia tão foda... Uma pena que o jogo não seja!
A trilha sonora também é bem coisa de jogo arcade, mas pelo menos segue o padrão de Batman imposto pela DC, afinal, é ela que esteve neste projeto também. Mas de qualquer forma, minha track preferida ficou com o Theme Song de LEGO Batmá mesmo, produzido pelo Danny Elfman.

Por fim, LEGO BATMÁ não atende a demanda nem da criançada para se divertir. E a propósito, acho que eles só estão fazendo o segundo jogo para poder tentar corrigir os erros do primeiro. Não é que eu não goste de jogos assim, mas eu prefiro mil vezes Crash Bandicoot de Play 1 do que os novos para Play 3 fala a verdade?

NOTA: ●  (2/5) - Regular

0 comentários:

Postar um comentário