2ª Premiação Anual Lagarto de Ouro

Confira os candidatos e dê sua opinião sobre os melhores filmes de 2012!

LagARTÍSTICO #7: Diamonds Are A Girl's Best Friend!

A sétima edição do quadro LagARTÍSTICO traz uma galeria da eterna diva Marilyn Monroe!

Hitman: Absolution

O Assassino 47 está de volta, saiba a nossa opinião sobre o novo jogo!

BL Clássicos

Leia duas novas críticas no quadro BL Clássicos: "The Misfits" e "How to Marry a Millionaire".

23.12.11

HOMEM-ANIMAL! É tão bom quanto parece?

Um pouco da mitologia e das lendas de Buddy Baker.
"Criado por David Wood em 1965, fez sua primeira aparição em Strange Adventures #180. Bernhard Baker era um jovem punk, que após uma caçada nas Montanhas Adirondack percebeu que havia ganho super poderes. Ele poderia mimetizar as habilidades de qualquer animal. História legal, não? A DC e o publico não acharam, e o jovem punk ficou na sombra dos grandes personagens nos anos 60 e 70, caindo no grande grupo “Heróis Esquecidos”, e realmente esquecido. O background criado parecia interessante, embora mal aproveitado. Era um cara com poderes no meio de muitos outros. Chances de dar certo? Talvez, mas não nos anos 60."

Grant Morrison e Deus ex Machina.

Podemos pular muita coisa, muitos momentos das HQs podem ser relevados. Grant Morrison tomou frente da série que foi relançada em 1988. O talento do escocês frente a uma HQ pode ser provado com maestria durante as vinte e seis edições que escreveu. Bernhard ‘Buddy’ Baker era imaturo, com histórias imaturas, e assim foi retratado. Ao conhecer a mulher de sua vida, Sr. Ellen Baker, ele aposentou o uniforme e tornou-se um pai de família. Mudaram-se para a California, vivendo com o salário de ilustradora de Ellen, e as glórias de Buddy em Hollywood como dublê. Juntos tiveram dois filhos (Cliff e Maxine), e anos depois a vontade em ser um herói retornou forte. A origem de seus poderes foi recontada, como uma abdução alienígena e reconstrução corporal; após os testes de outro mundo (risos), ele adquiriu seus poderes.

O grande marco desse personagem, e muito bem explorado por Morrison, vai ao contrário do que nos acostumamos a ver em heróis ícones. Órfãos, ou solteiros. Em poucos casos, homens casados, porém, levando a vida de herói como a principal. Buddy voltou à sua rotina de herói sendo um pai de família, o que dava um panorama muito diferente para o publico acostumado aos clássicos. De certa forma, Homem-Animal tornou-se um clássico. Após retirar um gato de uma árvore, Buddy decide que voltará a treinar, e que seu objetivo será entrar para a Liga da Justiça! Seu treinamento é realizado com a esposa ao lado. Ela o ajuda com o que pode, e a cumplicidade dos dois nos mostra que nem todo herói precisa se afastar de contatos sociais para fazer sucesso. Temos uma grande ironia aos clichês feita pelo próprio Buddy quanto ao uniforme colante. Esse foi seu último passo, o uniforme, e preferiu utilizar uma jaqueta de couro por achar colantes ridículos. Relendo isso hoje, num mundo onde a redefinição visual da DC pareceu monstruosa arranca risadas de qualquer um.

As histórias tomam um rumo curioso, diferente, e muito atrativo. O terrorismo animal é um dos itens mais abordados por Morrison, colocando Buddy contra vilões baseados em caçadores, cientistas genéticos que usam animais como cobaias e afins. O que vemos ao longo de algumas histórias, acaba sendo um conteúdo maçante. Felizmente, no epílogo da série, os sermões constantes dados ao decorrer de algumas edições tem sua explicação no melhor estilo de Grant Morrison.

Passadas as vinte e seis edições, Buddy conseguiu seu lugar na Liga da Justiça, sendo membro efetivo da divisão européia. Aliás, é hilário rever a cena onde sua casa é destruída, e Ajax é designado para cobrir os custos. O último arco de histórias, iniciado após a edição 20, tornou-se um dos mais marcantes de toda a cronologia DCnauta, e do universo dos quadrinhos.

As ameaças de um grupo de mercenários foram cumpridas, e Ellen, Cliff e Maxine morrem. Buddy vê sua família morta, e, bom, o clichê de “caçar o responsável até o fim do mundo” é bem válido. Buddy parte para lugares ainda inimagináveis, e acaba indo além. Dimensões e parâmetros temporais novos, e o Limbo. Assim surge a teoria de Deus ex Machina em “Homem-Animal”, impondo um nível ainda maior do que o reles aventuresco. Buddy atravessa o Limbo, e ao final dele, encontra ninguém menos que o próprio Grant Morrison. Ele buscava o responsável pela morte de sua família, e não encontrou um contratante, um líder mafioso ou um terrorista, mas sim o homem que escreveu essa história.

“ - O que vocês fazem em um mundo sem super-heróis?

- Nós damos um jeito. ”

Nesse último arco encontramos três paradoxos. O primeiro é o elo religioso. E se a vida for assim? Se nossos passos a cada dia forem simplesmente escritos por alguém que... simplesmente pode fazer isso? E se nossa vida não tem sentido, mas nos apegamos a ela, seguimos adiante, mesmo que nenhuma vontade exista? Uma das portas abertas em Deus Ex Machina meche com esse parâmetro religioso criacionista, de que um deus criou tudo e todos e ainda brinca de fantoches do além. O segundo paradoxo é o da força de vontade de Buddy. Ele é essencialmente um pacifista, e Morrison diz que essa mudança trágica (a morte de sua família) foi feita para compensar os capítulos maçantes e os sermões. O Homem-Animal o repreende, dizendo que não acha isso. Buddy pode possuir poderes fenomenais, o permitindo peitar um Superman, mas não foi feito para a guerra. Isso fica claro. Ele é um pai de família que tem poderes, e quer usá-los para fazer o bem, não necessariamente espancar assaltantes em becos escuros. O último, vem do ponto de vista. Geralmente, na maioria dos casos, nos acostumamos a ler uma história em terceira pessoa, na nossa perspectiva e na perspectiva de quem a escreveu. Em Deus Ex Machina, temos três: a nossa, a de Morrison, e a de Buddy, e não há uma ideal a seguir. Vemos que postos frente a frente, criador e criação tem ideais, opiniões, e que estas divergem. Essa saga excepcional se encerra como começou, com o vazio. Um piscar de olhos e Buddy está em casa, novamente com sua esposa e filhos. Ele chora de felicidade e não sabe porque. Os últimos quadros mostram Morrison por trás da trama, escrevendo cada ação ocorrida.

Após o período referencial de Morrison, a HQ sofreu altos e baixos, sendo que grande parte dos altos ocorreram graças à Tom Veich e Steve Dillon, respectivos escritor e artista. Desde o período de Morrison, as capas contaram com as ilustrações exímias do grande Brian Bolland.

Novos 52, Reboot e a genialidade de Lemire.

Desconfiança, essa foi a palavra chave para o relançamento do Homem-Animal em 2011. A primeira imagem remetia à algo distante do que Morrison nos mostrou à anos. Logo que a HQ foi anunciada, apenas a capa (imagem ao lado) da primeira edição foi liberada, sem mais conteúdo ou descrição relacionada. A temática jovial e alegre deu lugar à um Buddy chorando sangue. Após os tumultuados anos 90, o selo “Rob Liefeld de qualidade”, histórias péssimas e iniciativas piores ainda, o medo do conceito do personagem acabar perdido foi enorme. Felizmente, a estréia de Jeff Lemire foi um tapa na cara, e dos bons. O contraste mudou para algo mais surreal, sobrenatural de certa forma. Aventura virou suspense, e foi ótimo.

A primeira temporada ainda não acabou, está na edição 4 e vai até a 6, mas podemos falar bastante sobre o trabalho da dupla Lemire/Foreman.

A narrativa gira em torno dos poderes de Buddy. Deixei para falar disso aqui, pois cabe de um modo mais coeso. Buddy pode mimetizar as habilidades naturais de qualquer animail, porém, nos primórdios de suas histórias, isso só ocorria com animais quais ele estivesse próximo, e por tempo limitado. Com o passar do tempo, ele tornou-se capazde acessar a chamada “Teia da Vida”, uma espécie de dimensão onde todos os animais estavam conectados. De lá, ele extraia os poderes que precisava, no momento em que precisasse.

Ainda nos tempos do Morrison, temos a afirmativa de que Buddy prefere paz à luta, e larga o posto de super-herói para se tornar um ativista ambiental. Ao mesmo tempo, evolui o cargo de dublê e estréia seu primeiro filme. Dadas todas as referências, Lemire parece ter dado uma sequencia direta ao Homem-Animal de Grant Morrison. Ainda na selva de asfalto, vemos a relação divertida entre Bernhard e sua família, a cumplicidade com a esposa, os dramas do filho mais velho (e que segue seu visual punk), e a teimosia de Maxine, que acaba sendo o centro da nova saga. Ela quer um mascote, e Buddy não. Apesar de ser o Homem-Animal, a presença cotidiana com um único animal afeta sua relação com a Teia da Vida.

Apesar de não agir mais como um herói, Buddy intervém em alguns casos, e logo na primeira HQ enfrenta um furioso homem armado que seqüestra um andar no hospital infantil. Ele perdeu a filha e entrou num surto psicótico, e o primeiro fato é que Buddy se vê em seu lugar, pensa no que se tornaria caso perdesse sua família, seus filhos. Uma genial referência à Deus Ex Machina, onde sabemos o que aconteceria. Resgatar esse personagem, nesse contexto, e nos dias atuais me pareceu uma cutucada legal na Marvel Comics, pois a DC triunfou com um personagem representando o que o Homem-Aranha deveria ser caso não houvesse pacto com o diabo. A capa mostrando Buddy chorando sangue vai além de um caça-níquel, e tem um significado quase poético. Logo na segunda ocorrência, Buddy derrama as lágrimas de sangue diante da família, após Maxine demonstrar poderes similares aos do pai, embora visivelmente superiores. O sangue deixa marcas, que se unem como um mapa que só ela pode decifrar. A aventura dá lugar ao mistério, e como qualquer homem de meia idade, Bernhard se espanta, e sente medo, afinal é sua filha quem torna-se o centro do furacão. Através das palavras de Maxine descobrimos que a Teia da Vida não é uma dimensão, mas um lugar, dentro da Árvore da Vida. Alguém decidiu matar essa árvore, e se ela morrer, toda a vida animal irá junto.

A seguir, deixo o mistério no ar. Ao fim da primeira temporada, após o lançamento da sexta edição trarei uma resenha completa da saga. O foco do post foi apresentar um personagem longe dos holofotes no Brasil, mas que possui uma carga histórica de extrema importância para os quadrinhos. O Homem-Animal é um dos meus personagens preferidos, e apresenta a mensagem de que não é necessário ser colegial e nerd para trair a identificação de um público jovem. Homem-Animal tem recebido notas extremas em todas as resenhas referentes aos Novos 52, e com grandes chances será a melhor HQ do tão aclamado reboot.

- We must be over the rainbow.

22.12.11

"Missão: Impossível - Protocolo Fantasma" é o melhor e mais impossível filme da consagrada franquia

MISSÃO: IMPOSSÍVEL
PROTOCOLO FANTASMA

A franquia de espionagem inspirada na série de TV que teve início com o excelente "Missão: Impossível" (Mission: Impossible, 1996) se consagrou nas telas do cinema e seu primeiro longa pode já até ser chamado de um clássico moderno. A série cresceu sendo guiada pelas mãos de mestres, tendo até passado pelas mãos de John Woo, mesmo que em seu capítulo mais fraco. Agora Brad Bird, conhecido por ter trabalhado na direção de ótimas animações da Pixar, como "Os Incríveis"(The Incredibles, 2004) e "Ratatouille"(Ratatouille, 2007), assume o volante de M:I e consegue nos entregar o melhor filme da franquia.
Neste longa, Ethan Hunt(Tom Cruise) é chamado para uma missão em que precisa invadir o Kremlin após uma fracassada tentativa de sua nova equipe de recuperar códigos de lançamento de mísseis russos que, se lançados, iniciarão guerra nuclear. Entretanto, a equipe de Hunt se vê numa armação quando o Kremlin é bombardeado e a culpa cai sobre eles. O presidente então inicia o Protocolo Fantasma, renegando toda a IMF. Agora, Hunt e sua equipe precisam se virar com equipamentos escassos para encontrar os códigos de lançamento e impedir guerra nuclear entre os EUA e a Rússia.
A história tem tanto potencial quanto a do primeiro longa da série, e é guiada de maneira excelente, principalmente o modo como nos leva às alucinantes cenas de ação deste quarto capítulo. Um dos pontos que diferencia este M:I dos anteriores é a melhor distribuição dos personagens enfocados. Enquanto os três filmes anteriores pareciam ser muito sobre Ethan Hunt, este longa distribue melhor a importância de cada personagem da equipe de Ethan. É o típico filme em que não temos apenas um protagonista, mas um grupo de protagonistas. Como podem ver, o poster principal do filme mostra o elenco principal completo, enquanto os cartazes principais de seus antecessores mostravam apenas Tom Cruise de perfil. Sendo melhor dividido assim, o filme dá mais espaço aos outros atores para mostrarem seu talento e carisma. Outra diferença é que o vilão não é tão enfocado neste, o filme deixa claro quem pretende lançar os mísseis, porém enfatiza muito mais os próprios mísseis como vilões. O objetivo é apenas impedi-los de serem lançados, sem maiores preocupações. Já que entrei no assunto, comecemos analisando o elenco que interpreta a nova equipe do sr. Hunt: Jeremy Renner, Simon Pegg e Paula Patton. Houveram rumores de que o personagem de Jeremy Renner, Brandt, seria um substituto para Ethan ou algo do tipo, mas devo alertá-los que não passa de rumores. Brandt acaba na equipe por acaso e mostra-se um ótimo parceiro, revelando ao longo do filme exímias habilidades de combate que guiam muitas sequências de ação. O carismático Jeremy Renner representa o personagem de maneira digna, conquistando rápido o público. Simon Pegg faz parte do humor do filme, que é mais presente do que nos anteriores. Brad Bird acrescenta um tom mais cômico neste longa, com piadas leves e divertidas, quebrando um pouco a tensão da série. A belíssima Paula Patton, ainda que não seja tão carismática quanto os outros três nomes, faz bem seu papel como Jane, ainda mais em cenas mais dramáticas - A atriz mostra saber se expressar bem nesse tipo de cena sem parecer forçada. Michael Nyqvist, o Mikael Blomkvist da versão sueca de "Os Homens Que Não Amavam As Mulheres"(The Girl With the Dragon Tattoo, 2009), faz Hendricks, o vilão que pretende liberar os mísseis e iniciar guerra nuclear. Nyqvist aparece bem pouco - e envelhecido - no filme, não tendo muito espaço para mostrar seu talento(já provado nas adaptações suecas da trilogia literária de Stieg Larsson).
Bird mostra em M:I-PF que não faz bonito apenas em animações e sabe como tirar o fôlego do espectador em um filme de ação. O filme é mais ousado do que os anteriores em todos os aspectos. Cenas de ação mais bem filmadas(esqueça os exagerados slowmotions de John Woo em M:I-2, aqui a ação acontece de maneira rápida) e em momentos mais impropícios, equipamentos totalmente novos, situações mais apertadas... Em resumo, este "Missão: Impossível" é o filme que mais faz jus ao título "Impossível". O ótimo Michael Giacchino retorna para a trilha sonora da franquia, que já passou pelos aclamados Danny Elfman e Hans Zimmer, e compõe para o filme uma das melhores trilhas musicais da franquia, estando lado a lado com a de Elfman para o primeiro longa. A trilha é excelente, explorando mais o tema principal da série(pãm, pãm, pãm-pãm-pãm, pãm, pãm-pãm-pãm, pãm...) em instrumentos diferenciados e tons menores para adequá-lo à determinadas cenas. A relação entre os integrantes do time de Ethan Hunt é bem mostrada durante os três atos no filme, os personagens prosseguem conhecendo melhor uns aos outros junto com o desenvolvimento da história, e isso é muito importante num filme com um grupo de protagonistas. Outro ponto que deve ser comentado é que as cenas de ação são bastante diferenciadas e igualmente satisfatórias, assim, por mais que aconteçam consecutivamente algumas vezes, não se tornam cansativas. Temos tiroteio, luta, perseguição de carro(Com direito à tempestade de areia também), perseguição à pé, fuga de prisão, Tom Cruise escalando o Burj Khalifa... Tudo bastante diferenciado. Cenas investigativas também são bem abordadas, extração de informação e etc. Bird consegue guiar tensão e humor leve em perfeita sintonia, garantindo diversão até mesmo nesse tipo de cena(destaque para Jeremy Renner se alongando para pular).
Devido à excelente divisão dos atos do filme, ao mesmo tempo em que tudo parece estar bem junto, você sabe exatamente onde é o começo, o meio e o fim. Você está preparado para a conclusão quando ela está chegando, não é o tipo de filme que simplesmente acaba e você ainda acha que vai ter mais. Ao final do longa também há duas curtas participações de atores dos filmes anteriores, e um perfeito exemplo de união com a equipe de Hunt. O filme acaba se tornando muito carismático em conta disso, o time espião é retratado quase como uma família.
Uma sequência? M:I-PF não tem muita cara de um fechamento para a série, e com o sucesso que o filme vem conseguindo em críticas e público, sem contar a fama da franquia, é de se esperar que possamos ver Ethan Hunt novamente nas telas do cinema em breve.
Conclusão Final: "Missão: Impossível - Protocolo Fantasma"(Mission: Impossible - Ghost Protocol, 2011) faz jus ao nome que a franquia carrega desde sua primeira fita e acaba por ser o melhor da série e um dos melhores filmes de ação de 2011. A fórmula para isso é apenas uma história sólida o suficiente para sustentar o filme inteiro sem se desviar do foco, bons e carismáticos atores, personagens bem construídos, uma trilha sonora que não pára de evoluir, tecnologia e um ótimo diretor que acaba de provar que quem guia os super-heróis de vermelho e os ratos cozinheiros também pode fazer Tom Cruise escalar a torre mais alta do mundo e sair ileso.

Nota: 9.8

20.12.11

Premiação Lagartixa de Ouro - Indicações

LAGARTIXA DE OURO
INDICAÇÕES

Ao contrário do Lagarto de Ouro, o Lagartixa de Ouro é a premiação anual da Blaster Lizard que elege os piores filmes do ano.

PIOR ADAPTAÇÃO
1. A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 1
2. Os Três Mosqueteiros
3. Lanterna Verde
4. Dylan Dog e as Criaturas da Noite

PIORES EFEITOS ESPECIAIS
1. A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 1
2. A Garota da Capa Vermelha
3. Dylan Dog e as Criaturas da Noite
4. Pequenos Espiões 4

PIOR TRILHA SONORA ORIGINAL
1. A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 1
2. Os Três Mosqueteiros
3. Conan: O Bárbaro
4. Dylan Dog e as Criaturas da Noite

PIOR ATOR
1. Robert Pattinson como Edward Cullen em A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 1
2. Brandon Routh como Dylan Dog em Dylan Dog e as Criaturas da Noite
3. Taylor Lautner como Nathan em Sem Saída
4. Jason Momoa como Conan em Conan: O Bárbaro

PIOR ATRIZ
1. Rose McGowan como Marique em Conan: O Bárbaro
2. Anita Briem como Elizabeth em Dylan Dog e as Criaturas da Noite
3. Rowan Blanchard como Rebecca Wilson em Pequenos Espiões 4
4. Rosie Huntington-Whiteley como Carly em Transformers: O Lado Oculto da Lua

PIOR ATOR COADJUNVANTE
1. Taylor Lautner como Jacob Black em A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 1
2. Tracy Morgan como Vincent Carter em Anti-Heróis
3. Alfred Molina como Burton em Sem Saída
4. Mads Mikkelsen como Rochefort em Os Três Mosqueteiros

PIOR ATRIZ COADJUNVANTE
1. Lily Collins como Karen em Sem Saída
2. Rachel Nichols como Tamara em Conan: O Bárbaro
3. Abbie Cornish como Lindy em Sem Limites
4. Ashley Greene como Alice Cullen em A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 1

PERSONAGEM MAIS INÚTIL
1. John Turturro como Seymour Simmons em Transformers: O Lado Oculto da Lua
2. Mads Mikkelsen como Rochefort em Os Três Mosqueteiros
3. Marion Cotillard como Leonora Orantes em Contágio
4. Helena Bonham Carter como Bellatrix Lestrange em Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2

PIOR DIREÇÃO
1. Bill Condon, por A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 1
2. Paul W.S. Anderson, por Os Três Mosqueteiros
3. Marcus Nispel, por Conan: O Bárbaro
4. Kevin Munroe, por Dylan Dog e as Criaturas da Noite

PIOR ROTEIRO
1. Sem Saída
2. Dylan Dog e as Criaturas da Noite
3. Lanterna Verde
4. A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 1

PIOR FILME DO ANO
1. A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 1
2. Sem Saída
3. Dylan Dog e as Criaturas da Noite
4. Conan: O Bárbaro

O resultado da Lagartixa de Ouro sai, provavelmente, até o fim de dezembro.

Premiação Lagarto de Ouro - Indicações

LAGARTO DE OURO
INDICAÇÕES

Anualmente, aqui na Blaster Lizard, faremos a premiação Lagarto de Ouro, que irá eleger os melhores filmes do ano. A votação será realizada entre nós administradores, entretanto, a opinião do leitor é sempre bem-vinda. Essa postagem é para divulgar as indicações às devidas categorias da premiação.

MELHOR TERROR
1. A Hora do Espanto
2. Atividade Paranormal 3
3. Pânico 4
4. Deixe-Me Entrar

MELHOR COMÉDIA
1. Se Beber, Não Case: Parte II
2. Eu Queria Ter A Sua Vida
3. O Retorno de Johnny English
4. Roubo Nas Alturas

MELHOR THRILLER
1. Tudo Pelo Poder
2. Sem Limites
3. Os Homens Que Não Amavam As Mulheres
4. Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora é Outro

MELHOR AÇÃO
1. Os Especialistas
2. Sucker Punch: Mundo Surreal
3. Missão: Impossível - Protocolo Fantasma
4. Velozes & Furiosos 5: Operação Rio

MELHOR FICÇÃO CIENTÍFICA
1. X-Men: Primeira Classe
2. Planeta dos Macacos: A Origem
3. Transformers: O Lado Oculto da Lua
4. Contra o Tempo

MELHOR ADAPTAÇÃO DE QUADRINHOS
1. X-Men: Primeira Classe
2. Capitão América: O Primeiro Vingador
3. Thor
4. O Besouro Verde

MELHOR ANIMAÇÃO
1. Gato de Botas
2. Rio
3. Rango
4. As Aventuras de Tintim

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
1. Transformers: O Lado Oculto da Lua
2. Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras
3. Sucker Punch: Mundo Surreal
4. Thor

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
1. X-Men: Primeira Classe, de Henry Jackman
2. Gato de Botas, de Henry Jackman
3. Transformers: O Lado Oculto da Lua, de Steve Jablonsky
4. Os Homens Que Não Amavam As Mulheres, de Trent Reznor e Atticus Ross

MELHOR ATOR
1. James McAvoy como Charles Xavier em X-Men: Primeira Classe
2. Daniel Craig como Mikael Blomkvist em Os Homens Que Não Amavam As Mulheres
3. Robert Downey Jr. como Sherlock Holmes em Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras
4. Wagner Moura como Coronel Nascimento em Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora é Outro

MELHOR ATRIZ
1. Rooney Mara como Lisbeth Salander em Os Homens Que Não Amavam As Mulheres
2. Neve Campbell como Sidney Prescott em Pânico 4
3. Emily Browning como Babydoll em Sucker Punch: Mundo Surreal
4. Chloë Grace Moretz como Abby em Deixe-Me Entrar

MELHOR ATOR COADJUNVANTE
1. Michael Fassbender como Magneto em X-Men: Primeira Classe
2. Hugo Weaving como Caveira Vermelha em Capitão América: O Primeiro Vingador
3. Jude Law como Watson em Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras
4. Tom Hiddleston como Loki em Thor

MELHOR ATRIZ COADJUNVANTE
1. Rose Byrne como Moira McTaggert em X-Men: Primeira Classe
2. Evan Rachel Wood como Molly em Tudo Pelo Poder
3. Abbie Cornish como Sweet Pea em Sucker Punch: Mundo Surreal
4. Milla Jovovich como Milady em Os Três Mosqueteiros

MELHOR HERÓI/HEROÍNA
1. Optimus Prime - Transformers: O Lado Oculto da Lua
2. Capitão América - Capitão América: O Primeiro Vingador
3. Sherlock Holmes - Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras
4. Babydoll - Sucker Punch: Mundo Surreal

MELHOR VILÃO/VILÃ
1. Sebastian Shaw - X-Men: Primeira Classe
2. Caveira Vermelha - Capitão América: O Primeiro Vingador
3. Loki - Thor
4. Professor Moriarty - Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras

MELHOR CONFRONTO
1. Danny Evans vs. Spike em Os Especialistas
2. Sherlock Holmes vs. Professor Moriarty em Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras
3. Optimus Prime vs. Decepticons em Transformers: O Lado Oculto da Lua
4. Erik Lenssherr vs. Sebastian Shaw em X-Men: Primeira Classe

BADASS DO ANO
1. Optimus Prime em Transformers: O Lado Oculto da Lua
2. Jason Statham como Danny Evans em Os Especialistas
3. Rooney Mara como Lisbeth Salander em Os Homens Que Não Amavam As Mulheres
4. Emily Browning como Babydoll em Sucker Punch: Mundo Surreal

MELHOR CANÇÃO
1. "Sweet Dreams(Are Made Of This)", por Emily Browning - Sucker Punch: Mundo Surreal
2. "Love Love", por Take That - X-Men: Primeira Classe
3. "When We Were Young", por Take That - Os Três Mosqueteiros
4. "Immigrant Song", por Trent Reznor e Karen O. - Os Homens Que Não Amavam As Mulheres

MELHOR DIREÇÃO
1. Matthew Vaughn, por X-Men: Primeira Classe
2. Zack Snyder, por Sucker Punch: Mundo Surreal
3. Rupert Wyatt, por Planeta dos Macacos: A Origem
4. David Fincher, por Os Homens Que Não Amavam As Mulheres

MELHOR ROTEIRO
1. Os Homens Que Não Amavam As Mulheres
2. Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras
3. Tudo Pelo Poder
4. Sucker Punch: Mundo Surreal

MELHOR REMAKE
1. Os Homens Que Não Amavam As Mulheres
2. A Hora do Espanto
3. A Coisa
4. Deixe-Me Entrar

FILME MAIS ESPERADO DE 2012
1. Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge
2. Os Vingadores
3. Os Mercenários 2
4. O Hobbit: Uma Jornada Inesperada

MELHOR FILME DO ANO
1. Os Homens Que Não Amavam As Mulheres
2. Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras
3. Tudo Pelo Poder
4. X-Men: Primeira Classe

Obs:
Os resultados da premiação sairão ao fim de janeiro de 2012, já que alguns dos filmes que lançam em dezembro nos EUA, lançam em janeiro aqui no Brasil.

16.12.11

O Preço do Amanha mostra que para uma pessoa conquistar o que quer, ela só precisa de um pouco de tempo.

O Preço do Amanhã é com certeza um dos melhores títulos de ficção da atualidade, e valerá cada segundo seu cobrado neste filme.


"Qual é sua idade? Digo... Na vida Real?"
"28, por que?"
"Hmmmm Eu tenho 105"

Will Salas, filho de um pai apostador e de uma mãe viúva e endividada de todas as formas, ou melhor dizendo, com a própria vida. Pois em um futuro não muito distante, não se havia mais dinheiro ou economias que não envolvesse a própria expectativa de vida, oque no caso, eles poderiam chamar de "dinheiro" naquela atualidade.
W. Salas se vê envolvido e comprometido com sua mãe que tem 50 anos, mas aparenta 25, graças as mutações genéticas no sistema imunológico da pessoa, que a impede de envelhecer depois dos vinte e cinco anos de idade, mas também ao mesmo tempo, ativa uma contagem regressiva localizada no braço esquerdo da pessoa, com a quantidade de vida restante, que logo após os 25 anos, começa a contagem de apenas um ano a mais.
As pessoas gastam esse saldo de créditos vitais nas coisas mais banais possíveis, como cafés (4 minutos de vida), um carro (2 anos de vida), gastam em cassinos (costumam apostar de 100 a 200 anos de vida) e enquanto algumas pessoas se tornam imortais devido a um lucro excessivo, outras moradoras de guetos e bairros pobres vão morrendo consideravelmente, conforme o tempo de seus relógios vão se esgotando.

Will Salas junto com um bancário de 40 anos e sua linda filha, de 26.
É exatamente isso que Salas tenta impedir no filme O preço de Amanhã (em inglês leva o título In Time, ou No tempo), a ficção leva este título pois os preços, juros e todos os tipos de impostos possíveis vão aumentando frenéticamente com o intuito de acabar com essa tal "imortalidade", matando as pessoas e fazendo-as viverem como viviam anteriormente, mas o verdadeiro significado seria mais ou menos "os fortes sobrevivem, os fracos padecem", pois quando um bancário rico e bem sucedido no mundo resolve eliminar os pobres para ganhar mais tempo de vida, e se tornar imortal.

Mas quando Will resolve capturar sua filha e fazê-la de refém até conseguir um resgate consideravelmente de mil anos, o pai da personagem de Amanda Seyfried não se entrega tão facilmente e chama os "Projetores do Tempo" Que seria mais ou menos aqueles que controlam a entrada e saída dos dias, minutos ou segundos de vida restantes de cada um da população, e o acusa de ter roubado um século de vida de um sujeito, que era grande amigo de Salas.
O "Projetor do Tempo" analisando o saldo de William Salas
Por fim, quando a filha de Seyfried descobre o verdadeiro propósito de Salas, ela deixa de querer ser resgatada pelo seu pai, para ajudá-lo a roubar 1 milhão de anos "roubados" da população e dar o direito deles de viver novamente, o tempo de cada um concedido para não morrerem antes da hora, e nem para os "ricos" se tornarem imortais.

O Elenco do filme foi algo surpreendende e bem inovador, colocando atores bem distintos e divertidos para a trama, mesclaram atores de A Origem, The Big Bang Theory, A Garota da Capa Vermelha e o aclamado Justin Timberlake como o protagonista do filme.

A Trilha Sonora do filme apesar de ser marcante nas horas que ela aparece, não é muito presente no filme, ou não dá a idéia de que é presente, pois há muitas cenas de ação que não houvimos uma única música durante o desenrolar da situação, oque deixa o filme menos instigante, porém não menos divertido e nem menos chamativo.
O filme dá uma boa idéia da história e oque se está passando através dela, mas enquanto foca-se demais em alguns personagens como nos ladrões de minutos ou "Homens dos Minutos", outros ficam esquecidos, como o pai de Salas, e a mãe dele, que é mal inspecionada pelo diretor Andrew Niccol assim como o amigo de Salas e o Sujeito que transtorna a vida de Salas desde o começo da trama. Mas como um resultado final, O preço do amanhã é um ótimo filme, muito dinâmico, bem formulado, e não deixa a desejar, pelo contrário, nos oferece oque pedimos à um filme deste porte.

Nota: 9.8
+ História + Frenética + Organização da História + Elenco + Atuação de Justin T.
- Envolvimento com os Personagens e a história de cada um - Trilha Sonora ausente

Sim, John Galecki, o Leonard de The Big Bang Theory faz uma
sensata e dramática aparição em "O preço do amanhã"

13.12.11

*LINK PARA DOWNLOAD INCLUÍDO* LIMBO: Puzzles, Desafios, Aranhas e Soldados Fatais

Pode conter Spoilers deste jogo nesta crítica
BLASTER LIZARD RECOMENDA
CRÍTICA E LINK PARA DOWNLOAD


Limbo trata-se de um jogo individual, mas não somente isso... Trata-se de uma obra de arte, onde cada passo, é uma viagem ao desconhecido.

Limbo começa em uma floresta, na qual um pequeno garoto desconhecido e personagem na qual você controla está desesperadamente na procura da sua irmã que desapareceu neste universo do limbo. Não se sabe como ambos foram parar lá, mas se tem a teoria de que é apenas um sonho, afinal, o fim do jogo é igual ao seu começo, dando a impressão que trata-se de um ciclo interminavel.

Limbo tem aproximadamente 3 horas de duração, sem procurar pelos objetos colecionáveis e sem morrer. Limbo é um jogo sem precedentes, onde nenhum desafio ou obstáculo é iminente, é sempre quando você está vulnerável a tudo e somente se você for uma pessoa muito mas muito observadora, talvez você zere este jogo sem morrer mais de 4 vezes.

Este jogo possui diversos capítulos, porém verdadeiramente ele só tem 7 fases, na qual você começa em uma floresta, passa por vilarejos e casas de tribos diferentes, entra em cavernas e dutos de água, acaba até mesmo parando em uma cidade (que concerteza é uma das fases mais interessantes bem no estilo Assassins Creed e Uncharted) entre vários outros cenários típicos aos nossos olhos.

Até mesmo quando nos referimos aos chefes (boss) dos capítulos, apesar de você não poder sair no mano-a-mano pelo fato de você ser infinitamente mais fraco que eles, você precisa usar o seu redor para criar armadilhas e derrotar aranhas, tribos com zarabatanas entre muitos outros.


A trilha sonora deste jogo é altamente sombria, e muitas vezes a música é acoplada no próprio cenário, dando a impressão que você está no silêncio, até mesmo quando na verdade, está ouvindo uma música. Até mesmo o barulho da chuva, junto com seus suspiros e o barulho de seus passos, principalmente com o barulho do envolvimento, vidros, alavancas, mosquitos, e o medo que você sente em uma orquestra fina e sombria, tocando lentamente, é capaz de fazer uma trilha sonora perfeita para o jogo.

Limbo saiu primeiramente para Pc e Xbox 360, via Arcade, na Xbox LIVE, mas depois de um tempo ela chegou a Playstation Network, com várias melhorias nos seu gráficos, como de se esperar. Limbo não é um jogo que você pode comparar gráficos e nem ao menos julgá-los, pois trata-se de um jogo 2D em preto e branco, porém seus gráficos são lindos, e realmente assustadores, assim como o seu ambiente também.


Limbo necessita obrigatoriamente de uma sequencia, pois um jogo desse porte, produzido por uma equipe tão pequena, e aliás, nem se tratar de uma empresa grande, mas garantir seu sucesso em tão pouco tempo por plataformas tão incríveis como é o Ps3, o Xbox e o Pc. É o mínimo que nós, e principalmente eu, fã deste jogo, poderiamos esperar.

É apenas uma pena que o jogo seja tão curto, se eles investirem numa sequencia, o mínimo que poderiam fazer é investir mais em seu tamanho. Pois o resto é preciso deixar como está se quiser que Limbo se torne digno de um grande título.

Controles - Fluídez e Dinamismo
No Xbox 360 e no Playstation 3, os controles do jogo são tão simples que chega a ser rídiculo alguém ousar comentar que o jogo possa oferecer muitas opções de jogabilidade e ser muito desafiador, opressivo e intuitivo. Onde você somente se utiliza o analógico para se locomover e pular e o botão de ação para ativar/desativar objetos.

Aparência - Um Preto e Branco Fabuloso e Digno de ser chamado de Retrô.
O jogo não exagera nos detalhes, aliás, muito pelo contrário, ele é simples e apenas mostra oque o jogador precisa ver para se sentir emocionado e perdido, sem muita encheções de linguiça. O jogo tem uma arte gráfica fabulosa e por tanto agrada muito a quem o está jogando, mesmo tratando-se de um game de terror, e nos deixando apavorados, não nos tira aquela emoção e vontade de continuar jogando como a grande maioria dos jogos de terror, que induzem as pessoas a criarem um mal estar pra si próprias.

No computador, se utiliza as teclas de seta, e o botão Ctrl que serve para interagir com os objetos. O jogo é tão inteligênte e dinâmico que caso você faça alguma coisa de errado, você pode desencandear dois destinos para o seu personagem, uma morte dolorosa (e não censurada) ou você pode, caso você daqueles tipos de jogador rápido no gatilho, pensar em uma solução secundária para o seu problema. Sempre lembrando que o seu personagem é uma criança, portanto, sensível a qualquer tipo de dado, incluindo os mínimos.

Emocão
Isso só irá depender se o lugar de onde estiver jogando ser compatível com o tipo de emoção que o jogo te traz, esperimente jogar a luz do dia, ou sem o home theater, agora tente o contrário. Isso significa imersão. Agora você irá entender como Limbo deverá ser jogado para dar o jogador a tensão máxima ao medo.

Possível Sequência?
Limbo 2 não deu nem notícias, mas também não será necessário, pois sem querer dar spoilers sobre o fim do jogo, mas é altamente provável que um jogo cujo fim seja o mesmo que seu início a ponto de nos deixar tão angustiados seja fruto de uma provável sequência.

Conclusão - Como instalar Limbo em seu Computador?
Guia 100% Seguro - Testado e Jogado pela BLinc.

O jogo não é grande e também não necessita de placa de vídeo, por ser pequeno. Ele possuí apenas 70 Megabytes. Para quem está curioso e quer saber como instalar, siga as instruções abaixo:

1) É preciso primeiro que seu computador saiba ler arquivos .rar, verifique se seu computador é compatível quanto a isso, se tiver dúvidas, instale um programa chamado WinRar.

2) Também é necessário que seu computador possua um crack compatível com o jogo limbo. Ao procurar por downloads, verifique se o site é seguro e que o download venha junto com o crack necessário para o jogo rodar.

3) Seu computador precisa ter um arquivo que muitos computadores não possuem logo de cara, e se possuí, ele provavelmente está corrompido, é necessário que você também baixe um arquivo chamado de D3DX9_43.dll e caso não ache-o, tente baixar o programa Dll Fixer, porém, este é um programa pago, na qual deverá se criar uma conta e aceitar um contrato, portanto, não é recomendável. Você consegue achar o arquivo D3DX9_43 na 4Shared ou no BaixaKi.

4) Depois disso abra o arquivo LIMBO no WinRar, e espere por ele ler o arquivo.dll, após isso é só começar a jogar.

5) Caso o jogo inicie porém apareça uma tela preta sem o jogo em si der as caras. Apenas atualize seu DirectX ou baixe um programa também encontrado no BaixaKi que o atualiza automáticamente sempre que necessário (e não é pago).

Caso tenham alguma dúvida, só perguntar nos comentários ou através do nosso Formspring: BlasterLizard


DOWNLOAD LIMBO + CRACK THETA

Nota 10.0
+ História + Desafios + Inimigos + Textura + Física + Extras
- Duração de Gameplay

1.12.11

The Trashmaster é um longa metragem que conta a história de Niko Bellic de uma outra forma.


Grand Theft Auto IV ganha em 2011, um longa metragem do diretor Mathieu Weschler e uma repercursão estrondosa por todo o mundo fanático da série GTA.

Diretor: Mathieu Weschler
Produtor: Game Sprawn Studios
Gênero: Ação - Animação
Duração: 1 h 28 min
Tamanho: 700 MB / 262 MB
Áudio: Inglês e Francês
Legendas: Inglês, Francês e Português
É interessante este tipo de coisa, sinceramente, The Trashmaster na verdade, é um fan-film, exatamente como o Pânico Fã Filme, aqui da Blaster Lizard. Trata-se de um longa metragem de 1:30 de duração, produzido e dirigido por Mathieu Weschler, fotografado totalmente usando o game Grand Theft Auto IV.

Não podemos levar em consideração que um vídeo tão bem trabalhado, tão bem produzido e integrado (Qualidade : DVDRip Áudio : 10 Vídeo : 10 Formato : RMVB Tamanho : 262.85 MB) em apenas um mero vídeo de YouTube. Este filme (se é que podemos chamá-lo disso) já apareceu em diversos sites de cinema e blogs, de diferentes peculiaridades e assuntos, e por causa de ser tão famoso assim, precisa estar na Blaster Lizard Inc também.

O filme é tão bem trabalhado que oferece idiomas para diversas línguas diferentes, incluindo inglês e francês e suas legendas em inglês, francês e português (isso mesmo o nosso português).

Bem, o filme conta a história do protagonista Niko Bellic, mas de uma forma completamente diferente do que conhecida no jogo, aqui, ele é um catador de lixo. Mas não é de um lixo comum, no filme isso é citado como "Catadores de bandidos e traficantes". E após ver dançarinas de seu club de strip predileto serem assassinadas, Niko Bellic se lança na busca de um serial killer psicopata.

Não conseguimos imagens do filme por todos os seus direitos serem completamente reservados, mas com uma boa busca achamos o filme completo no YouTube, porém em uma qualidade inferior da que planejado, e não no idioma correto, para dar mais um gostinho a vocês, aqui está o filme. Divirtam-se:


E depois de mais um tempo procurando para vcs fãs, conseguimos achar o blog na qual vocês podem baixar o filme por completo de The Trashmaster. O link é este: www.mandaverdownloads.blogspot.com. Não tivemos tempo para verificar se este é mesmo o site oficial para o download do arquivo, mas afirmamos que ele é seguro.

Assistimos o filme e adoramos, mas não daremos a nota do filme neste post. Haverá em breve uma crítica exclusiva para este filme