2ª Premiação Anual Lagarto de Ouro

Confira os candidatos e dê sua opinião sobre os melhores filmes de 2012!

LagARTÍSTICO #7: Diamonds Are A Girl's Best Friend!

A sétima edição do quadro LagARTÍSTICO traz uma galeria da eterna diva Marilyn Monroe!

Hitman: Absolution

O Assassino 47 está de volta, saiba a nossa opinião sobre o novo jogo!

BL Clássicos

Leia duas novas críticas no quadro BL Clássicos: "The Misfits" e "How to Marry a Millionaire".

11.8.12

DayZ MOD!!! // Assassino da machadinha e profeta (parte 2)



Vídeo de Sunkeny08 com a participação especial de MendesGameShow em um frenético vídeo de Arma II DayZ Mod!

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10.8.12

RISEN 2: Além de não ser inovador, não apresenta nada que já era bom de um RPG



Já era a hora de voltarmos com alguma crítica depois de tanto tempo parado não? Bem é verdade, estamos um tanto ocupados com a nova Blaster Lizard Gaming Team que eu não tenho tempo nem mesmo que continuar atualizando meu canal no YouTube TheRockkyLee. Mas chega de papo. Prometo que voltarei a fazer as críticas que vocês tanto gostam e as os 'previews' que vocês tanto querem! Vamos logo para a crítica!


CRÍTICA
RISEN 2: DARK WATERS

Risen 2: Dark Waters é um jogo de RPG single-player que possuí uma pegada bem interessante para falar a verdade. Mas já deixo algo bem claro: desde o começo do jogo, parece que a Piranha Games simplismente não consegue nos passar diversão do jeito que quer realmente para o jogador. É tudo muito vago e chato na verdade, mas o jogo tem pontos bem positivos que acabam assumindo do outro lado da moeda e ajuda a estabilizar o jogo corretamente (ou quase isso).

Começando pela parte ruim: Risen 2 Dark Waters continua cometendo o mesmo erro do primeiro: não apresenta nada de bom e ainda deixa a desejar na parte medíocre que tem. De certa forma, ainda copia de Fallout a parte do karma, que vem de maneira diferente e sem um nome específico. Risen II é um jogo que não consegue nem ser belo para os olhos (e olhe que eu o instalei para PC, esperando que tivesse um gráfico melhor) e nada de paisagens bonitas ou lugares bem decorados. Tudo muito feito na maciota e cheio de bugs e erros que costumamos (e muito) a encontrar em outros RPGs que jogamos casualmente.
Isso tem nome... E é propaganda enganosa. Sei muito bem que lugar é este.
Acho que de partes ruins, estas duas são as que mais destacam. Bugs não é defeito para nenhum jogo e isso todos sabem. Bugs existem em qualquer um, até mesmo em Heavy Rain (que existe um monte) e mesmo assim não deixa de tornar o jogo fabuloso (apesar de eu não gostar nenhum pouco desse jogo). Enfim, as partes boas é que o mapa em geral é bem caprichado e variado, mesmo que as cidades não sejam bonitas e as casas tratadas com carinho pelos programadores, a paisagem do geral é um tanto fabulosa, assim como um outro ponto forte que é a parte musical.

A trilha sonora é fantástica, logo no começo do jogo eu já me surpreendi com o cuidado que eles tiveram para passar para o jogo a essência de um verdadeiro jogo de pirata já pela música like Pirates of Caribbean e tudo isso é muito massa pois mesmo que você não crie sua própria identidade no jogo como em Fallout ou Skyrim, você ainda assim tem o controle de um personagem forte e MUITO BADASS (ele possuí tapa-olho, isso é tipo 60% de badassidade haha).
Muito mega foda? Só antes da segunda hora de jogo, onde você já viu tudo que ele tem a oferecer e ai, acabou-se o 'douce'
As vozes também parecem ser bem fodas, pelo menos a maioria (não consegui ver a de todos os personagens do jogo é óbvio) e o mais legal é que todos tem um papel muito importante, com suas próprias travessuras e pérolas, dando um humor genial e bem equilibrado na hora de se divertir. O jogo é uma comédia mas ainda assim não perde o foco central que é um RPG sanguinolento.

Por fim, o jogo diverte numa boa, mas é horrível se comparado com Fallout ou Skyrim... E falando em Skyrim, aguardem pois ainda teremos a crítica de Dawnguard e Skyward Sword que ainda não tivemos a oportunidade de fazer, assim como o resto do Top10 Fan-Fictions, Top10 Exclusivos e Top12 Jogos Extras.
NOTA: ● ● ● ● (4/5) - Ótimo
Só serve para quem está meio enjoado de Skyrim... Em 2 horas você já se sente enjoado de Risen também.


Análise - Morte em Família






Em 1940, cerca de um ano após a primeira aparição de Batman em Detective Comics #27, a popularidade do personagem era visivelmente crescente. Com o intuito de abrandar o tom soturno das histórias do Homem-Morcego, e sobretudo criar um elo de aproximação dos jovens leitores com esse universo, foi introduzido um novo personagem: Dick Grayson – Robin, o Menino-Prodígio. O garoto, cujo passado (este, por sua vez, mais explorado em Batman - Vitória Sombria) em alguns pontos assemelha-se ao do próprio Bruce Wayne , logo tornou-se um dos mais icônicos personagens dentre os super-heróis, sendo representado não só nas HQs, como também em animações, filmes, produtos e na famosa série do Batman nos anos 60.



Mas tal como na vida real, os personagens das histórias em quadrinhos passam por períodos de amadurecimento. Após ser baleado pelo Coringa e em seguida ter alguns desentendimentos com Bruce, além de ocupar o posto de líder do jovem time de heróis conhecidos como Titãs, Dick Grayson deixa o cargo de parceiro mirim do Batman, posteriormente assumindo a identidade de Asa Noturna. Assim, o Cavaleiro das Trevas mais uma vez passa a trabalhar sozinho...




...Mas não por muito tempo. Em 1983, mais uma vez sentiram a necessidade de um parceiro para o Batman no combate ao crime, e então foi criado um novo personagem: Jason Todd. Após a mega-saga Crise nas Infinitas Terras, que renovou e modificou muitos conceitos no universo da DC, a origem definitiva de Jason foi estabelecida: o menino, órfão morador de rua, foi pego no flagrante tentando roubar os pneus do Batmóvel. Pouco tempo depois, Batman decide adotá-lo e treiná-lo para o posto de Robin, uma vez que via no garoto muita raiva e revolta que poderiam ser canalizadas para algo positivo.



Contudo, o novo Robin não foi bem recebido pelos fãs, sendo que muitos o viam como um simples substituto que não estava à altura do Robin anterior. Com o passar do tempo, o personagem foi tornando-se visivelmente mais agressivo e rebelde, chegando ao ponto de até ter assassinado um bandido (Batman #424), embora nunca tenha ficado muito claro. Esses e outros motivos levaram a DC a fazer algo inédito até então: criar uma enquete por telefone para os leitores decidirem se Robin iria viver ou morrer.



O resultado foi apertado, 5343 votos a favor da morte e 5271 contra. O destino dele revelado no arco Morte em Família, publicada entre 1988 e 1989, escrito por Jim Starlin e desenhado por Jim Amparo e Mike DeCarlo. Na história, Jason descobre que sua mãe na verdade era sua madrasta, e parte em busca de sua mãe biológica. Viajando ao mundo seguindo algumas pistas, com a ajuda de Batman, acaba encontrando o que procurava. O que ele não esperava era que o Coringa estaria envolvido num esquema de política internacional e terrorismo relacionado inclusive à sua mãe, e que pouco depois estaria fadado a uma brutal morte pelas mãos do Palhaço do Crime. Após o ponto alto da história, o ritmo acaba caindo um pouco e, para o leitor, o plano do Coringa por trás de toda trama é invariavelmente ofuscado pelo acontecimento. Ainda assim, é um marco importantíssimo durante as décadas de existência do Homem-Morcego. A morte de Robin teve profundas consequências na psique de Batman, e é frequentemente resgatada em outras histórias, sendo mostrada como um de seus maiores fracassos e traumas.



- Laís

7.8.12

BLASTER LIZARD GT NEWS #2

Amnesia: The Dream (An TheGamerUnknown Project) Logo by blasterlizardgt

Estamos de fato, nos desaproximando um pouco do site oficial da Blaster Lizard, um recesso um tanto cuidadoso, porém que trará bons frutos no final! Estamos realizando uma parceria com TheGamerUnknown (uma produtora canadense) e estamos realizando alguns projetos. Além disso, a produtora está nos ajudando a realizar o Amnesia: Fear in Hands



4.8.12

DayZ MOD!!! // Assassino da machadinha e profeta


Vídeo de Sunkeny08 com a participação especial de TheSecondBeef e MendesGameShow em um frenético vídeo de Arma II DayZ Mod!

Galera, não se esqueçam de curtir o vídeo, compartilhar, favoritas e ajudar o canal do Keny se inscrevendo! Para checar todo o conteúdo foda deste cara, clique aqui e divirta-se
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2.8.12

AMNESIA: Fear in Hands







We are proudly to present that 
Amnesia: Fear in Hands are now in full development by the Blaster GT (Blaster Lizard Gaming Team) who officially have a website in Mod DB and if anyone want to know more about this new expansion pack (Downloadable Content) you will must enter to our new forum in Mod DB.

We are going to try to give more info and news every day we can. Of course we'll be very busy during the making of and all the production who consist in soundtrack, programming, script, animations and voice recording. After all that steps, we will release the first version of the game. In another words, we will release a test version of the full game.

I hope You really enjoy all our features and we specially have made some videos who contain a few bonus tracks for the original and official Game Soundtrack. Time to sit down and relax hearing the masterpieces of music. Stay put and wait for news!

BLASTER LIZARD







JOIN NOW THE WEBSITE!
Amnesia: Fear in Hands

1.8.12

Quem Foge para a Libertação, encontra seus piores pesadelos na Escravidão.



CRÍTICA
MILLENNIUM II
A MENINA QUE BRINCAVA COM FOGO
BLASTER LIZARD RECOMENDA


Meu Deus do céu! Que loucura que foi para eu ver este filme, mas beleza, pois valeu muito a pena no final acreditem. Simbora começar a crítica? Vamos lá!

Para quem já assistiu a versão de 2009 do filme Millennium, ou a nova versão de 2011 (que foi o filme vencedor do Lagarto de Ouro e o El Amante Felino teve o prazer de dar sua resenha e opinião aqui no site)  já sabem como Lisbeth Salander é uma garota sofrida porém cheia de caráter e personalidade. Algo que lhe custou muito durante todos os seus 28 anos de vida. E neste filme, algo muito além do sofrimento é abordado com cautela porém explicada por cenas incensuráveis.

A sequência de Millennium I: Os homens que não amavam as mulheres começa logo depois que a primeira fita acaba, porém a história de verdade começa somente um ano depois do último ato do primeiro filme. Blomkvist retoma seu cargo na revista Millennium e logo começa a investigar um novo caso envolvendo tráfico de mulheres. Enquanto isso, Lisbeth anda um pouco atormentada com seus problemas pessoais e do trauma que havia sofrido nos últimos anos por mal trato de seu gerenciador de contas Nils Bjurman (Peter Andersson), mas continua firme e forte manipulando cada passo de Mikael Blomkvist, como sempre fez.

É impressionante como todos os fatos se viram contra a própria Salander, que é acusada de cometer vários homicídios contra homens estupradores e a de algumas mulheres, pois todas as pistas estão interligadas a pessoas próximas de Lisbeth, porém somente ela possuí um passado sombrio que a polícia desconhecia até o momento que Nils Bjurman a revela para toda a imprensa, criminalizando Lis e a fazendo ser procurada por toda a Sérvia.

O filme segue a mesma linhagem de fatos (o mesmo estilo de linhagem) onde tudo acaba tendo um certo parâmetro: primeiro os crimes acontecem e logo depois as pistas são reveladas de forma aleatoriamente confusa ao telespectador, encaixando os fatos somente após o segundo e terceiro ato do filme, que é claro, algo bem arriscado.

A história principal do filme é boa e bem interessante, chegando até mesmo a ter um certa vantagem a história do primeiro filme. Porém o resultado final do primeiro volume foi bem melhor, pois o filme conseguiu prender você até o final sem saber quem era o verdadeiro vilão. Já este filme, além de não conseguir realizar a proeza, ainda facilita demais para que você saiba quem é o assassino e dificulta mais que o esperado para você entender perfeitamente a história, algo que apesar de ter tido um efeito próximo ao do primeiro blockbuster, ainda assim não foi tão claro e neutro como no anterior.

A fotografia é ótima, contando com ótimos efeitos especiais, mas ainda assim com seus devidos defeitos, como por exemplo, não vi nenhum furo no corpo de ninguém ao tomar tiros, exceto .... (Não irei contar muahaha) que vi que foi devidamente maquiada de forma decente, para que realmente parecesse totalmente afetado pelos projéteis. Agora, de resto, não tenho nada a declarar, pois a filmagem está bem clara e bonita, fazendo com que consigamos entender o que acontece na tela, e modéstia a parte,  estas paisagens usadas no filme são de arrasar (no bom sentido, é claro).

A trilha sonora não é tão marcante assim, mas ainda assim é muito boa, pois foi mixada de forma coerente na trama, onde os tons mais agudos serviam para dar um toque de ação e os mais graves para um toque mais dramático a cena e toda esta experiência deu muito certo e se encaixou devidamente no que era esperado!

Por fim, devo deixar claro que Lisbeth Salander (Noomi Rapace) e Mikael Blomkvist (Michael Nyqvist) mais uma vez me surpreenderam com este belíssimo filme estrangeiro, com uma super produção de Daniel Alfredson.

NOTA: ● ● ● ● (4/5) - Ótimo
'He´s your brother my child... Actually your half brother'