2ª Premiação Anual Lagarto de Ouro

Confira os candidatos e dê sua opinião sobre os melhores filmes de 2012!

LagARTÍSTICO #7: Diamonds Are A Girl's Best Friend!

A sétima edição do quadro LagARTÍSTICO traz uma galeria da eterna diva Marilyn Monroe!

Hitman: Absolution

O Assassino 47 está de volta, saiba a nossa opinião sobre o novo jogo!

BL Clássicos

Leia duas novas críticas no quadro BL Clássicos: "The Misfits" e "How to Marry a Millionaire".

18.10.12

"Cassino Royale": E assim surgiu Bond... James Bond!

" Sua última ação do dia foi escorregar a mão direita por baixo do travesseiro até tocar a coronha do Colt calibre 38 de cano curto, modelo Policial Positive. Em seguida dormiu, e sem o calor e o humor de seus olhos, seu rosto revelou-se uma máscara taciturna, brutal e fria."

O BIELL DE BOTAS apresenta
CASSINO ROYALE
de Ian Fleming



Faltando tão pouco para o aguardadíssimo "Skyfall", novo filme de James Bond, nada melhor para falar sobre do que seu primeiro livro: Cassino Royale, de Ian Fleming. Em sua primeira aventura, o agente secreto mais famoso do mundo é enviado para deter Le Chiffre, um agente russo perigoso que se pôs a ganhar dinheiro para pagar valiosas dívidas num cassino. No caminho para neutralizar Le Chiffre, Bond contará com a ajuda de René Mathis, agente francês, do americano Felix Leiter e da belíssima Vesper Lynd, em uma missão repleta de surpresas.

No James Bond que vimos nos cinemas de "007 Contra o Satânico Dr. No" até "Um Novo Dia Para Morrer", conhecíamos um agente charmoso, mulherengo e habilidoso, e os primeiros 20 filmes de Bond acabaram por esquecer do lado sombrio e confuso do personagem, tão perceptível na obra de Ian Fleming. Bond é retratado aqui como um agente experiente absolutamente seguro de suas habilidades, mas seus momentos de nervosísmo também são mostrados com frequência.

Fleming se sente tão a vontade descrevendo seu personagem que, mesmo numa narrativa em terceira pessoa, sentimos uma fluência, precisão e naturalidade dos pensamentos do personagem como se ele mesmo estivesse narrando. O autor adota uma linguagem bonita e de fácil compreensão em sua narrativa, e nos faz imaginar os belos cenários exóticos descritos com o maior brilho possível. Trabalhando muito bem com o sentimento dos personagens, Fleming compartilha conosco desde as maiores alegrias e prazeres dos mesmos até as maiores dores, tensões e sofrimentos. Cenas de tortura (a famosa sequência da cadeira, é...) e pressão sabem como deixar o leitor realmente aflito com a situação na qual os personagens estão envolvidos.

É interessante e ao mesmo tempo inteligente o modo como a trama avança. Cassino Royale é, assim como seu cenário, exótico; um thriller de espionagem em que o protagonista depende de suas habilidades nas mesas de cassino para pegar o bandido. Isso envolve observação, confiança, nervos de aço, charme, suor e sangue - e o livro utiliza de tudo isso muito bem! Há alguns erros de formatação e tradução, e poucos de escrita, mas nada que te marque mais do que a intrigante história deste magnífico livro.

Os personagens são todos cheios de carisma, mas o trio Bond, Vesper e Le Chiffre é o que realmente capta nossa atenção. Vesper é a bela pela qual tememos que qualquer coisa possa acontecer, mesmo sendo ela também uma agente, e Le Chiffre é o vilão cruel que sabemos que pode fazer qualquer coisa. Ainda que seu visual e costumes não sejam tão bem desenvolvidos no livro quanto foram no filme de Martin Campbell, sua personalidade e profissionalidade são assustadoras, e sua química com o protagonista, explêndida - a cena do jogo de bacará entre os dois é uma das mais marcantes do livro.

"Cassino Royale" tem tudo que você deve saber sobre James Bond. É uma história de prender os olhos, e entre charme e tensão, nos é apresentado o lendário agente 007 e o contexto que o cerca. Apesar de tão curta, a novela de Ian Fleming nos traz uma história da qual nos orgulhamos de acompanhar. Espere, agora, pela crítica do filme!

Nota: 9.5

13.10.12

God of War: Ascension mostra Kratos em um lado completamente controverso de sua história e explora traços bem diversos da mitologia.


CRÍTICA

GOD OF WAR
ASCENSION
Caraca, que pensar que tive a oportunidade de testar o novo belíssimo exclusivo da Sony antes que pudesse chegar o fim do mundo. Bem galera, aqui estaremos apresentando a crítica completa do God of War Ascension para aqueles que sentem a sede de necessidade de saber como o jogo está e eu digo, eu mordo minha língua, porque não esperava nada de um jogo na qual não seguiria nenhum estilo de seus antecessores.

Isso não faz sentido nenhum. Mas ainda continua sendo um belíssimo boss.
Para começar, o jogo possui um modo online (ainda não testado, mas quando for, haverá uma atualização nesta crítica), que dá os modos versus ou cooperativo. Tudo muitíssimo bem feito, apesar dos gráficos em si não terem mudado tanto, este jogo pode ser mais bem explorado pela produtora já que aborda ambientes mais claros e vegetativos, cheio de belezas naturais, assim como as vistas em God of War 2.


Os inimigos estão insanamente difíceis, principalmente os novos substitutos dos minotauros... Os elefantes. Estes sim podem ser cruelmente chamados como monstros hardcores. E não são somente os bichos maiores que dão o braço a torcer. Os soldados normais também não são tão fáceis quanto parece, mesmo que você jogue na dificuldade normal, eles ainda dão um enorme trabalho.

O que me incomoda em Ascension e sua inspiração. Levar o nosso fantasma de Esparta para muitas décadas atrás de seu legado como Deus é até interessante e pode ser muito bem aproveitando se formos considerar as fodoníssimas custscenes de flashbacks mostradas no Gow 1 e Gow 2 sobre suas batalhas em campo de guerra. Mas depois que você se encontra com bichos mitológicos que não fazem parte da cultura grega, a coisa começa a se multiplicar. Iremos dar um exemplo básico já vista na apresentação da E3 deste ano: o Kraken. Sim, o próprio Kraken é um dos bosses em God of War: Ascension, como elefantes que parecem de cultura budista entre vários outros. É complicado dizer, mas este novo título seguiu uma linhagem bem diferenciada dos antecessores.

Isso supostamente era para ser só um elefante... Mas elefantes não fazem o tipo de mitologia grega. Éééé... Isso parece bem mais um Elefante budista no game!
Fora isso, nada dá errado. A química na trilha sonora continua eletrizante, com as orquestras sinfonicas perfeitas onde somente vemos em God of War e os barulhos e efeitos sonoros estão dos mais perfeitos que já vi para a série God of War. A quantidade de acessórios e combos, a possibilidade de poder usar mais do que somente a Blades of Chaos (poder pegar as espadas dos inimigos e usá-las) e as magias e habilidades são tão lindas, bem feitas, bem exploradas e aproveitadas que acho que posso estar até esquecendo de algum ''contra'' neste game, mas não pude achar nada em cada momentinho que observei minuciosamente este game.

Seria um tanto trapaça revelar o enredo do jogo já que ele não foi lançado ainda, mas o que podemos dizer é que God of War Ascension será uma curiosa maneira de reviver os conflitos passados com Ares, o verdadeiro Deus da Guerra.


NOTA: ●    ● (5/5) - Imperdível
''Deus da guerra? Nem é tão deus assim mais. Mas continua um cara que mata deuses e tem mais poderes que eles, lógico.''

 

12.10.12

Nós Lemos: BATMAN #13


Por LEÃO VALENTE 

Treze, um número “maldito” para uns. Existem prédios que pulam o décimo terceiro andar, deixando uma plataforma vazia para conter o azar. Competições como a Formula 1 excluem o carro de número treze, pulando do doze ao quatorze. Na décima terceira edição de “Batman”, tivemos um breve aperitivo dos dias sombrios iniciados pelo azar do número que carrega em sua capa.


Meses atrás Scott Snyder disse ao mundo que sua nova saga nas HQs do Batman focando no retorno do Coringa acarretariam na maior história do Coringa dos últimos tempos. De fato, desde “Asilo Arkham” de Grant Morrison e “Coringa” de Azzarelo, o palhaço que assombra Gotham recebeu um destaque pobre, e em algumas vezes maçante com aparições simples e despretenciosas. Houveram questionamentos e motivações a cerca do que Snyder propôs, e enquanto alguns citavam que sua obra seria comparável à “Piada Mortal”, outros diziam que não passaria de violência sem compromisso. Ainda não concluo nenhuma das opções, mas, a primeira edição que serve de prólogo para a “Morte da Família” obteve notas máximas nos principais sites relacionados a quadrinhos nos Estados Unidos, dentre eles Comicvine, CBR e Newsarama. Francamente, após acabar a leitura da esperada edição, apenas falei fria e calmamante: “puta que pariu.” Tudo o que foi dito, todas as promessas e todo o clima tenso nos teasers dessa saga eram reais. Há tempos, acredito que desde a Piada Mortal eu não vejo o Coringa numa versão tão caótica. O que Snyder trouxe nas páginas de Batman #13 me fez lembrar como se a memória fosse um projetor cinematográfico no escritório, de momentos onde o Coringa “nasceu” pelas mãos do Batman, de sua icônica frase sobre a Carta Coringa em “Batman: R.I.P.”, e de tudo que Heath Ledger demonstrou em The Dark Knight. 

Já não era segredo como seria o visual desse novo Coringa, uma vez que desenhos vazaram da DC nos revelando a sua nova face. Recapitulando, em “Detective Comics #1”, o vilão Dollmaker arrancou a pele do rosto do Coringa, e a partir daí, ele não foi mais visto, sendo dado como desaparecido. O que parecia apenas uma cena chocante para muitos, foi usado de forma maestral por Snyder.

A edição treze, curiosamente, se inicia com o Comissário Gordon falando sobre presságios de azar. A partir daí, a cena é cortada para dentro do Departamento Policial, onde as luzes se apagam e o palhaço surge contando suas piadas. Essas poucas páginas no Departamento Policial com certeza poderiam compor um pequeno filme de terror. É exaltado o medo e o suspense, enquanto o Coringa ataca um a um os oficiais comandados por Gordon. A única uz vem da lanterna do Comissário, e dos disparos alheios e sem sorte. Pescoços são quebrados enquanto a piada do Coringa é contada, sendo encerrada quando ele retoma o que queria: seu rosto. No instante seguinte, Batman aparece, mas já é tarde para que qualquer coisa possa ser feita. O Coringa voltou, e com ele, um circo recheado de atrações macabras.

A edição também conta com páginas adicionais co-escritas por James Tynion IV, narrando uma história complementar focada na Arlequina, e sua reação ao reencontrar o “Senhor C.” Ressalto o clima depressivo que essas curtas páginas demonstram, com uma intensidade tão grande que quase permite à Harley deixar suas lágrimas escaparem através das páginas.
Em relação à arte, tanto de Greg Capullo (com arte final de Jonathan Gaplion e cores de FCO Plascencia) na história regular quanto de Sal Cipriano na complementar, embasam perfeitamente o clima de suspense criado a cada página. Os traços e o estilo visionário de traçar expressões e movimento fazem com que Capullo seja cada vez mais querido pelos admiradores do Morcego e da boa arte. Capullo e Snyder, sem dúvidas, fazem uma dupla perfeita para as HQs do Morcego.

A Morte da Família começou, e com ela, a segunda saga que coloca Scott Snyder entre os maiores escritores da DC Comics que já trabalharam com o eterno Cavaleiro Negro de Gotham.

Nota: 10


11.10.12

Dead Island: White Rider é um desafio a altura que consegue por centenas de horas de dificuldade em plenas 4 horinhas de pura exaustão.




CRÍTICA

DEAD ISLAND: RYDER WHITE CAMPAIGN (DLC Content)

Para quem já jogou Dead Island e já se encontra em uma parte consideravelmente avançada do game, sabe como é chatinho a quantidade absurda de vezes que você morre, mesmo quando está jogando online com os amigos. Dead Island possuí centenas de horas de jogo até o seu fim e muitos tipos de gameplay diferentes. Alguns até que remetem uma semelhança grande com Far Cry 2, com a forma de manusear os veículos. Mas em Ryder White a coisa toma outro rumo.

Em Ryder White (Conteúdo para DLC, ou para quem comprou a Game of the Year Edition) você controla Ryder, o vilão da história toda. Mas até você descobrir e se imergir no que o protagonista (ou antagonista) realmente é, você já vai ter sofrido um bocado.

O jogo tem bastante health packs e comida para o jogador sobreviver, mas tudo isso é fortemente recompensado com uma penga de inimigos, entre eles humanos também (para os desinformados, isto é um jogo de zumbi) onde você não pode medir nem esforços e muito menos balas para combater e abater o alvo. Apesar te tudo isso, ainda creio que o jogo foi pouco balanceado. Pois no momento em que você usou tudo, esquece amigo, o jogo vai abusar do seu corpinho até demais antes de deixar você passar para a próxima área.

Os cenários continuam fortemente bonitos e parece que nesta DLC muitos erros foram corrigidos, entre eles, aquele erro gráfico chatinho de ter que ir carregando os mapas conforme você prossegue no jogo, já que em Dead Island, basicamente não existe Loading Screens. O gráfico parece ter melhorado um pouco, mas já o capricho nos detalhes, disso não posso reclamar em nada já que você realmente parece estar enfrentando zumbis em um mundo pós-apocaliptico.

O jogo não altera muito em sua trilha sonora, mas as músicas continuam em ótima qualidade e diferem bastante enquanto reveza lutas com seres humanos e zumbis. Os desafios são ainda maiores mas para uma DLC de RPG, o jogo continua curto até demais, mesmo com sua dezena de quests.

Por fim, é um ótimo DLC, mas ainda deixa a desejar bastante e não dá aquela liberdade toda como Dead Island deu, fazendo parecer mais uma DLC de Left 4 Dead do que outra coisa. Mais ainda tem algo que o salva: zumbis... Muitos zumbis...




10.10.12

Canal do Mac

http://www.youtube.com/user/MrGpg15/videos?flow=grid&view=0

30.9.12

I am Alive é o survivor horror mais genial que pude jogar, mais ainda assim peca demais em sua produção. COM LINK PARA DOWNLOAD


CRÍTICA + LINK PARA DOWNLOAD
I AM ALIVE

Até que enfim Ubisoft! Nós PC gamers não aguentávamos mais esperar! Que demora! Bem, graças ao bom senhor o belíssimo survivor horror I am Alive chega ao PC e nós lagartos, sem demora, fomos conferir o jogo, que por sinal é um belíssimo game, mas conforme vocês podem ver no título desta crítica, tem muita (e quando digo muita, é porque é MUITA MESMO) coisa errada com este título. Nesta crítica analisaremos e mostraremos o porque de essas tal coisas terem estragado intensamente o game, e ter impedido que ele alcançasse mais sucesso do que já alcançou.

Primeiramente, não sei por que cargas d'água, a Ubisoft queria banir seus jogos de PC por conta da pirataria. Tudo bem, é uma luta por uma boa causa e olha que a Ubisoft já vem lutando contra a pirataria há um bom tempo mesmo (inclusive já fez diversas traves de segurança para que ninguém pirateasse o game) mas de uma coisa é certo, o jogo nem online tem, o que não iria motivar nenhum pouco as pessoas que não usam a Network ou a Live a comprarem o jogo pela net só por 4 horinhas de single-player gameplay baratos. É ai que o impasse atinge seu limite e a Ubi resolve voltar atrás e anunciar o jogo para computador.

Eu não ajudaria ele se fosse você...


Ótimo, a Ubisoft anuncia e reconhece que não será através de um movimento como estes que ela irá prevenir a cópia ilegal de seus jogos. E ela também percebeu que isso não a fará deixar de ganhar dinheiro já que a maior parte de pirataria acontece em países como o Brasil, afetados pela corrupção e pela alta cobrança de impostos por produtos importados. O jogo então é anunciado BEM DEPOIS do lançamentos para consoles e em todo este tempo, não recebe melhoria NENHUMA em relação as versões de console. O jogo nem teve seu gráfico renovado.

A Ubisoft só até ai já decepciona com o jogo duas vezes, isto porque nem chegamos na história e na parte gráfica ainda. O jogo é evidentemente baseado no filme ''Eu sou a Lenda'' de Will Smith (I am the Legend, 2009) e já pelo nome percebemos isso, mas a coisa vai além. A história em si é super bacana, porque pensa bem: poxa, estamos lidando com uma ameaça que mal conhecemos e somente através de flashbacks concedidos por antigas filmagens podemos ter acesso a uma jogatina frenética onde a inteligencia para a sobrevivência predomina e falando em inteligência, não posso deixar de citar que a IA deste game é uma das melhores que eu já vi.


Okay moço... Tá bom, tudo bem, já saquei que esse não é meu canto...
Quando se trata de um jogo onde poucos personagens são apresentados (pouquíssimos protagonistas, entre 3 a 5 personagens podem ser considerados como realmente personagens chaves do jogo) e pouquíssimos inimigos também, então o jogo não pode ser lento em seu desenvolvimento e ao mesmo tempo que a equipe deve se preocupar com isso, ela também precisa perceber como deixar o jogador preso, entretido e envolvido com o game e isso a Ubisoft faz muito bem. Um exemplo disso é a excassez extrema de munição no jogo, quando você mesmo sem balas em sua pistola, arrisca apontar a arma para o seu oponente e ai vê que ele está se cagando nas calças para que você não atire nele quando na verdade, seu objetivo no momento é fazer com que ele acredite na sua baboseira tempo suficiente para dar no pé.

Outra coisa que deixa o jogo extremamente frenético e frustrante é a barrinha de stamina do jogador, que simplesmente queima COM TUDO, desde dar uma de Ezio Auditore e fazer parkour pelos cantos da cidade, como correr, pular, atacar, arrombar portas entre qualquer outro comando existente no jogo. Tudo bem que se levarmos em consideração que esta stamina volta depois de um tempo, mas somente jogando vocês entenderão o que eu quero dizer.

I am Alive tem um personagem de forte presença, com uma história envolvente e a ânsia para tirar o mundo dá miséria. Completamente inspirado em ''Eu sou a Lenda'' porém um pouco mais dramático.






O jogo tem um gráfico HORRÍVEL se for levar em consideração o tempo que ele ficou em produção. Sem brincadeira, eu já ouvia falar deste game desde 2007. E para um jogo vendido em Network (PSN ou Xbox LIVE), a coisa tá séria mesmo. O jogo não chega nem a ter 4 horas de duração se você for ninja o suficiente para fazer tudo bem rápido e mesmo porque você acaba não tendo muita opção neste quesito já que o número de ''checkpoints'' ou ''respawns'' são limitados e diminuem conforme você seleciona uma dificuldade superior para jogar. Apesar do gráfico não ser lá grande coisa, já que sua engine é antiga devida o tempo, o seu capricho na parte de iluminação compensa a falha anterior, já que o jogo é super bonito e prazeiroso de se jogar, parecendo que você está no meio de uma tempestade nuclear em uma cidade devastada pelo caos e corrupção.

A trilha sonora já digo que é eletrizante, com temas que abusam dos tons mais graves e mais ameaçadores, o jogo mescla bastante músicas de tensão com de ação em uma única faixa, dando aquele friozinho na barriga literalmente durante uma fuga, perseguição, busca ou batalha.

Creio que a Ubisoft pela primeira vez acaba falhando em um de seus games, mais ainda preciso confesar que me diverti muito com este jogo e que sua idéia em si é espetacular, porém pouco aproveitada na minúscula campanha, sem poder contar com nenhum extra ou multiplayer (até perdoaria se tivesse um multiplayer, porque viria a ser interessante, mesmo que eu abomina modo online em outros jogos). Mas é uma forte recomendação para quem gosta de um BOM survivor horror pois acredite, não há melhor que este.

NOTA: ●   (3/5) - Bom
Mal aproveitado... Mas isso não significa que você não vá conseguir aproveitar o máximo dele. Capiche?

DOWNLOAD I AM ALIVE versão de computador

1. Tenha contigo algum software que consiga montar imagens de disco, como Daemon's Tools Lite por exemplo, que é o que usamos aqui e o que recomendamos também.

2. Instale o torrent e aguarde até o fim da instalação, ao terminar, abra a pasta, encontre o arquivo .ISO e monte a imagem deste arquivo usando o programa.

3. Instale o jogo normalmente.

4. Copie o conteúdo da pasta CRACK para o diretório de instalação (onde você decidiu instalar o game primeiramente). 

5. Não sabotamos ninguém, então para que o jogo realmente funcione, será necessário desativar os anti-vírus que estão no momento em funcionamento. Se você instalar com o anti-vírus em execução, eles detectarão material para download e automaticamente o considerarão como intruso, ou seja, vírus.

6. Agora simplesmente jogue seu jogo e dê o suporte para os verdadeiros criadores do jogo. Se você realmente gostou, COMPRE-O.


26.9.12

Black Ops 2: Agora Zombies terá campanha?


ESPECIAL

CALL OF DUTY: BLACK OPS II
CAMPANHA 'ZOMBIE'

E a resposta para a pergunta acima é sim, a Treyarch confirmou que desde o jogo World at War, a empresa já estava pensando em atender este enorme pedido dos fãs com uma campanha de Zombies para Call of Duty, mas não tinha a menor idéia de como fazê-la, então decidiu seguir o nobre estilo Left 4 Dead (que foi uma homenagem para a Valve), com uma campanha cooperativa ou solo onde os personagens serão submetidos a lutas intensas com zumbis enquanto buscam para cumprir um certo objetivo. Neste pequeno preview, iremos dizer tudo que já sabemos sobre esta campanha.

Primeiramente, a campanha de Black Ops 2 zombie já tem um nome, a campanha será intitulada como Tranzit (trânsito pelo que se parece) e seu objetivo principal será atravessar a cidade dizimando todos os zumbis que nela existem. Até ai não vimos nenhuma diferença abrangente, mas no momento em que a Treyarch disponibilizou um trailer super mega fodelástico, ai mudamos severamente nossas opiniões... Segue o trailer a seguir.


Bem, como visto acima, cá está o trailer tão esperado de Call of Duty: Black Ops 2 Zombies. No entanto, ainda não foram declaradas quanto é que se vai ter uma gameplay concreta do extra para o jogo, já que o mesmo irá consistir em uma campanha também, o mínimo que a Treyarch poderá fazer é lançar um pequeno gameplay do novo modo de jogo. 


A Treyarch também deixou claro que para passar de área por área você poderá usar um ônibus, porém ela defendeu dizendo que não será tão fácil assim se locomover de um ponto para o outro, requerindo prática, auto-defesa e muita atenção, pois zumbis em um lugar tão apertado como um ônibus, todo mundo já sabe que não será uma tarefa muito segura não é mesmo? Então teremos que botar a mão na massa e defender a qualquer custo nossos amigos durante a batalha contra os mortos-vivos.


A Treyarch também disse que 'intels' serão importantes, pois com estes objetos colecionáveis, você poderá literalmente construir novas armas ou criar objetos para liberar novas áreas de uma terra de ninguém incrivelmente grande. A Treyarch intitulou estes 'intels' como 'buildables'.



E a Treyarch também disse que caso não for muito sua praia jogar no modo campanha, você poderá ter a possibilidade de jogar em até três pessoas no modo cooperativo Survival, que consistirá em vários outros mapas menores e, entre eles, o polêmico 'Nuketown Zombies'. E além disso, um terceiro modo também estará disponível, chamado como '4z4' que levará a jogadores se dividirem em 2 grupos como em um multiplayer normal, lutando entre si, enquanto zumbis (um terceiro grupo) tentam devorar ambos os grupos.


Isso foi legal suficientemente para você? Então faça já sua pre-order e se liga aqui na Blaster Lizard Reloaded porque em Outubro iremos trazer a crítica completa de Black Ops 2 para vocês! Muito obrigado galera e até a próxima!