2ª Premiação Anual Lagarto de Ouro

Confira os candidatos e dê sua opinião sobre os melhores filmes de 2012!

LagARTÍSTICO #7: Diamonds Are A Girl's Best Friend!

A sétima edição do quadro LagARTÍSTICO traz uma galeria da eterna diva Marilyn Monroe!

Hitman: Absolution

O Assassino 47 está de volta, saiba a nossa opinião sobre o novo jogo!

BL Clássicos

Leia duas novas críticas no quadro BL Clássicos: "The Misfits" e "How to Marry a Millionaire".

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2.8.12

AMNESIA: Fear in Hands







We are proudly to present that 
Amnesia: Fear in Hands are now in full development by the Blaster GT (Blaster Lizard Gaming Team) who officially have a website in Mod DB and if anyone want to know more about this new expansion pack (Downloadable Content) you will must enter to our new forum in Mod DB.

We are going to try to give more info and news every day we can. Of course we'll be very busy during the making of and all the production who consist in soundtrack, programming, script, animations and voice recording. After all that steps, we will release the first version of the game. In another words, we will release a test version of the full game.

I hope You really enjoy all our features and we specially have made some videos who contain a few bonus tracks for the original and official Game Soundtrack. Time to sit down and relax hearing the masterpieces of music. Stay put and wait for news!

BLASTER LIZARD







JOIN NOW THE WEBSITE!
Amnesia: Fear in Hands

28.6.12

Grand Theft Auto 5 Já está pronto, apenas em fase de teste agora

SUPER E3 PREVIEW
GRAND THEFT AUTO V
Oquee? GTA 5 na E3? Você bebeu Lee?

De uma coisa todo mundo sabe: GTA nunca, em qualquer circunstância, foi para a Expo3. GTA 4 não teve nenhuma cena de gameplay vazada por aí até o dia de seu lançamento, em abril. GTA 5 também não, então acalme-se, não precisa se afobar. Mas não é porque não teve cenas do jogo na E3, que não tenha rolado algumas pequenas notícias que já foram confirmadas pela Rockstar.

Como você deve já ter lido no título antes de clicar nessa postagem. Sim, a Rockstar Games confirmou em seu fórum que Grand Theft Auto V já está pronto, sim, completamente... Porém, ainda faltam as fases de teste, na qual ela vai verificar se o jogo não possuí bug ou lag nenhum primeiro.

Eu estranhei quando ela falou isso, pois para a Rockstar, ela nunca demorou para lançar trailers de seus jogos. Porém, no intervalo de tempo de a Rockstar lançar 5 trailers de Max Payne 3 (sim, os 3 trailers de gameplay, o trailer de lançamento de PC e o Making Of, além dos outros pequenos trailers de gameplay) mas sim, e além disso, a IGN diz que muito possívelmente o segundo trailer de GTA V será lançado em agosto deste ano. Mas ainda não temos a mínima idéia de quanto tempo levará até que a Rockstar libere este jogo de uma vez.

Outra coisa também que me deixou maluco é que em Grand Theft Auto 5, uma novidade misteriosa foi colocada no game, e muitos acharam no começo que seria a possibilidade de entrar em qualquer prédio ou casa do jogo (oque GTA San Andreas quase conseguiu com o modo de furtos noturnos) porém a Rockstar respondeu que ela também gostaria muito de poder atender esse pedido, mas levaria o jogo a demorar muito mais tempo para ser produzido, mas ela ainda não negou essa possibilidade.

Bem, em relação a data de lançamento do jogo, existem duas possibilidades: uma delas seria no dia 23 de Outubro, uma data que vazou da mais segura fonte que poderia existir para uma notícia como essas: de um funcionário abençoado e iluminado que deixou vazar sem querer a notícia no currículo virtual dele, e a outra data seria 13 de Maio de 2013, dada por um site desconhecido.

Em relação ao personagem principal, acreditem se quiser, mas o nome já havia sido confirmado como Albert da Silva (É impressão minha ou eles estão muito obcecados com nomes brasileiros?) que foi oficializado pela Gamespot. O jogo teria apenas este personagem jogável, que de acordo com a Rockstar, teve problemas com uma facção criminosa em Vice City e veio para San Andreas (Los Santos no caso) para fugir de mais problemas e se aposentar de uma vez por todas. Porém como esse tipo de coisa nunca dá certo, para Alberto também não deu.

O mapa de Grand Theft Auto 5 também não foi confirmado, mas já o seu tamanho sim. O mapa será cinco vezes maior do que o de Grand Theft Auto 4 e terá que ser dividido em três partes de acordo com a Rockstar Games. E o modo multiplayer, contará com diversos outros modos, incluindo que os jogadores onlines serão divididos por reputação e grupos e eles poderão trabalhar entre si para descobrir coisas sigilosas dos grupos inimigos. Para a alegria dos fãs, neste título haverá cerca de 32 jogadores onlines por partida, o que vai acarretar em uma putaria geral, mas gostamos disso.

Outro Easter Egg bastante interessante, citado em vários outros jogos da Rockstar como Max Payne 3 e GTA The Ballad of Gay Tony, dá a entender dicas para o game, que de acordo com o próprio Dam Houser: 'Está aberta a qualquer tipo de interpretação' porém o jogo será o GTA mais ambicioso e mais hmm... digamos, ousado da série toda. Afinal, não tinha como a Rockstar não reconhecer o sucesso do seu jogo mais vendido de toda a história, que foi o San Andreas.

Voltando ao personagem principal, Albert da Silva, bem... O que sabemos [como um rumor quase quase confirmado] é que ele é um espanhol bem rico e que tem um filho chamado Kelvin (What The Fuck? O Leão Valente vai gostar dessa) e que o jogo dará a opção do jogador de usar substâncias ilícitas para ficar mais forte.

A volta de carros customizados terá uma atenção mais forte neste game, e outra coisa boa: armas também serão customizáveis, e os policiais do jogo, em determinada 'estrela' (nível de procurado) passarão a usar escudos, armas customizadas com maior poder de fogo e bombas de efeito moral que irá transformar Los Santos literalmente em uma zona de guerra.

As rádios também vão sofrer um upgrade, que levará elas a passarem a situação do trânsito em determinados momentos e também o clima. Dessa vez, haverá blitz e radares espalhados pelo local, e dependendo de sua velocidade nessas vias urbanas, policiais irão procurar você.

O nível máximo de estrelas permanecerá sendo 6, porém dessa vez, caso você consiga escapar digamos, dessas 6 estrelas, algumas das missões estarão impossibilitadas de serem jogadas por no mínimo 72 horas de acordo com o relógio interno do game (onde horas são passadas a cada 2 minutos).

Bem, essas foram os únicos rumores e notícias confirmadas que obtivemos na E3. Espero que isso possa ter alimentado um pouco sua fome por GTA 5 até que o jogo seja realmente lançado. Não tive um título melhor para colocar, mas garanti que você, curioso, clicasse aqui para ler esta notícia, que levou um trabalhão para fazer!




Este anúncio é um oferecimento de YouTube

20.6.12

Especial Batman




Criado em 1939 por Bob Kane, com um visual e personalidade sombrios que eram um diferencial na época, o Batman até hoje é um dos heróis mais icônicos e amados de todos. Nos mais de setenta anos desde sua criação, o personagem já teve várias adaptações para as mais diversas mídias, incluindo televisão, cinema, videogames e, é claro, uma enorme quantidade de graphic novels e sagas nos quadrinhos.

Nas últimas décadas, após os dois filmes de qualidade duvidosa dirigidos por Joel Schumacher, sendo o último um fracasso de bilheteria e crítica, a impressão que se tinha era de que as encarnações do Homem-Morcego no cinema estariam encerradas. Felizmente, em 2005 o personagem teve uma nova chance na tela grande com o filme Batman Begins, dirigido por Christopher Nolan. Retomando o tom sombrio e realista que havia se perdido nas duas adaptações anteriores, além de contar com um ótimo elenco, o filme foi um grande sucesso. Em 2008, foi lançada a continuação da saga iniciada por Nolan, o longa-metragem Cavaleiro Das Trevas (The Dark Knight), tendo alcançado níveis de sucesso de crítica e público ainda maiores que seu antecessor. E agora, em julho de 2012, está marcada a estreia do filme que fechará a nova trilogia: o aguardado Cavaleiro Das Trevas Ressurge (The Dark Knight Rises).

Até a data de estreia do filme no Brasil, marcada para o dia 27 de julho, a equipe do Blaster Lizard fará um especial focado no universo do Batman. Nesta página, você encontrará todas postagens feitas relacionadas com o especial. Fique ligado, pois estamos sempre atualizando!
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BATMAN: RESSURGIDO!
 por EL AMANTE FELINO

 
Em 1989, Tim Burton deu vida à lenda dos quadrinhos com o sublime "Batman", filme que o levou à fama e definiu parte da essência que conhecemos do Cavaleiro das Trevas, que ganhou uma excelente sequência em 1992, ainda mais sombria que a obra original; "Batman: O Retorno" (Batman Returns). Tim Burton estabeleceu padrões únicos para seus filmes, como o Batman de Michael Keaton, que ao contrário do conhecido nos quadrinhos, mata seus inimigos sem piedade (o que nos leva a perguntar se a criação do Coringa no filme de 89 fora um acidente, ou se o Cruzado de Capa deixara Jack Napier cair no tanque de dejetos químicos propositalmente), ou até mesmo a inesquecível Mulher-Gato esquizofrênica e bipolar de Michelle Pfeiffer. O fato é que todos os personagens desenvolvidos nos dois filmes de Tim Burton foram extremamente marcantes para quem teve o prazer de conhecê-los, e todos muito bem estruturados. 

Mas, em 1995, Joel Schumacher começou com a decadência do personagem nos cinemas com seu carnavalesco "Batman Eternamente" (Batman Forever). Por mais que o filme de Schumacher tenha rendido alguns bons personagens, como a Dra. Chase Meridian, interpretada por Nicole Kidman, ou o Robin de Chris O'Donell, quem realmente acabou tornando "Batman Eternamente" assistível foram estes dois: Tommy Lee Jones e Jim Carrey. Respectivamente interpretando Duas-Caras e Charada, a dupla consegue arrancar risadas do espectador por toda a duração do filme, fazendo dele divertido, afinal de contas.

Em 1997, entretanto, Schumacher afundou a franquia mais lucrativa da DC Comics nos cinemas de vez com o fiasco "Batman & Robin". A interpretação de George Clooney como Batman consegue ser inferior à inexpressiva (pra dizer no mínimo) de Val Kilmer no filme anterior, além dos visuais alcançarem o ápice da extravagância e as demais atuações beirarem o humor pastelão (da-lhe Arnold Schwarzenegger fazendo piadinhas sobre frio a cada 15 minutos), e o desnecessário acréscimo da Batgirl à trama, que aqui é sobrinha do mordomo Alfred Pennyworth, e não filha do Comissário Gordon. Por falar em Alfred, palmas para Michael Gough, que suportou ficar na franquia moribunda após a saída de Tim Burton e manteve uma ótima atuação, mostrando que ao contrário dos outros, ainda levava seu personagem a sério. Parabéns, Michael Gough, o mais marcante Alfred da história de Batman nos cinemas.

Joel Schumacher planejava levar a série adiante com "Batman Triumphant", que contaria com o retorno de George Clooney como Batman e o de Jack Nicholson como o Coringa. Na história, Harley Quinn apareceria como filha do Coringa, querendo se vingar do Batman por ter matado seu pai (e nessas horas você lembra que os Batmen de Burton e Schumacher são uma franquia só...), contando também com a presença do Espantalho, que segundo rumores, seria interpretado por Jeff Goldblum. O Coringa de Nicholson voltaria através de uma ilusão criada pelo Espantalho na cabeça do Batman, com uma toxina. Apesar de admitir que eu fiquei curioso para ver como esse filme teria saído após ler sobre, "Batman Triumphant" foi, felizmente, cancelado, devido ao enorme fracasso de "Batman & Robin". A única coisa positiva que podemos nos lembrar do legado do Batman de Joel Schumacher é a trilha sonora de Jerry Goldsmith, que apesar de estar longe de superar a composta por Danny Elfman para os filmes de Burton, fora excelente.

Eis que, em 2005, Christopher Nolan surgiu com seu "Batman Begins" e instalou um novo padrão para o personagem nos cinemas. Baseado na graphic novel "Batman: Ano Um", de Frank Miller, "Batman Begins" explorou um ponto nunca vasculhado antes no Batman cinematográfico: Sua origem. Como contar a história do Cavaleiro das Trevas no cinema, desde a morte de seus pais? Para tal, Nolan estabeleceu uma temática importante: O medo. Para explorar tal tema, a ilusão e a teatralidade seriam usadas. A fórmula deu muito certo, e tivemos um filme de Batman que beirava a perfeição. 

Em 2008, veio "O Cavaleiro das Trevas" (The Dark Knight), sequência que redefiniu Batman para sempre - não só nos cinemas. O Coringa sombrio e esquizofrênico de Heath Ledger não pode ser esquecido, pois além da representação grandiosa do jovem ator embasada nas versões mais obscuras do personagem ("Asilo Arkham"; de Grant Morrison e "Coringa"; de Brian Azzarello, são alguns bons exemplos), o vilão era a chave para desencadear a temática do filme: O caos, que viria a ser explorado com fogo. "O Cavaleiro das Trevas" não se tornou apenas a melhor adaptação de quadrinhos de todos tempos, mas ainda é considerado um dos melhores filmes já feitos na história.

E agora, Christopher Nolan está para encerrar sua trilogia, que vem sido divulgada como "A Lenda do Cavaleiro das Trevas", com o vindouro "O Cavaleiro das Trevas Ressurge" (The Dark Knight Rises), que contará com a presença do controvérsio vilão Bane (que já apareceu como um capanga monossilábico da Hera Venenosa em "Batman & Robin") e da Mulher-Gato, interpretados respectivamente por Tom Hardy e Anne Hathaway. Tanto Bane quanto a Mulher-Gato serão explorados de formas totalmente diferentes das já feitas nos filmes de Burton e Schumacher, e o filme em si, irá utilizar como temática a dor, usando a destruição como forma de exploração. Muitos dizem que Bane quebrará a coluna de Batman no filme, como em "A Queda do Morcego" (Knightfall), mas pessoalmente, eu duvido que isso venha a realmente acontecer. Uma coisa que o senhor Christopher Nolan sabe fazer muitíssimo bem, além de filmes, é guardar segredos. Por mais que já tenham sido lançados vários trailers e TV Spots para o novo filme, ele permanece totalmente imprevisível. Abaixo seguem os trailers já lançados.








4.6.12

FanMixCon: Um Evento Majestoso, Rico em Entretenimento e Maravilhosamente bem Coordenado

COBERTURA BLASTER LIZARD
FANMIXCON


SOVIET CONNECTION:

Bem... Como é que eu posso introduzir uma crítica que não se trata nem de filmes, livros ou jogos? Bem jogos e filmes farão parte desta crítica (não me lembro de livro algum lá, mas música também estará envolvida)... Enfim, de qualquer forma, será uma crítica diferente de qualquer outra que já fizeram neste site. Bora começar!

AMBIENTE
Bem, o local foi muito bem escolhido, o evento se passou aqui em Campinas, SP. Mas precisamente no Campinas Hall perto do Shopping Dom Pedro. Foi um local muito bem decorado, porém, a área em si é bem pequena. De qualquer forma, ambos os andares foram muito bem utilizados  e com eficiência. Na parte de cima do local havia barraquinhas vendendo DVD's de Animes, perucas de Cosplays, orelhinhas de gatinha e tocas de Charmander, pandas, Shadow (do Sonic) entre várias outras como a do PedoBear que está na minha cabeça agora enquanto eu escrevo esta crítica. Já o andar de baixo ficou reservado como um palco para shows e festivais, incluindo o desfile de belas garotas fantasiadas com os mais diversos Cosplays para a loucura dos garotos e os games para a maior alegria deles ainda.

O lado de fora ficou reservado para a venda de alimentos e a venda de bebidas também, além de pequenas bugigangas como alguns 'outdoors' ambulantes que estavam divulgando o torneio de Video-Game.

GAMES
A área de games ficou bastante interessante, com CPU's monstrar que fazia você pensar: 'MEU DEUS! Como isso é possível? Eu não acho essas coisas para vender, só sei lá, sequestrando a filha do presidente e pedir uma dessas como resgate' entende? E cada CPU dessas ocupava um computador rodando Crysis 2, Fear 2 e Sniper Elite V2 em 3D. Tudo bem... Claro que gozante! Mas ainda sim foi um pouco complicado conseguir jogar, pois eram muitas pessoas para estes computadores específicos, e então, ficou um pouco desorganizado.

Mas ainda sim, existia notebooks que estava rodando o Lead of Legends (sei lá como se escreve isso!) para um segundo torneio online deste RPG, eu particularmente não participei, mas assisti, então vi toda a organização e ficou muito bem feita, neste caso, existia quase 7 ou 8 monitores ativos o dia todo.

COSPLAYS E SHOW DE ROCK
O concurso de Cosplays foi fantástico, cada coreografia e atuação uma melhor que a outra, com bonitas concorrentes e um cara muito falão. Sério! Caramba, por que o cara não calava a boca!? Ficava falando de quantas horas ele demorou para passar da última música do Guitar Hero 3.

Quanto ao show de rock, devo confessar que apesar de curtir muito música e conhecer o pessoal da banda, ainda assim deixou a desejar, pois foi mais dor de cabeça do que qualquer coisa e eu não curto coisas que me deixam com dor de cabeça, então não vou falar nada. Mais garanto que muita gente que estava lá curtiu e ficou bem agitado durante o espetáculo.
LUTA DE ESPADAS, RPG DE MESA E ANIME
Bem... Teve um outro torneio que reunia os melhores vídeos amadores de Animes e Mangás. Ficou muito legal, mas parecia que aquelas caixas de som tinha algum problema muito sério! O som saia ruizinho, mas não chegou a incomodar.

A luta de espadas superou até mesmo a de Otaku no Nippo, que você precisava pagar 10 reais, porém, neste evento você só precisava pagar 5 e jogar a vontade. Havia escudos, machados, adagas e espadas longas, pequenas e grandes. Para todo tipo de divertimento.

Havia uma super salona externa onde ficamos e lá teve diversos RPG's de Mesa e MagicCards para o pessoal se distrair. Eu não tenho MagicCards e nunca pude me aprofundar na arte do RPG de Mesa, então estas não foram as melhores partes para mim.

MACHINIMA
Bem... Eu não preciso dizer muita coisa, apenas que um Parceiro da Machinima é um Parceiro Blaster (JaaaoBR) e também que todo o pessoal da Machinima estava lá para prestar homenagem ao nosso trabalho e a tirar fotos com a gente: MarqueZero, Phionex e Fodones estavam lá comigo! E bem, THIS IS A HELL OF HANGOVER BRO
NOTA FANMIXCON● ●  ● (4/5) - Ótimo 




EL AMANTE FELINO:

 Já faz um certo tempo desde que fui em um evento anime, e confesso que já estava sentindo falta desta atmosfera e principalmente de COMPRAR COISA PRA CARALHO. É, dessa vez fui preparado (mesmo tendo sido informado do evento poucos dias antes da data), e tive um real good time lá. Digamos que esse foi o quesito que mais explorei na feira (como sempre); as compras, e as estandes estavam relativamente variadas. Entretanto, senti falta de uma barraca específica para quadrinhos. Anyway, vamos falar sobre o evento em si.

A FanMixCon costumava acontecer em Campinas no Instituto Brasileiro Nipo de Cultura Japonesa, ou seja lá qual for a ordem certa pra esse nome, porém desta vez a conferência escolheu o clube Campinas Hall como cenário. E sejamos honestos - os moradores de Campinas devem concordar que o Hall é um espaço MUITO superior ao Nipo para qualquer tipo de evento, mesmo sendo notávelmente menor. Além de sua bela estrutura exterior e interior, que ao contrário do Nipo, lida muito bem com a lotação, o clube aproveita de um espaço externo bastante agradável, onde a maioria das barracas de comida se localizam - mas também, a arena de batalha campal, estandes de workshop e mesas de RPG.

No ambiente interno, os jogos tanto de console quanto de PCs dominavam as telas. No primeiro andar, tínhamos um campeonato de League Of Legends acontecendo nos PCs, que era retransmitido em um telão para que os espectadores pudessem assistir à vontade. Enquanto nos outros PCs, os gamers de plantão podiam desfrutar de uma jogatina de Crysis e Sniper Elite em três monitores para cada um dos dois jogos. No segundo andar, um campeonato de Starcraft II ocorria, que você poderá ler mais sobre na cobertura do redator Mac Pertel.

Nos consoles, tínhamos Mortal Kombat, Ultimate Marvel vs. Capcom 3 (em que perdi uma partida para o Soviet Connection, DAMN YOU!), Call Of Duty: Modern Warfare 3, Street Fighter vs. Tekken, Naruto Shippuuden: Ultimate Ninja Storm Generations, Rockband 3, Kinect Dance Central 2 / Kinect Sports 2, Super Smash Bros. Brawl, Just Dance III e PES 2012. No último dos PlayStation 3 disponíveis, era permitido que um participante do evento levasse algum jogo seu para o pessoal se divertir. Neste, pude acompanhar partidas de Dragon Ball: Raging Blast 2 e o clássico Silent Hill, de PlayStation One.

 Tínhamos nesta edição da FanMix desde cospobres à realmente ótimos cosplayers, alguns foram até perseguidos por nossa equipe da Blaster Lizard e seus convidados. Os cosplays também eram bastante variados, incluindo personagens de animes, games, filmes e quadrinhos. Havia até mesmo o trio Ryu, Ken e Cammy, de Street Fighter, e uma cosplayer da Babydoll de Sucker Punch: Mundo Surreal, em quem não pude deixar de passar uma cantada com as famosas plaquinhas, e fui retribuído com uma risada e um "Prefiro não comentar sobre isso" divertido. 

Quem conhece o meu canal no YouTube, Saborside124, sabe que de vez em quando posto clipes musicais editados com filmes que gosto. Ao saber que haveria um concurso de AMV (Anime Music Video) na FanMix, fiquei animado para a próxima conferência, em que com certeza estarei participando do concurso. Dos vídeos apresentados, só pude assistir a três, sendo dois de animes que não conheço e um de Death Note, que devo dizer, apesar de não estar a lá muito sincronizado com o ritmo da música, foi bem encaixado pelo editor com a letra de Let The Bodies Hit The Floor, do Drowning Pool. 

Com meus colegas, pude presenciar um show do músico Kiko Loureiro, que olha, deu um inferno de um espetáculo! O mais puro Rock n' Roll e Heavy Metal, desprovido de um acompanhamento vocal (que, honestamente, seria desnecessário), pôde ser ouvido naquele salão. Além de Loureiro, houvera uma apresentação de canto e dança de K-Pop (Música Popular Koreana) que, até onde acompanhei, fora feita por dedicados fãs do gênero.

Bem, pessoal, isso é tudo o que posso comentar sobre a FanMixCon 2012, e fiquem atentos, pois este ano ainda teremos mais conferências para ir e postar sobre aqui no blog. Finalizo minha cobertura deixando claro que a FanMixCon 2012 foi DO CARALHO.

COBERTURA FANMIXCON DA BLASTER LIZARD




2.6.12

BOLETIM DE JUNHO: Parcerias e Críticas em Vídeos

BOLETIM DE JUNHO
 PARCERIAS, FANMIXCON E CRÍTICAS EM VÍDEO PARA BLASTER LIZARD







Bem... Muitos de vocês já devem ter assistido a primeira LiveStream que aconteçeu no dia 18, apresentando toda a equipe Blaster Lizard e alguns parceiros novos, como o TheSecondBeef e o CustomGame (que está promovendo o concurso do jogo da Steam, você ainda tem a chance de ser o ganhador de um jogo de até 60 dólares a sua escolha) e é exatamente sobre isso que iremos abordar desta vez.



O canal BLASTER TV vai sofrer algumas mudanças... Calma calma! Não tem por que se preocupar, ainda iremos discutir sobre a coisa que fazemos de melhor: Games, Cinema, HQ's e muito mais. Porém vai rolar da seguinte forma. Um Gameplay vai rolar e um convidado especial estará junto comigo e com TheSecondBeef OU CustomGame em um debate franco sobre os mais novos lançamentos ou as mais novas notícias. Assim ficará algo mais rápido e não terá o risco de dar problemas no áudio.



Outra coisa interessante é que neste domingo estaremos na FanMixCon, graças a CUSTOM GAME e a BLASTER LIZARD faremos uma reportagem especial (espero que dê certo) que estará em meu canal e no canal da Blaster Lizard.


Mais uma coisa importante. agora estarei fazendo críticas de jogos para a Blaster Lizard em vídeos. Sim, gameplays comuns. E isso serve tanto para o quadro CLÁSSICOS DA BLASTER ESPECIAL VIDEO-GAMES como para os lançamentos. Estou fazendo 2 críticas agora dos jogos GTA 2 e do Call of Duty Modern Warfare 1 (eu sei que é um atraso, mas não importa, aqui o que interessa é conteúdo) e estarei logo fazendo de Skyrim, Assassin's Creed entre outros mais.


Ps: Foi tão baratinho que não tinha como não ir. A tentação fala mais alto e onde o entretenimento estiver... A Blaster também estará!


Até a FanMixCon galera! Curtam ai! E pra quem não comprou ainda, hoje é o último dia que pode-se comprar por este preçinho, amanhã é só por R$18,00 reais, e não se esqueça! O Evento é amanhã viu pessoal!






31.5.12

Dead Space 3 Imergirá das neves e não será só Clarke que irá se sucumbir ao terror novamente


PREVIEW ESPECIAL E CRÍTICA com alguns spoilers
DEAD SPACE / DEAD SPACE² / DEAD SPACE³
AS IMAGENS DOS 3 JOGOS ESTÃO DISTRIBUÍDAS ALEATORIAMENTE


Vários rumores bem diferentes circularam em torno de um dos jogos de terror mais épicos da história da última geração, fazendo o fio da nuca arrepiar, trazendo Isaac Clarke, um tripulante (ex-tripulante agora né?) da maior e mais conhecida nave mineradora da galáxia: USG Ishimura. E bem, considerando que esta matéria é um especial, então irei criticar os três jogos neste post! Então prepare-se pois a matéria será longa. Pegue seu refrigerante, salgadinho, ligue uma música aqui da Playlist (vou disponibilizar novos tracks) e mande brasa na leitura pois faz muito bem!

DEAD SPACE: Uma doce ilusão.
O primeiro jogo da série deu literalmente a entender que nem tudo que esperamos que seja é o que realmente é, e isso serve para o jogo inteiro em si, pois o clima e ternura envolveram este exato conceito: queremos surpreender o jogador a todo momento e em todo instante.

O jogo realmente funcionou exatamente dessa forma, inclusive, no começo do game, ao 'naufragar espacialmente' na USG Ishimura, uma espécie de transgaláxias do universo, uma nave gigantesca, que poderíamos até mesmo comparar com Prometheus (a nave de O Oitavo Passageiro) que servia de posto para os tripulantes decerem nos planetas próximos a que a nave estaciona para procurar por minérios já que toda a riqueza mundial havia se esgotado e o mundo não passava de uma grande 'bola vazia'.

Ai conhecemos USG Ishimura, uma nave que apesar de feia em sua estrutura e ambiente, ainda sim é bem eficiente, e inclusive moderna, o que envolve jogabilidade, que eu irei comentar mais tarde. A nave foi encontrada abandonada, pois poucos segundos antes de a sua nave cair, o piloto pede ajuda e informa a USG que estariam caindo em direção a ela, mas ninguém responde de volta. É ai que vai começar a tensão (ou seja, logo depois da primeira cutscene).
John Carver em sentença de morte no planeta Uxor.
O bacana é que a história do jogo não é contada por diálogos com o personagem, pois desde o começo até o fim, ele é completamente mudo, enfrentando todos os perigos de bico calado. Mas claro que isso não afeta o comprometimento da história, pois sua mágica é que a storyline é contada de maneira digamos não linear, onde você vai ver muitos vídeos passando em televisores, rádios, walkie-talk de pessoas que morreram, e as pessoas do outro lado da linha estariam gritando por socorro e lógicamente as pessoas que circundam você, que se baseiam em um homem, Benjamim Malthius (Hertzler) e uma moça, denominada por Kendra Daniels (Tonantzin Carmelo) que acompanham nosso engenheiro até os confins da galáxia. Porém logo depois, vimos que quem trouxe Isaac Clarke até a Ishimura foi algo maior que somente o destino. Sua namorada, Nicole (Iyari Limon) estava trabalhando ali e ele, em um impulso amoroso, corre para tentar resgatá-la.

Claro, tudo bem, os três sozinhos em uma espaçonave quase do tamanho da nave mãe alienígena de Os Vingadores, porém abandonada. Imaginam que não tinha como ficar pior não é? Mas sim, existe! Os tripulantes dessa nave a abandonaram por um motivo correto? Ninguém chegaria ali sem tripulantes e pilotos, mas a graça é a maneira que o jogo nos envolve utilizando pequenas mensagens subliminares para pensar: a nave não está abandonada, houve um genocídio aqui dentro. E é exatamente este genocídio que você encontra quando começa o jogo, logo nos primeiros minutos.

O jogo pede que você cumpra uma série de missões muito bem desenvolvidas pela EA Games, e além do mais, bem criativas, no modo história, só posso reclamar do fato que nosso personagem não fala, pois isto se tornaria pelo menos 10 vezes mais esclarecedor para os ouvintes de plantão entenderem a história mais fácil e não viver para procurar intels de informação por ai. O jogo possuí legendas em espanhol, inglês e francês se não me engano, e os áudios correspondem as mesmas línguas respectivamente. A dublagem é boa, eu joguei Dead Space tanto em inglês e espanhol (sou de descendência espanhola) e entendo muito bem a linguagem. Foi inclusive um alívio ver que assim como muitas pessoas estão dando tanto atenção para a língua brasileira, eles continuam ainda tentando melhorar suas dublagens escrotas. Quando o timing de áudio só posso criticar em relação ao envolvimento, pois lábios se mexendo ou barulhos humanos não iremos escutar ou ver, salvo nos VideoLogs do jogo e os barulhos de ossos e membros sendo destroçados, como os de Clarke. Fora isso, a mixagem está excepcional, os ecos muito bem feitos e colocados de forma sutil: ecos mais longos para grandes corredores e grandes salas e ecos pequenos e curtos para salas menores ou mais arejadas.

Isaac Clarke em ação em Tau Volantis com sua nova roupa e armas bizarras.
O jogo apesar de não disponibilizar diálogos com Isaac, ele ainda assim murmura e interage muito físicamente com o personagem, e o mais bacana, com o envolvimento. Voltando a explicar sobre o ambiente futurístico e moderno que eu havia comentado antes, todas as portas e aparelhos foram estabelecidos por uma conexão quase a bluetooth (a melhor comparação que pude dar) onde você chega perto de um dispositivo, e sua roupa mecânica no maior estilo Homem de Ferro se abre, liberando uma portinhola por onde dados são transmitidos para o dispositivo, que cumpre a ação desejada. Vejamos por exemplo portas, você chega perto delas e com um simples apertar de X ou Y (varia-se para console) e a porta abre, ou dispositivos onde você pode escolher o andar do elevador, o que abrir ou fechar etc. Isso de certa forma é muito legal, mas mesmo assim é monótono e chega a ser enjoativo ter que ver praticamente o mesmo tipo de ambiente toda santa vez em um jogo gigantesco.

Outra coisa bacana são os gráficos do jogo, que apesar de não ser a melhor coisa do mundo (me refiro a crítica de DEAD SPACE 1, não generalizem pois não cheguei lá ainda) mas sua engine é fantástica, ao visualizar holografias em sua roupa, você pode velas em 360º numa boa, e ainda consegue ver pela tranparência o Issac sobre a holografia como se fosse mágica, VidLogs também estão neste meio, fazendo com que você veja a imagem de forma invertida. Tudo isso é ótimo, os inimigos alienígenas sendo destroçados são fantásticos e as mortes além de sanginolentas, são muito bem feitas. Mas uma coisa que os produtores não permitiram no game que foi um ponto negativo para o jogo é a liberdade de movimento, que se resumem em apenas socar, atirar, função secundária, botão de ação, chutar, correr e mirar, stasis (congela seu inimigo através de uma força gravitacional artificial) e a telecinésia (não pense que é mágica, é um dispositivo levitador que possuí este nome).

Poxa gente! Os Necromorphs também tem o direito de quererem um abraço amigo.
As suas bugigangas são bem bacanas, contendo o stasis que é bem útil contra inimigos imortais, que não importe a caralhada de tiros ou explosões que recebam pois eles irão regenerar e a 'telecinésia' para resolver puzzles, acabar com armadilhas ou sobreviver a obstáculos. O jogo aproveita muito bem o que ele oferece, e oferece bastante, inclusive a capacidade de voar livremente pelo espaço em gravidade zero ou por espaços anti-gravidade de dentro da Ishimura. Porém não posso deixar de citar que mesmo o jogo sendo muito criativo e tudo o mais, ele ainda assim não inova em sua maneira de jogar além de leves momentos épicos que o jogo oferece como os bosses e as fazes no espaço.

Por fim e ainda abordando um último assunto é: (farei através de uma pergunta) Este jogo dá medo? Sim! E bote medo nisso, para os medrosos será um tanto quanto impossível jogar isso, pois o que Amnesia dá de medo e susto, Dead Space dá em tensão, em um mundo sem vidas, sem amigos, sem suporte, com excassos kits e objetos que tornam essenciais a caça por eles em um lugar onde Necromorphs (alienígenas que invadiram a nave) destroem tudo que encontram em seu caminho, para habiturem no Marker (minério alienígena que é a fonte para a sobrevivência deles e foi este tesouro que os humanos encontraram que os trouxeram para lá).

DEAD SPACE²: O terror está de volta
Com a sequência, o rumo do jogo mudou definitivamente. Agora Issac Clarke havia passado 4 anos em coma em Titan, a maior lua das 62 de Saturno. Ele foi trazido para lá 'em segurança' depois de ter escapado sozinho da tragédia de Ishimura, uau! Que ótimo, ele saiu de uma nave para ir para uma lua que ainda estava a centenas de anos luz da Terra, que gratificante! Tudo bem, é claro que Issac não poderia ter sido levado para a Terra pois Issac agora está morrendo quando o Marker afeta seu cérebro com informações alienígenas que não param de aparecer.

Desta vez a EA Games, juntamente com a Visceral Games (produtora de THE DIVINE COMEDY: DANTE'S INFERNO) produzem Dead Space II com o dobro de cuidado e carinho, e como ambas empresas são famosas por sempre ouvirem os fãs e a atenderem, eles trouxeram um modo online que será julgado a parte nesta crítica. Voltando ao assunto do parágrafo anterior, mas abordando ele mais precisamente, Issac, ao acordar do coma, em seu modo stasis procura primeiramente saber o que aconteceu com sua tripulação e quer respostas de onde ele tá, porém ele perde a memória, pois sua cabeça agora só sabe do que o Marker quer lhe mostrar. E o jogo começa sem nem pé nem cabeça em um manicômio, com um cara tentando te ajudar, logo depois de uma breve cutscene de interrogação.

Quem quer um pedacinho de bife intergalático?
O jogo começa de forma frenética, a única pessoa que verdadeiramente tentou te ajudar no game morre nos 5 primeiros minutos, dando aquela sensação de: OQUE SERÁ DE MIM AGORA? E é bem isso... Mas lembram que eu disse INTERROGAÇÃO anteriormente? Exatamente, em DS2 você pode falar, com direito a algumas pérolas e humor bem fraco, para não tirar o clima de tensão que o jogo alastra em todas as horas de duração da fita.

Além disso, bugs diminuíram neste game, o que já é um grande avanço, incluindo ambientes mais comuns para nós jogadores humanos (a não ser que você seja um Necromorph, daí DEUS ME LIVRE) como lanchonetes, shoppings, praças, alas de relaxamento, (opa! Claro, muito, senta lá Cláudia) escolas, a Igreja de Unitologia (explicarei sobre isso ainda neste post) e muito mais. Ah! E não poderia me esquecer que os gráficos melhoraram muito! Mas agora, VidLogs estão em CG, apesar de não parecer muito, pois o CG foi usado não para cobrir defeitos (já que em DS1 não existiam) mas sim para deixar os efeitos de holografia mais realísticos. MESMO ASSIM, Dead Space 2 é um jogo sem o mínimo de CG, tanto que, um dos pontos positivíssimos desta sequência é que todas as cutscenes são jogavéis e é necessário que você interaja em tempo real sem ao menos saber o que fazer para não morrer nas garras de um Necromorph faminto.

Os inimigos estão mais diversos, porém a dificuldade do jogo aumentou absurdamente, pois enquanto você demorava para se encontrar com um monstro novo, para se adaptar ao anterior, neste, você é capaz de lutar com 30 espécies diferentes e somenta na primeira hora de game, praticamente todos do game passado já haviam passado por ali.

The Hive Mind
O jogo também aumentou muito de tamanho (é necessário 2 CDS pro X360, e isso não se deve a gráfico pois Dead Space apesar de bonito, não tem gráficos espetaculares assim como Castlevânia), e variou bastante em suas missões, trazendo Quick Time Events muito mais elaborados, bosses mais épicos, momentos mais tensos onde imaginamos que Isaac é o perfeito Nathan Drake do espaço e os detalhes foram incrementados com muito capricho (dou destaque para o capítulo 10, onde você deve reentrar na Ishimura completamente celada e destruída, com um ar de pelo menos 100 vezes mais assustador).

A história do game ainda sim não se baseia somente em aliens, assim como eu havia dito na primeira parte desta crítica. Mas sim em um todo, onde a história acaba se tornando finalmente linear a primeira e os intels apenas um extra para que ela se torne mais rica e divertida. A namorada de Isaac, Nicole, sofreu um trágico acidente no primeiro game, e descobrimos que ela havia morrido há muito tempo antes de Clarke ter chegado na nave (OUPS... SORRY... SPOILERS) e que ela havia sido o tempo inteirinho do primeiro jogo, apenas os primeiros sintomas da presença do Marker no cérebro de Clarke. Porém as coisas pioraram, Issac, se sucumbir a namorada, é capaz de se matar, e muitas vezes ela se torna um boss, mas na verdade, quando você a vence, você percebe que estava lutando com si mesmo e a melhor forma de vencê-la é ficar sóbrio diante desta realidade.

Não creio que achei defeitos para este jogo, e adorei experimentar o modo mais difícil do game, onde você não tem checkpoints nenhum, morre entre 3 ou 4 ataques, munição e vida se torna quase impossível de se encontrar, e o pior de tudo, durante todo o game, você só pode salvar........ 3 VEZES.

PS: Eu disse que iria falar o que era a Igreja de Unitologia não é? Bem, de forma clara e simples é apenas um bando de retardado que acreditam que o Marker é o iluminador, e que ele pode salvar o mundo da destruição, quando nos juntarmos aos Necromorphs (eles transformam os humanos em necromorphs depois de morto, portando, quando ver um necromorph suspeito, desmembre ele e todos os humanos mortos por perto).


DEAD SPACE³: Futuro novo em Tau Volantis
Além de nos ferrarmos frenéticamente duas vezes no espaço na pele de Clarke, uma terceira ainda não é suficiente para a Visceral e Eletronic Arts. Ontem, dia 30/05/2012, o teaser trailer de Dead Space 3 foi lançado, juntamente com algumas imagens (a primeira imagem do post está entre elas) e eu posso dizer que o jogo está simplismente espetacular.

Mais uma vez pudemos ver que a EA ouviu seus fãs, e agora, além de um multiplayer, um modo co-op está envolvido, o que leva a crer (e que já foi comprovado) é que Isaac não será o único personagem jogável da campanha e que John Carver, o novo personagem, será tão letal como Clarke, porém bem mais sombrio.

A história passa no planeta gelado de Tau Volantis, em uma das estações de EarthGov (Governo da Terra em planetas estrangeiros) há milhares de anos luz. E quando Clarke está indo a caminho da Terra, o sistema de sua nave falha e o leva para outro lugar, fazendo ele cair acidentalmente em Tau Volantis, provocando uma reviravolta em EarthGov. Além do mais, depois de fugir de um manicômio e trazer os necromorphs para a estação Titan, nada mais justo do que um mandado de prisão para Clarke, porém ele vem em boas intenções, salvar as pessoas que estão sendo atacadas por uma nova espécie de alienígenas, também descendentes de Necromorphs, porém mais inteligentes, chamadas de Hive Mind pelos humanos.

Não se tem detalhes da história em si do jogo, mas de uma coisa eu posso dizer: Marte, é um dos planetas que Isaac passará até finalmente poder voltar a Terra e descansar....... Ou não.



NOTA DEAD SPACE: ● ●  (3/5) - Bom
NOTA DEAD SPACE 2: ● ●  ● (4/5) - Ótimo
Um jogo de terror excelente! Que visa melhorar a cada título

30.5.12

PARTICIPE DE UM DOS MAIS ESPERADOS EVENTOS DE GAMES DO BRASIL - FANMIXCON


Um dos mais divertidos eventos de entretenimento chega em Campinas - SP para fazer a rapaziada campineira ir a loucura. FanMixCon é um evento conduzido pela excelência do trabalho de Thiago.
Após um convite da CUSTOM GAME para ir ao evento de games da FanMix, não tinhamos como recusar, pois seria uma oportunidade inédita de fazer uma coisa diferente, fora de críticas ou previews de filmes e games. Seria algo mais dinâmico, rápido e divertido onde com uma simples câmera na mão já seria mais do que suficiente para gravar um belíssimo trabalho.

A FanMixCon vai ser neste dia 3 de Junho, no Campinas Hall. As informações sobre como adquirir o convite e como participar além de outras coisas podem ser encontradas no WEBSITE DA FANMIXCON.

Teremos lá a presença de uma grande quantidade de pessoas muito bacanas como Marqueszero e Denis (da Machinima) entre outros como muito provavelmente Cauê Moura e o grupo do Mundo Canibal. Lá terá todo tipo de gincana e brincadeira, como concursos e torneios de video-game. E não é só isso, além de tudo, Cosplays e belíssimas garotas serão uma atração a parte para a festa. Incluindo Arenas Medievais, partes dedicadas a arte como origamis, desenhos, animekê e muito mais.

Esperamos pela presença de vocês internautas da Blaster Lizard! Estamos divulgando este evento juntamente com a CUSTOM GAME por que nossa missão não é apenas mostrar as coisas para o outro lado da tela de seu computador e sim fazer com que você possa viver todas elas!

6.3.12

Assassin's Creed 3 (ATUALIZADO) - 'Será Nosso Tempo de Nos Libertarmos... Ou de Sermos Condenados a Escravidão?'



PREVIEW E NOTÍCIAS
ASSASSIN'S CREED III

'Nossa! AC 3 na Revolução Americana? É fake! Não faz o menor sentido.'... É, essa com certeza deve ter sido a primeira impressão de muitos gamers por ai. Mas já faz algum tempinho já (e bota tempo nisso) que a Ubsoft disse que é exatamente isso que abordaria o nosso novo espetacular Assassin's Creed 3, que pelo visto, o orçamento de AC III é o dobro de AC Revelations... O que nos espera agora?

CONNOR E A MACHADINHA

O nome do novo assassino é Ton Connor (ou Ratohnhaké, que pelo visto, é um codinome), ele é um mestiço inglês que vive na terra de Mohawk, que foi criado por nativos americanos da fronteira. O jogo até agora se sabe que se passará entre 1775 a 1783, e se ambientará em diversos lugares como em na cidade de Nova Yorque (incluindo o grande incêndio de 1776), em Boston e na Vila Forge, durante o inverno tenebroso de 1777. Pelo que se sabe, todo o mapa que será situado nas fronteiras do jogo (isso NÃO inclui as cidades) será 1,5 maior que toda a terra de AC Brotherhood.


Outra coisa interessante, é que desta vez, o jogo não se resumirá em apenas do enredo do jogo, ou seja, desta vez a Ubsoft quis inovar de outras formas também, que de certa forma, algumas delas podem ser até muito arriscadas, uma delas, é que o próprio jogo reconhecerá seus inimigos durante o combate, ou seja, não existirá mais a mira manual do jogo, onde vc irá mirar na pessoa para depois começar o combate, sim claro, isso será algo que deixará o jogo bem fluído, dinâmico e mais ligeiro, mas vai ser um pouco difícil se acostumar com isso primeiro.

Outra coisa bacana é que a agora, a parte do clima também sofrerá mudanças, ou seja, inverno, outono, primavera e verão serão algo em constante mudança no jogo. E até se diz que no inverno, guardas e pessoas levarão engraçados tropeções na neve. Com certeza será bem legal empurrar uma pessoa nessas condições, e ajudará muito em combate também é claro.

Animais é outra novidade muito interessante, onde você deverá caçá-los para obter recursos pessoais que levará em sua jornada. Eu particularmente não tenho idéia da razão que isso irá proporcionar, e que tipos de utensílios serão obtidos, mas com certeza, vida, será uma delas. 

Bem, quanto ao costume do personagem, suas roupas foram uma das coisas que mais me chamaram a atenção, e olha que ela não é tão detalhada como a de Assassin's Creed Revelations, cheios de acabamentos e outras coisas além. A roupa de Connor é simples assim como a de Altaïr (aliás, o personagem é realmente bem parecido com ele) porém, praticamente toda sua roupa é feita de couro inglês, típico daquela época, onde era o material mais resistente contra armas de fogo.



Outra coisa que todos nós pudemos ver no trailer, é que Connor, além de poder escalar em casas e edifícios, também será capaz de fazer parkour em árvores e de também digamos, se aproveitar de uma habilidade muito conhecida nos RPG's por ai, que inclusive, existe em Skyrim, que é o Fast Travel, assim como teve em Revelations, o Fast Travel será utilizado por conta que o mapa será muito robusto para se explorar sem estes benefícios, assim como se podia em Assassin's Creed II e AC I.

Connor terá uma arma que pelo que sabemos, será permanente, assim como a Hidden Blade. Que é o que me parece ser o Assassin Axe, um machado dos assassinos (que também pelo que sabemos, será capaz de dar multi-kills e diversos takedowns assim como a hidden blade), que levam com eles o símbolo da ordem. Não houve aparição nenhuma da hidden blade até agora, o que no começo me deixou preocupado, pensando que não haveria neste Assassin's Creed a tão milagrosa faca, que me poupou de muitas fugas. Mas logo depois, a hidden blade também havia sido confirmada.
O PORTUGUÊS
Recentemente foi divulgado, por fontes seguras, que Assassin's Creed III será traduzido para o português, assim como AC Revelations, mas com um detalhe: ele também será dublado em português do Brasil. Haverá alguns que ainda irão optar pelo áudio original de Connor, mas para aqueles que querem um toque melhor na jogabilidade, para entender a história de forma mais clara, poderão optar para usar esta opção!



Rest in Peace France



21.2.12

Assassin's Creed Revelations Retoma a História de Altair e Revela todos os Segredos por trás da biblioteca de Masyaf


ESPECIAL com Spoilers
ASSASSIN'S CREED: REVELATIONS

"Eu deixei Roma há doze meses atrás na procura de... Inspiração, e ela me trouxe até aqui." Ezio Auditore Da Firenze

Ezio, Ezio, Ezio... Quem diria que o menino prodígio um dia iria virar herói, explorador dos tesouros tão profinos e longíguos quanto a idade de seu dono, Altaïr Ibn-La'Ahad, cavaleiro que fez história e jus ao cargo de assassino na irmandade durante a Terceira Cruzada, conhecido por ser teimoso e nunca acatar com as ordens propostas.

Altaïr pagou o preço da desobediência muitas vezes, mas nunca deixou sua guarda cair pelos outros. E sempre obteve sucesso em todas quase todas as suas conquistas.

Em AC: Revelations, Ezio fica a cargo de procuras pistas para realmente entender o que seria o lema tão usado pelos Assassinos da Ordem:

'Nothing is True, Everything Is Permitted' (No português: 'Nada é Verdade, Tudo é Permitido') onde nem Altaïr foi capaz de entender, pois as respostas estão guardadas pelos antigos, e quando digo antigos, quero dizer de muitíssimas gerações passadas, na época de Adão e Eva.

Em Assassin's Creed II Ezio se vê diante de pistas impostas pela Deusa (de acordo com os Romanos) Minerva, que lhe explica que eles ainda são tolos para entender o significado da maça, e que eles são apenas artefatos, objetos na qual são usados para passar a mensagem para o verdadeiro profeta, que no caso, parece ser Desmond Miles.
Desmond Miles - O Bartender
A Estória por trás de Desmond Miles é ainda um mistério, após 6 meses atrás 
de AC Revelations (contando apartir da época de Desmond, em 2012), D. Miles é enviado como um prisioneiro para um laboratório de pesquisas de DNA chamada de Abstergo. Ela foi responsável por capturar as lembranças que supostamente Desmond as guardava para si, que continha informações valiosas de Ezio e Altaïr, e enfim, sobre a pedaço do éden também.

Desmond é categorizado como o Sujeito 17, ou seja, a décima sétima cobaia a testar o Animus e compartilhar o que sabe com ela, para o estudo de um cientista em particular que Desmond ironicamente chama de Doc (doutor).

Desmond é bartender e em Assassin's Creed 1 isso é nomeado várias vezes, tanto que, todas as partes jogáveis com Desmond M. seu objetivo é sempre o mesmo, tentar arranjar uma maneira de fugir, buscar respostas (ou mais dúvidas) e por fim, voltar para a Animus 1.85

Desmond logo em seguida é levado a fugir de Abstergo após descobrir que o "Doc" se tratava de um Templário e que não tinha boas intenções com Des, afinal, no jogo inteiro, seu objetivo foi assassinar os templários e responsáveis por querer o dono do poder, ou da verdade absoluta, que é contida em um artefato muito surpesticioso chamada por "Pedaços do Éden" onde uma delas, a primeira a ser encontrada, é a Maça do Éden

Maça do Éden - Nada é Verdade, Tudo é Permitido.
Durante os jogos de Assassin's Creed, o lema dos Assassinos conhecido como  

Nihil verum Omnia Licita (latim) ou seja: Nada é Verdade, Tudo é Permitido.
Porém somente no Assassin's Creed Revelations é de fato traduzida o que esta
expressão procura passar.

De acordo com Ezio Auditore, no fim da sua jornada para Masyaf, após possuir as cinco chaves que dão acesso a toda revelação sobre a maça e a verdadeira realidade do mundo, contida na biblioteca de Altaïr, Ezio e Sofia, bibliotecária que ele passa a conhecer quando seu peregrino em busca da maça o leva para Constantinopla, um lugar lindo, mas cheio de problemas graças a presença Templária no local, como era de se imaginar.

Ezio Auditore da Firenze conhece então o um dos grandes herdeiros do trono de Constantinopla, o tão conhecido como Príncipe Solimão, filho de um dos maiores símbolos do comércio e da cidade naquela época. Pois em AC Revelations, o problema é muito maior do que apenas encontrar as cinco chaves de Masyaf.

Solimão passa por muitos problemas quando uma briga pelo lugar do pai no cargo de chefiar a cidade de uma vez por todas, e isso gera uma horda de assassinatos e de acordos com pessoas sujas e pouquíssimo confiáveis, que seria no entanto... Os Templários. Porém quando Ezio mata o responsável pela traição à familia real, ele descobre que no entanto, quem 'supostamente' era um traidor, na verdade era um 'agente duplo' que pretendia destruir os Templários e quando Ezio mata acidentalmente este inocente que queria praticar o bem de uma forma tão inofensivamente inadequada, gera uma guerra brutal entre os Assassinos, os Templários e os Súditos do Rei de Constantinopla.

O que Altaïr e as Chaves de Masyaf têem a ver com toda a estória afinal?

Altaïr, com o propósito de espalhar seus assassinos pelo mundo, após a queda de Al Mualim, se vê como o novo mentor da Ordem, mas quando muitos outros assassinos o condenam por ter matado uma das pessoas que mais acolheu Alt em toda sua vida, inclusive, mais que o pai, que morreu logo quando Ahad era um bebê. Al Mualim se viu tão poderoso ao finalmente ter descoberto o poder da maça que isso o corrompeu de uma forma que levaria todos com certeza a perdição total.

Desde então, Altaïr resolve fugir de Masyaf com Maria e estudar a Maça do Éden que Abbas, um dos Assassinos, que foi contra Altaïr, queria para ele. E dos 29 anos aproximadamente, até beirando aos 94 anos, Altaïr visitou somente Masyaf outras 3 vezes para confrontar todos aqueles que se opuseram a verdade, ou que queriam fazer dela um ato brutal, enquanto isso, fora do templo dos Assassinos, Altaïr estudou cautelosamente tudo o que a maça queria transparecer para ele.
Crítica:Bem, Assassin's Creed primeiramente tem uma qualidade inestimável que se trata logo em que você coloca o disco no seu video-game ou no seu computador: os seus controles são rápidos e respondem com fluidez. O jogo consegue responder (neste quesito) de forma infinitamente melhor que Uncharted ou Enslaved que possuem dinâmicas muito parecidas.

Assassin's Creed também possui um ponto muito forte que são os detalhes, nisso, ninguém ganha de Assassin's Creed, pois o jogo vai muito mais além do que apenas o detalhamento de polígonos ou na qualidade do som. A Ubsoft consegue mediar seu trabalho e trazer tanto um multiplayer muito satisfatório, como consegue nos brindar com um modo história que é pra lá de avassalador.

E os detalhes ainda migram para outros ramos também, como a ambientação de Constantinopla e Capadócia (uma cidade subterrânea que fica nos confins de várias montanhas ao redor da Europa). É 'imersivamente' impressionante quando resolvemos entrar em Capadócia pela primeira vez, após 3/4 do jogo praticamente em Masyaf e Constantinopla, que são cidades completamente em céu aberto, para entrar em um lugar subterrâneo, fruto do comércio e da posse de controle dos Templários na Europa, onde apenas um pequeno raio de luz transparece pela cidade toda, a iluminando e privando-a do caos, juntamente com algumas centenas de tochas espalhadas por ali.

Uma coisa que também não tem como deixar de notar é a Trilha Sonora (vamos combinar que todo mundo que joga AC estremeceu ao ouvir a musica inicial do Menu de AC Revelations, ou da Forum Bovis ou a Labored and Lost, que é a última música do jogo). A orquestra é tão bem trabalhada e aborda tantos temas diferentes, tanto modernos para representar Desmond Miles, tanto medievais para representar Altaïr e Ezio, e ao mesmo tempo, todos eles conseguem também se interligar de certa forma que não deixemos de notar que a situação onde a música é tocada vale para os três personagens.

Por fim, Assassin's Creed é merecedor de todo parabenização possível aqui na Blaster Lizard, com certeza, AC Revelations é o melhor da série, e o melhor jogo deste estilo.

Nota: 9.8
+
Imersão + Jogabilidade + Trilha Sonora + Multiplayer + História/Single Player
- Revelações? O jogo é confuso demais para quem não jogou os antecessores...