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LagARTÍSTICO #7: Diamonds Are A Girl's Best Friend!

A sétima edição do quadro LagARTÍSTICO traz uma galeria da eterna diva Marilyn Monroe!

Hitman: Absolution

O Assassino 47 está de volta, saiba a nossa opinião sobre o novo jogo!

BL Clássicos

Leia duas novas críticas no quadro BL Clássicos: "The Misfits" e "How to Marry a Millionaire".

22.1.12

Wes Craven prova com "Pânico 4" que ainda é um mestre do terror!

SCRE4M

Depois de lançar um slasher genérico em 3D apenas pra se atualizar e fazer uma graninha extra, Wes Craven traz de volta sua franquia de maior sucesso nos anos 90: "Pânico" (Scream). Iniciada em 1996, a série "Pânico" usa metalinguagem se embasando em clássicos filmes de terror e seus clichês. O filme aponta o clichê, critica e então o aplica. É uma bela forma do já consagrado mestre do terror Wes Craven e seu parceiro Kevin Williamson homenagearem os assustadores filmes que a maioria dos cinéfilos ama. O mais curioso é que "Pânico" acaba não falando apenas do terror, mas do cinema em geral, tornando a saga um item indispensável para qualquer fã da sétima arte. Onze anos se passaram desde o fraco "Pânico 3" (Scream 3, 2000), é uma nova década - e há novas regras para os filmes de terror.

Sidney Prescott (Neve Campbell), após tanto tempo distante, resolve retornar à cidade de Woodsboro para promover seu livro de auto-ajuda no dia do aniversário dos eventos que deram origem à franquia "Stab", baseada no best-seller de Gale Weathers (Courteney Cox), que se estabelece em seu sétimo filme. Com o retorno de Sidney, alguém não se segura e assume a fantasia do ícone Ghostface, iniciando uma nova onda de assassinatos que acabarão, como sempre, sendo ligados à imortalizada protagonista.

O trio protagonista está de volta e mais forte, Neve Campbell aparece mais madura e com melhor atuação depois de tantas experiências, Courteney Cox segue com a personalidade forte de Gale (ainda que o aumento labial recente da atriz pareça estranho em algumas cenas) e David Arquette está mais carismático do que nunca no papel do atrapalhado Dewey, agora xerife de Woodsboro. Novos nomes no elenco também chamam a atenção, e devo observar que os coadjunvantes deste quarto "Pânico" apresentam atuações melhores do que os de qualquer outra sequência da série.

Ainda que não partilhe do carisma dos três principais e da divertida Hayden Panettiere, que é de longe a mais carismática dos novos nomes, Emma Roberts faz uma boa apresentação da personagem Jill, prima de Sidney. Ao longo da reprodução, vai-se criando na cabeça do espectador a imagem da clichê garota comum que se vê no shopping nos dias de hoje sobre Jill, até o figurino da atriz reforça tal opinião. Rory Culkin e Erik Knudsen são outras duas boas adições ao novo elenco, especialmente Culkin. Ambos interpretam os dois cinéfilos da vez, e fazem parte do humor do filme na maioria de suas aparições.

O humor, por sua vez, é bastante presente. Entretanto, é balanceado devidamente. O filme consegue mostrar as piadas e o terror em perfeita sintonia, poucas vezes deixando que um intervenha no desempenho do outro. Há muitos sustos durante o filme, que também apresenta um clima até mesmo claustrofóbico em algumas partes, uma imagem de escassez de métodos para sobreviver. Sem mencionar que dos quatro filmes da série, este é certamente o mais sangrento de todos. Não há efeitos computadorizados muito usados em filmes atuais para simular sangue, os efeitos são todos práticos e muito bem utilizados, assim como a maquiagem impecável. O clímax da fita aponta bastante para a perseguição do novo Ghostface em relação às suas vítimas, e também ao desenvolvimento da nova temática da série, que não poderia ter sido escolhida de forma melhor: Remakes.

Cada filme da série, e cada assassino, trabalha em cima de uma temática específica em relação ao cinema. O primeiro se embasa em filmes de terror para apontar suas características e clichês. O segundo em suas sequências e o terceiro, em trilogias. Era de se esperar que o quarto fosse tratar do início de uma nova trilogia no cinema, afinal, o quarto filme costuma fazer isso. Porém, a temática foi escolhida de maneira ainda melhor que essa; o quarto longa fala sobre remakes. Justamente pelo motivo dos remakes terem praticamente dominado o mercado cinematográfico nos dias atuais. O filme pega o conceito das releituras, o usa e o desenvolve da forma apropriada para que ele próprio se pareça com um remake do primeiro filme e de seus acontecimentos, mas sem esquecer-se de que é uma sequência.

A trilha sonora original mantém a orquestra como foco, carregando ainda a identidade dos outros três filmes em termos de música e obviamente, da maioria dos filmes de terror. A fotografia é simples, mas é possível notar que os responsáveis da área usaram uma técnica que mantém a luz espalhada, em forma de destacar os outros espectros de cor presentes na mesma. Em algumas cenas, especialmente nas diúrnas, o efeito sai bonito, mas em outras acaba parecendo um pouco cansativo.

Roger Jackson faz um ótimo trabalho retornando como a icônica voz do assassino, e este, cujo nome não revelarei, representa de forma excelente seu personagem. Em cenas desprovidas da fantasia de Ghostface, o artista que o representa o faz de maneira digna no papel de alguém que esconde um segredo crucial. Provavelmente, é necessário ver o filme no mínimo duas vezes para reanalisar os "movimentos" do assassino enquanto este encobre sua identidade. Tendo eu já assistido ao filme cinco vezes, pude fazê-lo muito bem.

Wes Craven dirige o longa muito bem. Seus ângulos de câmera são variados, utilizando da simplicidade do já antigo cineasta e também de técnicas mais utilizadas atualmente, como posições inclinadas. A câmera em movimento também é notávelmente usada, e de bom modo. Há pouquíssimos momentos de slowmotion, que por sua vez também não é tão lento, e que por isso não deve render muitos comentários aqui.

Ao contrário do filme anterior, no qual mal lembrávamos da existência de Sidney, o foco entre os personagens é muito bem distribuído no quarto capítulo da saga. Sabemos tudo que precisamos sobre os protagonistas e os coadjunvantes. Quanto à Sidney, Gale e Dewey, seus status são atualizados rapida mas essencialmente, sem que atrapalhe no desenvolvimento dos personagens na "nova década". E os "novatos" são diretamente apresentados como devem ser: adolescentes da geração atual que buscaram, através de recursos do mundo de hoje, informação sobre o mundo passado e estabeleceram a linha de diferença.

Conclusão Final: "Pânico 4" (SCRE4M) reestabelece o padrão de qualidade da franquia e consegue alcançar o nível do primeiro e clássico filme. Há muitos sustos, humor balanceado, ótimas atuações e uma temática com a qual os fãs mais oldschool de filmes de terror vão se identificar muito bem. Recomendado!

Nota: 9,5

19.1.12

"Resident Evil 6" vem aí! Teria a Capcom guardado o melhor para o final?

RESIDENT EVIL
6

Ontem, dia 18 de janeiro de 2012, foi publicado indícios pelo site viral NoHopeLeft.com de que algo relacionado à Resident Evil poderia vir a tona hoje. Isto é, imagens com pixações que diziam "No Hope Left" e uma versão do símbolo de Biohazard, que já é marca na franquia "Resident Evil", sendo também este o título do game no Japão. A pista de que algo relacionado seria lançado hoje era a data escrita junto às pixações, que era 01.19.2011 - isto é, no Brasil, 19.01.2011.
E eis que a nossa ilustre empresa Capcom divulga um trailer de três minutos e vinte e dois segundos de duração. O vídeo estará disponível ao final da postagem, ao longo desta, falarei sobre detalhes do trailer e é claro, antes de mais nada, a sinopse do game:

Na trama, 10 anos se passaram desde o incidente em Raccoon City e o presidente dos EUA decidiu revelar a verdade sobre o que aconteceu ali. Sobrevivente da catástrofe e amigo pessoal do presidente, Leon S. Kennedy chega ao local do anúncio apenas em tempo de vê-lo transformado em uma ameaça biológica sem igual - e é forçado a tomar a decisão mais difícil de sua vida. Ao mesmo tempo, Chris Redfield chega à China, país que também está sob a ameaça de um ataque bioterrorista.

"Resident Evil 6" será lançado dia 20 de novembro de 2012, e como de esperado, para PlayStation 3 e XBox 360. A versão para PC deve chegar depois.

Agora, vamos comentar o trailer. Aparentemente, já temos três personagens jogáveis confirmados: Leon S. Kennedy, Chris Redfield e um desconhecido que está em companhia de Ashley Graham. Sim, a irritante filha do presidente de RE4 está de volta. A jogabilidade aparenta estar muito mais livre do que antes, sendo possível usar golpes físicos sem a necessidade de atirar em algum ponto específico do inimigo para tal, um sprint melhorado, deslizar por baixo dos inimigos e atirar deitado, provavelmente atirar em movimento, a possibilidade de usar armas aleatórias como chaves de fenda para golpear ou até mesmo arremessar, etc. É um ótimo feito da Capcom acrescentar estas possibilidades à jogabilidade de "Resident Evil 6", já que antes, os jogos da série eram extremamente limitados nesse quesito. Para a alegria dos fãs, os inimigos principais do sexto jogo voltarão a ser os mortos-vivos burros e monossilábicos. Mas não é por isso que outros tipos de inimigos, como soldados armados, não serão encontrados. Não teria nexo caso contrário. O cenário é urbano caótico e pré-apocalíptico, o típico cenário que tanto marcou "Resident Evil 2" e "Resident Evil 3: Nemesis". O jogo também parece consertar o principal erro de seu antecessor e voltará a ter o ambiente noturno como base.

Paul Mercier e Roger Craig Smith voltam a emprestar suas marcantes vozes para seus respectivos personagens, Leon e Chris. Carolyn Lawrence também volta como a inconfundível voz de Ashley Graham. Ao que tudo indica, "Resident Evil 6" pode ser a conclusão da história do game de survival horror, e promete colocar os jogadores em situações muito mais estreitas e complicadas. Com o retorno dos zumbis, do cenário urbano caótico e noturno e muito provavelmente, do verdadeiro survival horror, "Resident Evil 6" deve retornar às origens da aclamada série, sendo uma grande aposta de 2011. As expectativas já estão lá em cima!


"Rocky" é uma obra única que jamais deverá ser esquecida. Um verdadeiro marco cinematográfico.

ROCKY

Em 1976, um jovem artista em ascensão escreveu o roteiro para um filme chamado "Rocky", e estava disposto a vendê-lo para a produção do longa. Ninguém se interessou, até chegar o diretor John G. Avildsen, demonstrando interesse em adquirir o roteiro. Porém, seu autor estabeleceu uma única condição para vender o roteiro: Era ele quem deveria interpretar o personagem título, Rocky Balboa. E assim, Sylvester Stallone entrou para o elenco de "Rocky" como protagonista, papel pelo qual o ator deverá sempre ser lembrado.

"Rocky" (Rocky, 1976) conta a história do pugilista Rocky Balboa, que leva uma vida simples na Filadélfia lutando em combates pequenos e faz bicos para o mafioso Tony Gazzo (Joe Spinell). Rocky é interessado na irmã de seu melhor amigo Paulie (Burt Young), Adrian (Talia Shire), que trabalha no petshop que o lutador sempre frequenta. O campeão mundial dos pesos pesados, Apollo Creed (Carl Weathers) resolve dar uma chance a um lutador desconhecido ao título mundial como uma forma de atrair a mídia, e escolhe Rocky para ter tal chance. Para lutar pelo título, Rocky precisará da ajuda de Mickey (Burgess Meredith) e seu rigoroso treinamento, além do apoio emocional para esta grande luta.

Esta é uma das melhores atuações da carreira de Sylvester Stallone. Sly usa o máximo de seu carisma e talento para conquistar o público como o lutador vagabundo que consegue a chance de uma vida grande. Talia Shire é a segunda que mais chama atenção, perdendo apenas para o próprio Stallone. Ela incorpora muito bem a inocência, timidez e fragilidade de Adrian, e sua química com Sly é linda e conquistadora. O filme acaba por mostrar muito bem o quanto Adrian se torna uma mulher mais forte mentalmente conforme avança em sua relação com Rocky. Burt Young também faz o dever de casa como o cafageste Paulie. Apesar de toda a grossura do personagem, Young deixa que seu carisma mostre que lá no fundo Paulie tem boas intenções para com seus companheiros. Carl Weathers não aparece tanto, mas quando aparece consegue convencer como Apollo Creed, mostrando toda a nobreza do personagem, mas também a excessiva segurança de suas habilidades numa luta. Burgess Meredith é outro que representa em boa forma um personagem um tanto grosseiro mas cheio de boas intenções. Com o tempo, a relação de Mickey e Rocky se fortalece, assim como a química entre Meredith e Stallone. A ligação de treinador e lutador contagia qualquer público.

O que falar da marcante trilha sonora de Bill Conti, e da nomeada ao Oscar como melhor música original "Gonna Fly Now"? O povo que pratica esportes e está bem relacionado com a saga de Rocky deve saber que não há música mais inspiradora para se exercitar do que "Gonna Fly Now". A trilha é completamente inspiradora para qualquer coisa que você vá fazer na sua vida, e dá o clima perfeito do filme. Na mixagem de sons há muitas imperfeições - especialmente na cena da luta entre Rocky e Apollo, há diversos erros nos gritos da plateia ou comentários.

O clímax em si é bastante focado em mostrar a ascensão da vida de Rocky e o como suas relações se fortalecem com o tempo. O personagem de Stallone é apresentado como um cara bastante simpático e extrovertido, seu amor por animais é demonstrado desde o início do filme - Rocky se irrita quando alguém se refere a qualquer animal com desrespeito. O mesmo vale para seus entes queridos, ele tem uma simpatia muito grande com todos que convive e se irrita caso alguém trate-os com desrespeito.

"Rocky" não é um filme violento - suas lutas são muito bem ensaiadas e aplicadas, mas ainda sim, "Rocky" é um filme bastante familiar. Creio que qualquer um que assistiu ao longa deve concordar, devido ao foco que o filme dá à vida de seus personagens. O humor leve é divertido quando aparece. Os ângulos de filmagem são muito bons, especialmente em cenas de lutas. Ainda que há erros de fotografia e foco de câmera, esses detalhes acabam não influenciando na qualidade do filme.

Conclusão final: Foi uma crítica curta, mas não há muito o que falar sobre "Rocky" (Rocky, 1976). É um filme que alcança a excelência em sua simplicidade. Um filme divertido, um filme bonito e acima de tudo, inspirador. Um marco e uma verdadeira obra de arte.

Nota: 10,0

Top 5 melhores filmes de sci-fi de 2011 do Amante Felino

Agora é a vez da ficção científica, do sci-fi! Confiram os 5 melhores de 2011:


5 - O PREÇO DO AMANHÃ (In Time)

Estrelado por Justin Timberlake e Amanda Seyfried, "O Preço do Amanhã" conta a história de um jovem que vive num futuro onde as pessoas têm suas vidas limitadas com tempo, tendo que usá-lo como dinheiro e trabalhando para ganhá-lo. Os ricos são imortais, e os pobres têm que lutar pela sobrevivência, já que se o seu tempo se esgota, você morre instantâneamente. É um contexto incrivelmente criativo que coloca em xeque todos os ditados da humanidade sobre tempo e dinheiro, ambição e poder, e o filme acaba sendo também divertido com suas cenas de ação e seu leve humor. Temos ótimas atuações em toda parte, principalmente dos carismáticos protagonistas.
Amanda Seyfried e Justin Timberlake seguem conquistando o mundo com seus recentes trabalhos, não há dúvidas disso. Seyfried, que recentemente estrelou "A Garota da Capa Vermelha", faz uma ótima representação no papel da patricinha filha de um dos grandes magnatas do filme, e Timberlake faz o jovem pobre que se torna rico por acidente e decide fazer justiça com seu tempo.


4 - CONTRA O TEMPO (Source Code)

"Contra o Tempo" foi adiado inúmeras vezes no Brasil. O filme tarda, mas não falha.
A história é sobre Colter Stevens, um capitão militar que acorda na pele de outro homem, e descobre que está fazendo parte do programa "Código Fonte".
O Código Fonte é um programa de computador que permite uma pessoa a viver os últimos oito minutos da vida de alguém, e a missão de Colter Stevens é descobrir o terrorista que bombardeou o trem em que seu "avatar" morreu para prevenir seu próximo ataque.
A trama é promissora e criativa, Duncan Jones faz um excelente trabalho na cadeira de diretor e o roteiro consegue colocar Jake Gyllenhaal repetidamente nos oito minutos durante toda a projeção do filme sem que o mesmo se torne repetitivo ou cansativo. É como um jogo em que você tem que correr contra o tempo para descobrir o inimigo e se não consegue, tem que tentar denovo com uma nova estratégia, e denovo, e denovo...
"Contra o Tempo" é uma excelente opção para os fãs de sci-fi, recomendado!


3 - TRANSFORMERS: O LADO OCULTO DA LUA (Transformers: Dark Of The Moon)

O terceiro "Transformers" conclui a trilogia, conserta os defeitos do segundo e é o melhor filme da série dirigida por Michael Bay, até então.
"Transformers: O Lado Oculto da Lua" reconta alguns acontecimentos da corrida espacial entre os EUA e a Rússia de forma divertida, mostrando que uma nave Autobot chamada Ark fez um pouso forçado na Lua, e até então, os Autobots refugiados na Terra não estavam cientes de tal informação.
Dentro da nave está seu comandante, Sentinel Prime, ex-líder dos Autobots, e cinco pilares que junto aos que faltam devem abrir um portal capaz de transportar Cybertron para a atmosfera da Terra. Obviamente, Megatron, agora derrotado, tem planos de roubar os pilares e escravizar a raça humana para trazer Cybertron à atmosfera da Terra, mas os Autobots não vão facilitar.
O filme é muito mais focado nos nossos heróis e vilões mecânicos do que nos humanos, um grande acerto para a franquia, e sobrepuja os outros dois filmes em todas as suas qualidades. Trilha sonora épica de Steve Jablonsky, muita ação e destruição, a volta do sentimentalismo de Sam Witwicky pelos seus aliados robóticos que havia sido perdido no segundo filme, uma ótima relação entre os personagens, etc.
"Transformers: O Lado Oculto da Lua" é divertido em todos os aspectos, e com certeza melhor filme da trilogia.


2 - PLANETA DOS MACACOS: A ORIGEM (Rise of the Planet of the Apes)

A franquia "Planeta dos Macacos" está de volta em grande estilo com o ótimo prelúdio "Planeta dos Macacos: A Origem".
O filme é estrelado por James Franco, o Harry Osborn da trilogia "Homem-Aranha", mas não se enganem, quem rouba mesmo a cena é Andy Serkis como o símio César. A tecnologia dos trajes de captura de movimento funciona perfeitamente no longa, não há sequer um defeito em seus efeitos especiais.
A história conta como tudo começou. Um brilhante cientista chamado Will, interpretado por Franco, busca com determinação pela cura do Alzheimer, e testa suas drogas em símios capturados especificamente para servirem como cobaias. Quando o filhote de um desses símios, César, revela traços de inteligência muito maiores do que os dos outros, Will tem certeza de que encontrou a sua cura. Entretanto, as coisas acabam saindo do controle, e a evolução se torna revolução.
A relação entre Will e o macaco César é ótima, sendo a melhor química do filme. Há cenas de ação muito boas e até mesmo comunicação por sinais entre os primatas. Rupert Wyatt faz um ótimo trabalho na direção, tornando este o segundo melhor sci-fi do ano. Curiosamente, o primeiro também é um prelúdio...


X-MEN: PRIMEIRA CLASSE (X-Men: First Class)

Este ano tivemos muitos filmes que conseguiram se tornar os melhores de suas franquias, "X-Men: Primeira Classe" é um deles.
Subestimado pela maioria dos tão ditos "fãs" desde seu anúncio, o prelúdio da série de sucesso "X-Men" conseguiu surpreender o mundo inteiro com uma trama inteligente, personagens e atuações de cair o queixo. Não pense que "Primeira Classe" é um filme de ação desenfreada como foi "X-Men Origens: Wolverine", este é um filme que dá muito mais valor a sua potente e promissora história.
X: First Class fala sobre a história de Charles Xavier e Erik Lennsherr, dois jovens mutantes que acreditam estar sozinhos no mundo até seus caminhos se cruzarem com outros mutantes. Dispostos a descobrir sua nova raça e unidos por sua semelhança, Charles e Erik recrutam um time de jovens mutantes para ajudar a derrotar o megalomaníaco Sebastian Shaw, que pretende usar seus poderes para criar um conflito que dará início a III Guerra Mundial, mas Erik tem uma relação com Shaw mais profunda do que isso.
Os confrontos e diálogos entre os personagens são uma das maiores qualidades do filme, Michael Fassbender rouba a cena com seu Erik Lennsherr, mostrando o seu talento e potencial para se tornar um grande ator de Hollywood, e James McAvoy também faz um ótimo trabalho no papel do professor Xavier. Kevin Bacon é um vilão perfeito como Sebastian Shaw, ciente de seu poder, charmoso, megalomaníaco e sociopata. Que venha First Class 2!

Top 5 melhores filmes de comédia de 2011 do Amante Felino

Enquanto o top 10 de melhores filmes do ano não chega, saibam o que esperar com os meus top 5 para cada gênero, e o gênero da vez é comédia.


5 - PROFESSORA SEM CLASSE (Bad Teacher)

"Professora Sem Classe" é um filme de comédia divertido, mas acaba se tornando fraco. O problema do filme é ser leve demais nos conceitos em que se baseia. É um filme com piadas baseadas em sexo e drogas, mas não é ousado. Há piadas engraçadas, mas falta ao filme a ousadia de "Se Beber, Não Case!" para funcionar melhor. Ao menos, o carismático elenco liderado por Cameron Diaz consegue sustentar o filme inteiro - e dos três protagonistas, Justin Timberlake é o mais hilário.
Timberlake faz o tipo de homem que uma mulher só iria querer por dinheiro - é exatamente isso o que acontece. Pode-se dizer que Timberlake realmente se deu muito bem nos cinemas, particularmente eu o prefiro como ator do que como cantor.
"Professora Sem Classe" é um filme engraçado e divertido, mas seu grande erro é a professora não ser tão "sem classe" como o poster prometia. Ainda sim, se procura algo pra passar o tempo e dar umas risadinhas, esse filme deve ser o suficiente; mas antes, dê uma checada nas próximas colocações.



4 - SE BEBER, NÃO CASE! PARTE II (The Hangover - Part II)

Era óbvio que haveria uma sequência para o super-sucesso de 2009, "Se Beber, Não Case!".
A segunda ressaca do trio Phil, Alan e Stu continua engraçada, porém comete o erro de repetir a mesma fórmula do filme original. O segundo capítulo é sim mais ousado em alguns aspectos, mas não o suficiente para ser uma sequência convincente. Acaba que, "Se Beber, Não Case! Parte II" é um filme engraçadíssimo, entretanto, apenas na primeira vez que você o assiste. Depois da primeira vez, o filme perde a graça quase completamente. Eu o aluguei em blu-ray e quase não ri durante a reprodução, enquanto o primeiro filme continua sendo hilário, não importa quantas vezes eu o reveja.
"Se Beber, Não Case! Parte II" é um bom filme e uma boa comédia, mas nem de perto chega aos pés do primeiro filme e muito menos cumpre seu dever prometido de ser a melhor comédia do ano - dever este que o primeiro filme cumpriu muito bem, sem sombra de dúvidas.


3 - ROUBO NAS ALTURAS (Tower Heist)

Uma comédia inteligente de assalto estrelada por Ben Stiller e Eddie Murphy, dirigida pelo diretor da divertidíssima trilogia "A Hora do Rush", não tinha como sair ruim.
Mesmo que "Roubo nas Alturas" não seja o melhor exemplo do trabalho de Brett Ratner e muito menos do mestre Eddie Murphy, é um filme muito divertido de se ver pois, junto com nosso primeiro colocado, suas piadas funcionam muito bem sem precisar de bundas, sexo e drogas. E considerando que a maioria dos filmes de comédia dos dias de hoje são feitos assim, é um feito muito notável da equipe de "Roubo nas Alturas" optar por uma clássica comédia de assalto desprovida de piadas rudes. O elenco é muito bem dividido em seu aproveitamento, e obviamente, Eddie Murphy rouba todas as cenas em que aparece. Ainda sim, o protagonista é Ben Stiller, então Ratner acerta em não dar tanto destaque para Murphy, mas o suficiente para o ator mostrar seu enorme talento em nos fazer rir. Ótima opção para quem procura um filme divertido, engraçado e agradável de se ver, principalmente aos que se ofendem com piadas sexuais.


2 - EU QUERIA TER A SUA VIDA (Change-Up)

"Eu Queria ter a Sua Vida" é um filme estrelado por Jason Bateman e pelo Lanterna Verde Ryan Reynolds. O filme se baseia na clichê história de troca de corpos entre duas pessoas, mas acerta em ser mais imprevisível do que qualquer outro filme de troca de corpos e por ser politicamente incorreto em suas piadas. É mais uma comédia que fala muito sobre sexo - apesar de não ser o tema central do filme. Afinal, é dos roteiristas de "Se Beber, Não Case!".
O filme consegue ser hilário com suas piadas rudes e seu elenco competente e carismático guia o longa da forma necessária para desenvolver uma boa dose de risos. Ryan Reynolds fazem um ótimo trabalho ao interpretar os personagens invertidos, principalmente quando um tem que se adaptar à vida totalmente diferente do outro. O filme também acaba tendo uma clichê lição sobre responsabilidade, talvez até seja um defeito, mas não é um grande defeito.
"Eu Queria ter a Sua Vida" é uma excelente opção para quem quer dar boas e altas risadas, mas ainda perde para o nosso primeiro colocado...


1 - O RETORNO DE JOHNNY ENGLISH (Johnny English Reborn)

O grande Rowan Atkinson está de volta nesta ótima continuação de "Johnny English". Assim como "Roubo nas Alturas", "O Retorno de Johnny English" acerta em não precisar de nenhuma piada rude para ser engraçado - só que nisso, o segundo filme do espião britânico mais atrapalhado do mundo consegue ser muito mais hilário do que a comédia de assalto de Brett Ratner.
Com uma trilha sonora típica de filmes de espionagem e um competente elenco liderado por Rowan Atkinson, o filme se torna mais engraçado a cada piada, conseguindo superar os outros colocados dessa lista. Sua trama também homenageia os velhos e bons filmes de espionagem, principalmente com cenas de conflitos.
Rowan Atkinson consegue fazer o filme se tornar engraçado até em suas cenas de ação com as atitudes e decisões do personagem-título. Ainda que seus parceiros de cena não cheguem a seus pés, são um bom acompanhamento para o filme.
"O Retorno de Johnny English" é o filme mais engraçado do ano, mas, se vier outra sequência, que não demorem o tanto que demoraram para entregar esta!

18.1.12

Top 10 melhores jogos de 2011 do Amante Felino

Anualmente, ou quando possível, estarei fazendo meu top 10 de melhores jogos do ano. Provavelmente, fanboys e os puxa-saco de modinhas vão se irritar com minhas listas, afinal, sou muito específico com games.


10 - LIMBO

"Limbo" é um jogo para PC, em preto e branco e se passa num mundo alternativo onde um pequeno garotinho tem que salvar sua irmã. O jogo se embasa numa jogabilidade arcade, e você não pode simplesmente se defrontar com um inimigo, você tem que usar o ambiente à seu favor - isso inclui fugir, se necessário. Inimigos como aranhas gigantes e habitantes desconhecidos serão encontrados, mas seu principal adversário nesse jogo são os obstáculos. Estão em toda parte, assim como armadilhas, e certamente é quase impossível zerar este game sem cair em sequer uma delas. Muitas vezes morri por causa de obstáculos mortais como estacas ou pedras rolando. Entre as armadilhas, a famosa armadilha de urso é a mais vista, mas não se engane, ela é usada de diversas e criativas formas. Por outro lado, você também pode usá-las a seu favor, trocando-as de posições para que seus inimigos sejam pegos, e não você.
"Limbo" é um excelente passa-tempo e jogo para quebrar a cabeça, vale a pena conferir!


9 - F.E.A.R. 3

F.E.A.R. 3, ou F.3.A.R., é provavelmente o jogo mais sombrio do ano. O melhor deste game é que entre sua atmosfera obscura e sua jogabilidade First Person Shooter, F.E.A.R. 3 encontra o equilíbrio perfeito entre terror e muita, MUITA ação. Sussurros, sombras, falta de energia, fumaça negra e suspense compõe o terror do game, e oras, isto é um FPS, o que será que compõe a ação?
Claro que, além das armas e dos tiros, há outras possibilidades como ataques corporais, que incluem socos, chutes rasteiros e superiores. Os ambientes escuros são o grande forte do cenário, totalmente caótico, que complementa a atmosfera perfeita do jogo. Infelizmente, não pude experimentar seu multiplayer, mas ouço comentários muito bons sobre tal. Espero um dia poder jogá-lo.



8 - NEED FOR SPEED: HOT PURSUIT

O remake do clássico "Need For Speed III: Hot Pursuit", de PS1, é provavelmente um dos jogos mais divertidos da franquia NFS. Depois do ótimo título "Carbon", Need For Speed entrou numa considerável decadência com "Pro Street" e "Undercover". Não a cheguei a jogar o título seguinte a estes, "Shift", mas tive a oportunidade de conferir o novo "Hot Pursuit" e tive certeza de que os bons e divertidíssimos jogos de corrida da série voltaram.
"Need For Speed: Hot Pursuit" recupera toda aquela ação de tirar o fôlego dos quais os melhores jogos da franquia são dotados, e como vocês já devem imaginar, traz de volta as perseguições policiais. Eu sempre gostei das perseguições policiais em NFS, e este título entrega algumas das melhores.
Muito recomendado aos fãs de "Need For Speed" e principalmente aos fãs de jogos de corrida!


7 - ALICE: MADNESS RETURNS

Eu nunca havia ouvido falar do jogo "Alice", de American McGee, principalmente sendo eu não tão interessado nesse tipo de jogo para PC. Quando o quesito é jogo de PC, estou quase totalmente por fora. Entretando, a continuação de "Alice" estava por vir, e sairia para PlayStation 3, então inevitavelmente a notícia veio a meus ouvidos. Assistindo aos trailers, vendo notícias e ouvindo comentários, me interessei muito por "Alice: Madness Returns", e comprei o jogo.
A diversão é garantida. Apesar de não dispor dos melhores gráficos da nova geração, o novo jogo de American McGee é completamente satisfatório. É uma violenta e gótica nova visão de "Alice no País das Maravilhas", que compartilha da mesma mensagem sobre esquizofrenia, mas trabalha com uma dinâmica metafórica muito melhor do que qualquer outra adaptação da obra de Lewis Carroll. Cenários extraordinariamente criativos e bonitos, o mesmo se diz para os inimigos, só que estes não podem ser chamados de bonitos. A única figura verdadeiramente bonita ali é a própria Alice.
A jogabilidade lhe permite utilizar vários combos com diferentes armas, além dos equipamentos para uso a distância, e suas habilidades podem ser evoluídas durante o jogo com o coletar dos pontos. Coisa básica nesse tipo de game.

6 - CALL OF DUTY: MODERN WARFARE 3

Haters gonna hate, mas sim, "CALL OF DUTY" está no meu top 10 e "Battlefield" não. Não me entendam errado, não sou nenhum fanboy de COD ou hater de BF, mas o primeiro sempre me divertiu muito mais.
"Modern Warfare 3" possui um modo de campanha digno que te faz aderir ao controle por várias horas. Tal consequência se deve à sua excelente dinâmica de acontecimentos, a ação ininterrupta e a história, que conclui a trilogia "Modern Warfare" com um final mais do que satisfatório. Os gráficos melhoraram muito desde o segundo título da série, é impossível não notar isso. Por outro lado, a trilha sonora parece-me ter decaído, o que é uma pena, pois jogos de guerra tem ótimas trilhas sonoras como marca. O multiplayer continua divertido, com algumas novas modalidades, incluindo "Kill Confirm", onde você precisa coletar a placa de identificação militar de seu inimigo para validar seus pontos.
A grande chave da série "Modern Warfare" e de qualquer outro Call Of Duty sempre foi sua ação extremamente bem trabalhada e de tirar o fôlego, posso garantir que MW3 não decepciona nem um pouco nesse quesito.


5 - LITTLE BIG PLANET 2

O jogo infantil exclusivo do PS3"LittleBigPlanet" fez um sucesso inestimável até mesmo entre o público mais velho, uma sequência era certa. E então, chega "LittleBigPlanet 2", sequência que atinge o mesmo padrão de qualidade de seu antecessor.
Com cenários e dinâmicas criativas, LBP2 é tudo que um jogo deve ser: Muito divertido. Seu multiplayer principalmente. Os gráficos são ótimos em sua simplicidade, bem detalhado em seus poucos detalhes, e novamente o game dispõe de criativas formas de costumizar seus carismáticos personagens.
LPB2 acaba sendo um ótimo jogo principalmente para ser jogado em conjunto, com os amigos. Então, se procura por uma boa jogatina conjunta, não deixe de considerar este ótimo exemplo.


4 - MARVEL VS. CAPCOM 3: FATE OF TWO WORLDS

A série crossover "Marvel vs. Capcom" sempre foi uma parte de minha infância na área de jogos. Passava horas e horas jogando os divertidíssimos jogos de luta da Capcom em associação com a Marvel. Quando tive a oportunidade de jogar o ótimo "Street Fighter IV", logo pensei: "PRECISAM fazer um Marvel vs. Capcom assim!"
E aqui está. O principal acerto de "Marvel vs. Capcom" é manter em seus personagens mais antigos a jogabilidade anterior e dar aos novos combinações e movimentos à altura do já conhecido ritmo acelerado da série. Os excelentes novos gráficos, efeitos em flash complementam as sequências de ação sem pausa. E ainda com o fato de não ser complicado para se aprender a jogar, "Marvel vs. Capcom 3" se torna ainda mais divertido do que "Street Fighter IV" e o melhor jogo de luta do ano.


3 - KILLZONE 3

O terceiro jogo da aclamada série "Killzone" é sem dúvidas o melhor FPS de 2011. Divertido até nos sons dos disparos, violento, com gráficos e cenários lindos, não há opção melhor para quem quer um bom FPS.
Os efeitos 3D também são ótimos, da melhor qualidade que o sistema de 3D no PS3 pode oferecer. Infelizmente, não cheguei a experimentar a jogabilidade com os controles PlayStation Move ou conferir o Multiplayer do game, mas de fato anseio para jogar ambos.
Em sua campanha, "Killzone 3", além de ter uma história em muito superior, é muito mais divertido do que os dois mais competidos FPS de 2011, "Call Of Duty: Modern Warfare 3" e "Battlefield 3". Apesar de que os fanboys de ambas as séries com certeza negarem tal fato, não deixa de ser um fato. Portanto, se não é fanboy e procura por um excelente FPS, "Killzone 3" é até então, a melhor opção.


2 - UNCHARTED 3: DRAKE'S DECEPTION

De longe, "Uncharted 3: Drake's Deception" é o melhor game da série protagonizada pelo ágil aventureiro Nathan Drake. A jogabilidade está mais divertida do que nunca, o jogo mantém a possibilidade de ágeis combates corporais e os bons momentos de tiroteio, sendo acrescentadas novas possibilidades e formas de utilizar o cenário à favor da luta, e também os Quick Time Moments, conhecidos pela saga "God Of War".
"Uncharted 3" é basicamente um filme jogável, tendo dinâmicas cinematográficas incríveis e de cair o queixo, sem contar a ótima história e os personagens. A série é dotada de personagens digamos que cheios de personalidades.
Há momentos em que você simplesmente se pergunta como diabos sobreviveu e outros em que você tem plena certeza de que Nathan Drake é o ser humano mais ágil do universo.
... Do universo de "Uncharted", claro, mas não se afobe, nós vamos falar do ser humano mais ágil do universo logo na próxima colocação.


1 - BATMAN: ARKHAM CITY

Eis o primeiro lugar de meu top 10. Afinal, que outro jogo poderia ser?
"Batman: Arkham City" alcança a excelência em todos os seus quesitos; gráficos, jogabilidade, história. A série "Arkham" deu um salto colossal com este ousado novo capítulo, que diverte sem frescuras. O cenário de Arkham City, a nova superprisão, é imenso, mas não chega a ser cansativo. Há várias missões secundárias que podem ser jogadas durante o desenvolvimento da história principal, e a jogabilidade é melhor em diversos aspectos, no combate principalmente. Há novos golpes e contra-ataques, a possibilidade de contra-atacar mais de um adversário, influência do cenário da luta, etc. A trilha sonora é uma das melhores já feitas para qualquer produto relacionado ao Cavaleiro das Trevas, e de certo muito superior à de "Arkham Asylum", que era pouco marcante. Entre os novos personagens jogáveis estão a Mulher-Gato e Robin, que são bastante diferentes do Batman, têm suas próprias características. Em específico, a Mulher-Gato é uma personagem extremamente divertida de se jogar tanto em lutas quanto em desafios de caça predatória. Sem os apetrechos do Homem-Morcego, é um desafio muito maior concluir tais desafios com a felina. "Arkham City" é, definitivamente, o jogo do ano.

E este é meu top 10 melhores jogos de 2011. Quem tiver PlayStation 3, jogar online e estiver interessado, sinta-se livre para adicionar-me na PSN: LeaderWolf-BR.

11 Melhores Jogos de 2011

ESTA NOTÍCIA POSSUI SPOILERS SOBRE DIVERSOS JOGOS

Bem, já faz um tempinho também que eu vinha preparando este especial, mas como 2012 já estava a caminho, eu resolvi colocar ambos (tanto o Top Eleven de 2011, como Os 12 mais esperados de 2012) e bem, já que 2011 já passou, aqui está o meu top 10 de 2011 e por que:

11° Lugar: Amy
Não é nem preciso falar o quanto este jogo surpreendeu a todos, principalmente por conta da sua história que é bem contada, e principalmente contada aos poucos, nos confundindo totalmente no começo do jogo, mas esclarecendo perfeitamente cada acontecimento conforme ele se desenvolve. Eu particularmente estou preparando uma crítica para Amy para o fim de fevereiro e começo de março. Será um especial somente deste jogo, pois ele mereçeu muito este título

10° Lugar: Shift 2: Unleashed
O Need for Speed Shift foi concerteza um dos que eu mais achei que deram certo, principalmente contando que a Eletronic Arts se mostrou muito capacitada para jogos de corrida, porém acaba sempre errando algum detalhe em cada título, e a série Shift foram uma das poucas que não tiveram este detalhe retirado. Exatamente por isso que ganhou seu sucessor, Shift 2, que é tão bom quanto o primeiro.

9° Lugar: Brink
Eu particularmente não gosto muito da parte online dos games, digo, apenas aquele mata-mata, se no caso, o jogo possuir um modo co-op online, eu acho mais do que justo e bacana, pois é algo inteligente, e por conta deste lançamento que foi Brink, eu fiquei com muito medo no começo pois achava que seria um jogo apenas online. O que acabou não sendo, e por fim teve uma linda campanha, que eu adorei. O jogo é espetacular, e toda sua dinâmica alá Mirror´s Edge são dignas de um bom jogo, e todo bom jogo, gera um bom lucro e uma boa reputação, e por parte da BLP, foi exatamente isso que eles conseguiram.

8° Lugar: F1 2011
Todo jogo de fórmula 1 é sensacional, vamos combinar, quem não gostaria de estar no controle de uma baita Ferrari de corrida profissional? Caminhando alegremente por uma pista sutil em uma violenta velocidade de 300 km/h? Por ai vai, até eu gostaria. Pensando nisso, F1 2011 vai estar na mesma crítica de F1 2010 e F1 2012, um especial do melhor jogo de corrida que eu já vi, um lindo trabalho da Codemasters.

7° Lugar: Crysis 2
Este aqui então, quem não gosta de belíssimos gráficos, uma engine potente que é Crytec e uma estória tão cativante e maravilhosa na qual este jogo aborda, Crysis 2 foi simplismente um dos jogos que eu mais esperei, depois de ter vivenciado a maravilhosidade que foi Crysis. Um jogo estupidamente perfeito para qualquer fã de ação, aliens e FPS.

6° Lugar: Dead Space²
DS 2 foi um lançamento que eu mal vi acontecer, eu acabara de zerar o primeiro jogo, que eu havia amado (e logicamente me estressado muito no início) e logo em seguida: PÁ PUM, Dead Space 2 já havia lançado e eu não demorei nadinha em ir até a loja e comprar este jogo. O jogo é simplismente o significado de terror e amedrontamento no sentido literal da palavra. Me fez pular da cadeira, e mesmo sendo um jogo bem cinematográfico e abordando muitos diálogos e efeitos de luzes, é assustador. Recomendo!

5° Lugar: F.3.A.R
F.3.A.R também foi um jogo que me prendeu bastante, principalmente depois que eu finalizei FEAR 2: Project Origin para Xbox 360, Pc e Playstation 3. Foi um jogo espetacular, primeiramente havia me chamado a atenção porque eu descobri este jogo logo depois de ter assistido ao filme O Chamado (The Call) e sinceramente, a menina realmente se parece muito com ela, e com o filme O Grito (The Grudge) também. E eu resolvi comprar para ver como era, e simplismente adorei, e quando pude analisar este também, não deu outra, foi de arrepiar os pelos também.

4° Lugar: 
Assassin´s Creed Revelations
Por quanto tempo não esperamos pelo fim dessa saga de Ezio Auditore, muitos por que já estavam cansados deste personagem e sentiam falta do Altair, e outros por que não viam a hora de poder jogar a continuação e saber mais sobre o passado de Ezio, e o futuro desde em si. Bem, para ambas as pessoas, este jogo é mais do que satisfatório, trazendo o lendário Altair e contando toda sua história até sua morte (ops! spoiler!) e a de Ezio, até o seu destino final neste mundo, com seu épico encontro com Desmond!


3° Lugar no Top 11 da Blaster Lizard Temporada 2011: 
Batman: Arkham City
Se você gosta de super-heróis, principalmente os que fazem parte da história de Batman, este com certeza é o melhor jogo já feito pra isso, reunindo praticamente todos os clássicos da história, e introduzindo até aqueles mesmo pouco famosos e bem desconhecidos e colocando-os em papéis fortes e importantes para o jogo, recheando todo o game de missões, fases, quests e tudo que tem direito em um maravilhoso jogo de ação/aventura em mundo aberto. A pena, é que não é Gotham que está sendo atacada, é só uma prisão.


2° Lugar no Top 11 da Blaster Lizard Temporada 2011:
The Elder Scrolls V: Skyrim
Em poucas palavras resumirei este jogo, você pode ser qualquer coisa, mas se você estiver jogando este jogo, 'you can took a shoot, an machete, an axe or everything you want to the knee' e você continuará jogando este jogo... É bem assim.

1° Lugar no Top 11 da Blaster Lizard Temporada 2011: Uncharted 3: Drake´s Deception
É a prova principal que com o uso de clichês, Quick Time Events, boa iluminação, boas idéias, uma boa história, uma campanha perfeita, gráficos lindos e uma boa fotografia, pode se fazer de um bom clássico, o melhor jogo de ação/aventura da história. E é exatamente isso que eu penso sobre Uncharted.