2ª Premiação Anual Lagarto de Ouro

Confira os candidatos e dê sua opinião sobre os melhores filmes de 2012!

LagARTÍSTICO #7: Diamonds Are A Girl's Best Friend!

A sétima edição do quadro LagARTÍSTICO traz uma galeria da eterna diva Marilyn Monroe!

Hitman: Absolution

O Assassino 47 está de volta, saiba a nossa opinião sobre o novo jogo!

BL Clássicos

Leia duas novas críticas no quadro BL Clássicos: "The Misfits" e "How to Marry a Millionaire".

22.8.12

DC: Capas, novidades e o Retorno do Coringa!

Então, damas e cavalheiros, a DC Comics liberou ilustrações correspondentes às capas de suas edições do mês de novembro, que deverão figurar nas bancas após a onda de HQs com a numeração zerada (como já dito em outro post, as capas com numeração "0" representam a edição da origem do respectivo personagem), e falando em relação ao Bat-Universo, é literalmente impossível não esperar com uma forte ansiedade.
A grande novidade vem a respeito do retorno do Coringa, principal vilão da editora e um dos maiores ícones dos quadrinhos em geral, que logo na edição "Detective Comis #1" dos Novos 52 foi dado como desaparecido. Essa edição, por sinal, foi um divisor de águas por conta de sua "brutalidade", onde o Príncipe Palhaço do Crime teve a pele de seu rosto extraída pelo vilão que protagonizou o primeiro arco da série, intitulado "Dollmaker". Enfim, vamos às capas.



BATMAN INCORPORATED #5


Escrita por GRANT MORRISON
Arte e capa por CHRIS BURNHAM
Capa alternativa por FRAZER IRVING


" A prévia relata uma guerra pelos céus de Gotham City, numa edição que se passará no futuro apocaliptico onde Damian Wayne assume o manto do morcego. Bat-robôs contra o exército de Morcegos-Humanos de Talia Al Ghul, enquanto o Leviatã e O Herege aumentam seu campo de hostilidade. "
Francamente, toda a minha empolgação com essa série acabou quando Morrison anunciou sua saída da DC, porque simplesmente não sabemos mais até onde essa HQ irá. De qualquer forma, essa versão do Damian é realmente muito interessante, e espero uma edição que mantenha o nivel alto da série.

DETECTIVE COMICS #14


Escrita por JOHN LAYMAN
Arte e capa por JASON FABOK
História em backup por JOCK

" Quando a vida de Bruce Wayne é salva pelo Pinguiem, que surpresas poderá encontrar o Cavaleiro das Trevas?  A história em backup mostrará intimamente os vilões mais perigosos de Gotham City, e uma prévia da tempestade que virá. "
O que mais me entristece nessa HQ é a saída de Tony Daniel, por conta de sua arte. Porém, o trabalho de Jason Fabok já nessa capa me convenceu... Espero que essa HQ encontre um caminho fixo e linear, pois a caminhada de Daniel nas edições anteriores pareceu uma verdadeira montanha russa...

BATMAN: THE DARK KNIGHT #14


Escrita por GREGG HURWITZ
Arte e capa por DAVID FINCH

" Sequestrado e torturado pelo Espantalho, o Cavaleiro das Trevas pagará na mesma moeda. "
TDK foi simplesmente a pior HQ relacionada ao Bat-Universo durante o período liderado por Paul Jenkins. Não admito isso até hoje, pois um escritor que considero ótimo não poderia escrever uma "fanfic infantil", com um direcionamento... opa, QUE direcionamento? Enfim... Em poucas edições, Gregg convenceu a mim, e a muitos outros, impondo o que prometeu: terror. E existe um personagem melhor do que o Espantalho para isso? O ritmo da nova saga está ótimo.

TALON #2


Escrita por SCOTT SNYDER e JAMES TYNION IV
Arte e capa por GUILLEM MARCH
Capas alternativas por KEN LASHLEY e GUILLEM MARCH

" O que é a "Tumba dos Não Merecedores"? Como os membros sobreviventes da Corte das Corujas a utilizarão para destruir Calvin Rose? Apresentando também um assassino mais perigoso que o Garra. "
A saga focada na Corte das Corujas realmente trouxe um legado para a DC, que se reflete nessa saga. Confesso que é uma das que mais espero, principalmente pela abordagem mais "interna" da Corte, de seus integrantes e do modo como agem. Snyder e seu pupilo, Tynion IV, certamente trarão aos leitores outra aventura sensacional abordando um novo Garra (Talon).

BATMAN #14


Escrita por SCOTT SNYDER
História em backup por SCOTT SNYDER e JAMES TYNION IV
Arte por GREG CAPULLO e JONATHAN GLAPION
Arte do backup por JOCK
Capa por GREG CAPULLO
Capa alternativa por TREVOR McCARTHY e GREG CAPULLO

" A Morte da Família continua... O Coringa está de volta, e de alguma forma, mais monstruoso do que nunca. O que causou essa mudança? O Batman será capaz de parar um Coringa tão psicopata e mortal? E... onde está Alfred? Na história em backup, relatando momentos além da edição regular, o Pinguim esgota suas opções enquanto precisa enfrentar o Coringa. "
Sem palavras. Acredito que essa seja a saga mais esperada do ano, desde o primeiro teaser lançado na arte de Greg Capullo com a frase "adivinha quem voltou...?" Scott Snyder prometeu uma saga focando o Coringa, e prometeu que seria algo tão grande quanto "Asilo Arkham" e "A Piada Mortal". Considerando que essas palavras vieram do cara que criou a mitologia do "Vampiro Americano", a fantástica mini-série "Seleção Natural (American Vampire: Survival of the Fittest"), a épica saga "Uma Corte de Corujas" e a publicação em andamento "Lord of Nightmares", eu acredito. Snyder trouxe o Batman ao topo da DC novamente, liderando vendas e sendo superado apenas pela HQ "Liga da Justiça", vendida como carro-chefe da editora... agora, focando naquele que o próprio considera seu "vilão favorito", não há como não esperar a melhor saga do ano.

BATMAN & ROBIN #14



Escrita por PETER J. TOMASI
Arte e capa por PATRICK GLEASON e MICK GRAY

" Damian derrubará o Clube Z. "
Uma prévia que não diz nada, porém, a capa diz muito. O sangue visível na dentadura de brinquedo dá uma prévia do que veremos, principalmente quando se trata de Damian Wayne e o Coringa.


CATWOMAN #14


Escrita por ANN NOCENTI
Arte por RAFA SANDOVAL e JORDI TARROGONA
Capa por TREVOR McCARTHY


" A Mulher Gato cai em uma das armadilhas do Coringa, e, ele sempre vem para brincar. "
Não sei o que esperar quanto a essa edição, mas, considerando que eventualmente Selina Kyle complementa o Bat-Esquadrão, e é visivelmente o maior interesse romântico de Bruce, ela se torna um alvo óbvio do Coringa.

NIGHTWING #14


Escrita por TOM DeFALCO
Arte por ANDRES GUINALDO e MARK IRWIN
Capa por EDDY BARROWS e EBER FERREIRA

" Uma batalha épica entre Asa Noturna e Lady Shiva. Dick Grayson pode estar em desvantagem, mas não se renderá sem uma luta. "
Essa HQ está diretamente relacionada ao evento "Morte na Família", e minha única indagação é a respeito de como Lady Shiva está relacionada a tudo isso. Resta esperar para ver...

BATGIRL #14


Escrita por GAIL SIMONE
Arte e capa por ED BENES

" Barbara Gordon tenta salvar sua família de um destino muito pior. Será que ela tentou chegar tão longe, apenas para ser novamente uma nova vítima do Coringa? "
Acredito que essa capa gerou as maiores expectativas quanto à "Morte da Família". Batgirl, uma vez feita paraplégica pelas mãos do Coringa, o enfrentará novamente. É impossível não remeter essa edição ao legado criado pela Piada Mortal, e, se todas as intenções apresentadas nessa capa com traços psicopatas, teremos um grande show.

DNIEPR - Left 4 Dead 2.5?

PREVIEW
LEFT 4 DEAD: DNIEPR
Este jogo é um add-on de Left 4 Dead 2

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Nós da Blaster Lizard adoramos poder trazer conteúdo exclusivo a vocês, e bem... Bote exclusivo nisso! Left 4 Dead: Dniepr é um plugin de L4D completamente diferente da dinâmica que vocês estão acostumados para o jogo. Isso significa: sem companheiros, sem putaria ao ficar atirando sem um objetivo base entre outras coisas. Dniepr foca em uma história concreta e somente nisso, com um clima bem gostoso de terror que a gente adora.

Sim, é claro que não podemos considerar Left 4 Dead um jogo de terror, e muito menos um jogo de medo. Ele dá susto sim, mas a gente joga rindo. Porém, não vai mais funcionar desse jeito, não pense que você vai chorar de rir neste game, acho que antes de jogar, você vai perguntar para o seu coração se vale mesmo a pena tentar.






Dniepr conta a história de como foi o apocalipse zumbi em Chernobyl e na Ucrânia, em lugares imaginários e reais do nosso globo. Dniepr na verdade, é o nome de um enorme rio, que realmente existe, de 2290 km de longitude, e até agora, temos a informação de que este rio será um ponto bastante importante na história.

O esquema ainda é o mesmo, 4 rapazes aleatórios em 5 novos mapas com diversos objetivos, com uma trilha sonora inteiramente nova e modelos de objetos e personagens também inteiramente exclusivos para esta DLC.

Se você deseja receber mais informações sobre este mod, clique em uma das três tabs no topo desta crítica para se inscrever e receber todos os updates da Dniepr no YouTube, Steam e ModDB.







SLENDER E SLENDER 2: SANATORIUM = CUIDADO COM SEU CORAÇÃO




CRÍTICA

SLENDER

PS: A crítica a seguir foi feita por uma pessoa que jogou este jogo no escuro e completamente sozinho, aumentando ao máximo o seu medo para testar se tudo que o jogo oferece realmente é cumprido da maneira que se deve. BLASTER LIZARD sugere que o jogo deve ser jogado do mesmo jeito.

Slender, para aqueles que não sabem, é um jogo indie de terror baseado em um antigo folclore: um homem sem face, de aproximadamente 5 metros de altura, com 2 a 3 pares de tentáculos. Ele fica perto de escolas e dentro de bosques e parques a noite, e vigia criancinhas de dia. No momento em que alguma delas vai ao acaso para o seu encontro, ele a captura e a empala em algum galho de árvore até que a vítima agonize até a morte, depois abre o corpo da pessoa e pega todos os seus órgãos e os ensacola, logo depois colocando de volta ao corpo. Pois bem, esse é o resuminho da história.

Slender, agora falando do jogo propriamente dito, tem um esquema bem simples de controle onde W,A,S e D servem para andar, ou Botão direito do mouse serve para acender/desligar a lanterna e Shift tem a função de correr. Seu objetivo é tão simples quanto os controles também: simplismente procurar e achar oito páginas desenhadas ou/e escritas pela enorme floresta, que além de bem escura, é super ameaçadora e bem detalhada.


Aqui vai algumas dicas se você quer se dar bem em Slender

A floresta em Slender é rica em detalhes, como casas, lixões, áreas desmatadas, carros velhos espalhados pelos cantos, casas abandonadas, silos, tuneis e muros bem colocados, mas tudo isso acaba pecando em uma coisa: textura. A textura de Slender é ridiculamente feia, apesar dos gráfico em geral não ser tão ruim, tudo isso somente se deve graças ao talento da equipe de ter pensado muito bem na questão de iluminação do local.


A verdadeira história de Slender Man
O jogo também é repleto de bugs, como o monstro nascer entre as paredes, ou simplismente brotar na sua frente de maneira grotesca. E isso não aconteceu uma ou duas vezes. Talvez esta seja a principal causa para tanto medo. Pois não basta só você prestar atenção nas suas costas. Você precisa prestar muita atenção na sua frente também. Agora já está havendo vários updates para corrigir isso, mas... Do que adianta? Agora já temos uma nova versão amadora de Slender, e falando em amadora, nem curto muito usar este nome, principalmente em um jogo tão belo como Sanatorium.


Voltando para a primeira versão do jogo (tudo há seu tempo). A trilha sonora é com certeza o segundo fator que leva a imersibilidade a um level superior. Batidas de tambores (é do seu coração na verdade, mas mais parece tambores) e o ruído dos passos do Slender logo atrás de você é algo que se torna tão assustador psicologicamente falando que o jogo pede para você nunca parar de andar, mas sua mão trava de uma forma que acaba ficando impossível não realizar tal feito.

O jogo não tem muito mais coisa para se criticar, fora a genial idéia do jogo, abordando uma história bem simples e confusa no entanto, com um final tão ridículo quanto seus gráficos, o jogo trás belíssimos (ou nem tão belíssimos) sustos e é capaz de deixar até os mais corajosos com bastante medo no começo, e quando digo começo, é porque depois de dez, vinte vezes tomando susto e procurando as páginas, você já decora todo o caminho e ver o bonequinho de olinda acaba deixando de ser uma novidade desagradável.

O game é gratuito e você pode fácilmente baixá-lo no site oficial do game. Ele é feito especialmente para a imersão e o medo psicológico então nada de jogar com seus amiguinhos (pelo menos até você se acostumar com o susto) e procure sempre jogar no escuro total, nunca com algum abajur aceso para aliviar a tensão. O jogo foi feito para isso, para que as pessoas possam desfrutar do pouco que ele oferece e digo mais, este pouco que ele oferece é mais que o suficiente para dizer que ele é um ótimo jogo indie, principalmente tratando-se que ele é gratuito.
NOTA: ●   (3/5) - Bom

CRÍTICA

SLENDER SHADOW: SANATORIUM (Slender II)

Slender 2: Sanatorium é um mod criado super recentemente usando a Engine Gráfica FPS Creator, um software de criação de games bem amador, mas que gera ótimos resultados. Slender II segue o mesmo estilo e sua história se passa não muito depois de Slender 1, em um pequeno asilo/sanatório (por isso o nome) onde você deve escapar da mesma forma: pegando as oito páginas do Slender.

Levando em consideração que isso não é um mod ou um add-on (mods consideravelmente muito bem feitos), creio que este game supera consideravelmente sua versão original, pois é um jogo amador feito completamente do zero, sem modificar nenhum outro game e além de tudo isso, TAMBÉM é um jogo gratuito.

Os sons são quase todos os mesmos de Slender, porém foram aperfeiçoados os sons dos passos do personagem e a trilha sonora, que se tornou bem mais aterrorizante. O Slender aparece bem mais rápido neste game, mas as folhas também estão mais fáceis de serem encontradas.

A música não é mixada bem com o áudio interno do jogo como os passos ou o som do Slender man pois, a partir da terceira página, a música fica tão alta e repetitiva que acaba dando enjoo de jogar por conta dela.

Ainda assim, depois de tudo isso, creio que Slender Shadow: Sanatorium é um jogo bem melhor que Slender, apesar de tudo, em questão de imersiabilidade e susto, o velho (nem tão velho assim) e bom Slender original é mil vezes melhor

NOTA: ●    (4/5) - Ótimo



FALL OF CYBERTRON: Uma guerra onde todos perdem...



Transformers: Fall of Cybertron
Por K. Valente

Após o sucesso do lançamento “Transformers: War of Cybertron”, a High Moon em parceria com os direitos da Hasbro  e publicação pela Activision iniciou o projeto para uma sequencia direta da aventura iniciada no primeiro título da série. E, cavalheiros, considero esse um jogo diretamente capacitado a competir nas altas categorias do “Spike Video Game Awards”. Disponível para Xbox 360, Playstation 3 e Microsoft Windows.
Sempre que coloco os jogos dessa série no Xbox 360, me pergunto com Michael Bay e sua produção milionária conseguiram errar tanto na franquia cinematográfica. Se o enredo dessa série não é impecável, chega muito perto disso. Vemos a melhor adaptação da franquia iniciada de um modo menor promissor com o lançamento de uma linha de brinquedos, seguida de uma série animada que foi o ponto alto da infância de toda uma geração.

A jogabilidade é prática e fluída, utilizando como base a engine Unreal, que vem acompanhando diversos ótimos jogos dessa geração (leia-se Assassin’s Creed e Batman: Arkham Asylum e City). Essencialmente, Fall of Cybertron é um jogo de guerra. O foco é a troca de tiros em terceira pessoa, as batalhas em campo fechado ou aberto, buscando seja território ou simplesmente defender a própria sobrevivência. Diferentemente do primeiro jogo da série, dessa vez não é mais possível alternar entre personagens, sendo que o menu da missão permitia escolher um entre três jogáveis. De início, achei isso um ponto criticamente fraco, mas ao começar a jogar compreendi o objetivo. Limitar as missões a um personagem específico, permite diretamente a exploração ao máximo das capacidades e habilidades de cada. Por exemplo, Optimus Prime, e apenas ele é o principal Autobot que luta em campo aberto, e suas missões parecem verdadeiras zonas de guerra. Compensando o fato de não poder alternar entre o personagem, surgem os reforços durante as missões.  Por exemplo, enquanto marcha com Optimus defendendo o quartel general Autobot e a nave que os salvará de Cybertron, você recebe suporte de diversos Autobots no decorrer da missão, seja te auxiliando em zonas de tiro, defendendo alvos, ou, no caso o Metalplex, marcando alvos para seguinte bombardeio.
O combate se baseia dessa vez em quatro equipamentos: uma arma de fogo leve, uma arma pesada e dois equipamentos à sua escolha. As armas e equipamentos podem ser alternados, e nesse capítulo da série, é possível comprar novos itens, armas e upgrades através das centrais que encontrará durante as missões. Complementando, surge o ataque corpo-a-corpo, basicamente igual para todos e baseado num ataque com lâmina. O modo veículo é rápido e útil, uma vez que dessa forma a cobertura blindada de cada Transformer reduz drasticamente os danos que receberia. Sim, cavalheiros, estratégia. Como disse acima, as habilidades de cada personagem são exploradas ao máximo, e cada um possui uma habilidade especial. Optimus é forte fisicamente, embora acabe sofrendo por sua envergadura quanto a velocidade, ele marca alvos para bombardeio; Cliffjumper, pequeno e veloz, é versátil em espionagem com sua habilidade em ficar invisível por tempo limitado; Jazz, rápido e maleável, utiliza um arpão para alcançar lugares mais altos.  

Indo além, uma sequencia de missões será realizada com o uso dos Combaticons, um grupo de elite formado por Decepticons militares. Essas missões são coroadas com a possibilidade de realizar um desejo que existe há muito tempo, e para muitos fans da série: jogar com Bruticus. A versão combinada dos Combaticons é de longe o mais poderoso personagem que o jogador poderá assumir, e seu vasto poder de fogo torna a missão onde o controla extremamente divertida. Apesar da perda de velocidade devido ao tamanho, ele é basicamente intocável.
Por fim, outro ponto alto do jogo vem através de Grimlock, o tiranossauro, e sua capacidade de se transformar através do acumulo de raiva (rage).

O visual e gráficos receberam certas modificações. A qualidade gráfica, como em quase todas as sequencias em jogos, recebeu uma leve melhora. Os cenários focados numa Cybertron devastada pela guerra estão impecáveis, apresentando perfeitamente a civilização avançada que dá nome ao jogo. Seu planetário, apresentado na missão com Cliffjumper gera uma certa nostalgia, num momento onde somos apresentados ao nosso próprio sistema solar, que seria o próximo ponto de exploração, uma vez que Cybertron foi condenada. O visual dos personagens recebeu uma leve modificação, e isso pode ser facilmente notado ao olhar para o Optimus. Não apenas ele, mas outros personagens também receberam uma modificação na distribuição de massa e densidade dos membros, apresentando um visual com maior ênfase de gladiador, para combates mais intensos em momentos de necessidade, no caso, de um planeta em guerra. Não apenas nos personagens, o visual das armas sofreu modificações, refinando sua aparência e permitindo um controle de disparos mais fluído.


Não costumo utilizar a Xbox Live, mas o modo multiplayer desse jogo apresenta o centro das DLC’s lançadas e ainda agendadas. Os modos jogados na Live comportarão modo de sobrevivência e combate, com diversos personagens não presentes no modo campanha, como o restante dos Dinobots e outros personagens, como Perceptor, Ultra Magnus, Blast Off, Wheeljack e Zeta Prime. Além deles, teremos skins baseadas na versão G1 e G2 de alguns personagens, em outras palavras, o visual clássico deles. Por fim, a grande novidade é a possibilidade de criar o próprio Transformer para esse tipo de missão, escolhendo entre quatro classes diferentes e centenas de peças para compor o personagem. Seja online ou offline, a diversão é garantida.

Em resumo, Fall of Cybertron foi um dos lançamentos de 2012 que mais me divertiu, e pelo Metacritic em 80% de aprovação, vejo que não foi só a mim que a Activision agradou. Pode não ser o melhor jogo do ano, mas com toda certeza é um dos mais completos, nostálgicos e interessantes. E agora? “Vida longa a Megatron” ou “Liberdade é um direito de todos”?

Nota: 9,0 

19.8.12

Os preferidos do Biell de Botas para o reboot de Batman!


Como já sabemos, a Era Nolan terminou, e Batman sofrerá um reboot nos cinemas marcado, até então, para 2016. E agora? Quem vai dirigir? Quem vai estrelar? Para que direção a adaptação vai caminhar? Será que a Warner cometeria a mesma bat-cagada de 1995 colocando um diretor ordinário no comando? Disso eu duvido muito. Depois de "Batman Eternamente" e "Batman & Robin", devemos considerar que a Warner aprendeu com seus erros, portanto, tenho confiança em quem eles possam escolher para reinventar o Batman nos cinemas. Mas, e o elenco? Muito provavelmente, ninguém vai superar Christian Bale na pele do Homem-Morcego, e o resto do elenco conseguiria marcar tanto quanto o carismático e competente da franquia de Christopher Nolan? Bem, eu resolvi fazer meu próprio fancast de um novo filme do Cavaleiro das Trevas e compartilhá-lo com vocês. Para cada ator/atriz, postarei minha explicação pessoal do motivo de tal pessoa ser minha favorita para tal papel. Ah, e caso acharem algumas escolhas minhas muito novas para determinados papéis, lembrem-se de que de 2012 até 2016 é um tempo considerável pra envelhecer. EEEEE também deixo avisado que o elenco listado aqui valeria pros personagens principais de uma franquia inteira, não só um filme. Pelo menos uma trilogia.


RYAN GOSLING - BRUCE WAYNE/BATMAN

Ryan Gosling é um jovem ator com um talento surpreendente, e, se você assistiu "Tudo Pelo Poder" ou "Drive", ou os dois, sabe que esse cara aqui se encaixa muito bem num papel sombrio que é o do Batman, e ao mesmo tempo tem o carisma e a versatilidade requeridos para o playboy bilionário Bruce Wayne. Alguns devem achar que Gosling se daria melhor como Terry McGinnis, o adolescente que substitui Bruce Wayne usando o capuz do Cruzado de Capa em "Batman do Futuro", mas não, Gosling é perfeitamente apto para fazer o próprio e verdadeiro Batman.






SEAN CONNERY - ALFRED PENNYWORTH

Inglês, carismático, charmoso e elegante; Sean Connery seria certamente uma das melhores escolhas para interpretar o fiel mordomo Alfred Pennyworth, que foi eximiamente representado pelos ótimos Michael Gough e Michael Caine nas passadas franquias do Batman. Já vimos Connery como um parceiro fiel e cômico na trilogia "Indiana Jones", em que interpreta Henry Jones, pai do protagonista - e sejamos francos, Alfred é o pai de criação de Bruce Wayne! É por essas e outras que Connery é meu favorito ao próximo cúmplice do Morcego.






MICHAEL FASSBENDER - O CORINGA

Michael Fassbender é de longe um dos melhores atores da atualidade, e se há alguém no mundo apto a encarnar o Coringa de forma tão marcante quanto Jack Nicholson e Heath Ledger fizeram, é ele. O Coringa é um dos vilões dos quadrinhos de Batman que mais transpiram aquela imagem de, apesar de ser louco, é agradável. Ele te faz gostar dele, como Hannibal Lecter ou Darth Vader. E já sabemos que Fassbender é mestre nesse tipo de coisa. Ele conquistou o público com seu Magneto, e mais ainda com o andróide David de "Prometheus", que, sendo um robô, possui alguns traços de loucura notáveis em sua interpretação - afinal, é algo não-humano, fora dos nossos padrões de normalidade. Fassbender já nos provou ser um cara que sabe interpretar vilões, portanto, vamos continuar sonhando em vê-lo como o Príncipe Palhaço do Crime, quem sabe venha a realmente acontecer!

RUSSELL CROWE - COMISSÁRIO GORDON

Versátil e muito competente, Russell Crowe se encaixaria bem como muitos personagens do universo de Batman (provavelmente até como o próprio), mas, após vê-lo como um policial bigududo atormentado por problemas pessoais em "Na Trilha do Assassino" (que, apesar de não ser um filme muito bom, conta com uma excelente perfomance de Crowe), convenci-me de que ele daria um perfeito James Gordon nas telonas, especialmente se o personagem for inspirado no Gordon de "Batman: Ano Um". Sim, já foi divulgado que o reboot não recontará a origem do Batman e se passará com o vigilante em seu segundo ano em Gotham City, mas o segundo ano do Batman no filme pode muito bem ser o primeiro de Gordon, afinal é uma adaptação. Anyway, mesmo que o Gordon do reinício não seja o de "Ano Um", Russell Crowe ainda é meu favorito ao personagem.

ROONEY MARA - SELINA KYLE/MULHER-GATO

Irmã de Kate Mara, Rooney mostrou-se uma novata muito talentosa como protagonista do remake de "A Hora do Pesadelo", um breve - mas essencial - papel em "A Rede Social" e como a Lisbeth Salander de "Millennium: Os Homens que não Amavam as Mulheres". A Lisbeth de Mara muito me lembrou a Mulher-Gato insana de Michelle Pfeiffer, mas isso é só uma curiosidade, não é esta a direção para a qual eu espero que Selina Kyle caminhe no reboot. Rooney é uma ótima a atriz e tem o charme e sensualidade requeridos para interpretar a ladra, e mesmo que ela ainda não tenha encarado nenhuma personagem como esta, lembre-se que Heath Ledger também nunca havia representada nada parecido com o Coringa antes de ser recrutado por Christopher Nolan. Aí você vem e me diz: "Mas a Rooney não é peituda o suficiente pra fazer a Selina!"; ué, Michelle Pfeiffer também não era.

CHLOË GRACE MORETZ - BARBARA GORDON/BATGIRL
 
Garotinha que se tornou, da noite pro dia, a grande paixão de muitos nerds por aí com a sua Hit-Girl de "Kick-Ass". Não preciso ressaltar o quanto a garota sabe atuar, mas provavelmente uma coisa devo explicar; Concordo que mesmo em 2016, Chloë não vai estar muito próxima da idade de Barbara Gordon, mas não vejo problema em adaptar uma Batgirl mais jovem que a dos quadrinhos, já que o Robin foi adaptado na trilogia de Nolan mais velho que o Menino Prodígio das HQs. Você não vai encontrar qualquer Robin nessa lista pois, particularmente, eu acharia melhor pular direto para a Batgirl na lista de parceiros do Morcego, já que faz muito mais sentido dois morcegos combatendo o crime do que um morcego e um pássaro. A jovem Batgirl poderia ser considerada uma referência ao fato do Robin ter iniciado sua carreira ainda criança.


ROBIN WILLIAMS - EDWARD NIGMA/CHARADA

Este é outro dos melhores atores que já caminharam sobre a crosta terrestre, e além de ser a cara do Charada, se você assistiu pelo menos "Insônia", coincidentemente de Christopher Nolan, sabe que Williams é um ótimo vilão enigmático. Assim como Michael Fassbender, Williams também tem o carisma pra compor um vilão ao qual você se apega, e o Charada é um vilão que necessita disso, afinal, ele não é tão carismático nos quadrinhos, poucos são os roteiristas que conseguem acertar o charme pra esse personagem - em "Mulher-Gato: Cidade Eterna", por exemplo, da excelente dupla Tim Sale e Jeph Loeb, o Charada parece só um babaca esquelético. A única versão do Charada que você consegue realmente gostar é a de Jim Carrey em "Batman Eternamente".  Se não me engano, Robin Williams também era a escolha de Tim Burton para seu terceiro filme do Batman, que acabou nunca acontecendo, infelizmente.

RALPH FIENNES - HARVEY DENT/DUAS-CARAS

Eis um cara que fica bem de terno. Já se consagrou como o vilão da franquia Harry Potter, e não é novidade que Ralph Fiennes se dá muito bem em papéis políticos. Harvey é um personagem de dupla personalidade que é corrompido com o tempo, um papel pelo qual qualquer ator competente se interessaria, e Aaron Eckhart foi perfeito nele. Tommy Lee Jones também teria dado um excelente Duas-Caras, se não fosse dirigido por Joel Schumacher, e Ralph Fiennes é um rosto que todos gostaríamos de ver numa franquia do Homem-Morcego, e não há personagem melhor para ele do que este. Por ora, também não consigo imaginar outro ator para interpretá-lo agora, então, Ralph Fiennes é o cara pro papel.




ANTHONY HOPKINS - PROFESSOR HUGO STRANGE

4ª Lei de Newton: não existe ator na Terra mais apto para interpretar Hugo Strange do que Anthony Hopkins. Pra falar a verdade, um filme com Hugo Strange sendo interpretado por Anthony Hopkins não seria um filme do Batman, seria um documentário sobre a vida de Anthony Hopkins. Isso é, supondo que ele fosse saber que estaria sendo filmado, caso contrário, seria considerado um vídeo de paparazzi. Qualé, todo mundo sabe o quanto esse cara é foda, e em qualquer filme que ele faça um vilão, você vai ver um pouco de Hugo Strange ali. Pegue "O Silêncio dos Inocentes" e "O Lobisomem" como exemplos. Viu? Hugo Strange!
JACKIE EARLE HALEY - DR. JONATHAN CRANE/ESPANTALHO

Jackie Earle Haley é bastante acostumado com papéis e caracterizações peculiares, e mesmo que quando você veja uma foto desse cara, você não ache que ele daria um bom Espantalho, se você assiste a um filme dele, qualquer um, você se convence do contrário. O Freddy Krueger de Jackie é um bom exemplo, pois mostra como o ator compõe um personagem tratado sobre ilusões, e seu Rorschach complementa o elemento do Espantalho por mostrar como Jackie se faz notar com uma máscara. Sua voz, sua linguagem corporal, ele é mestre em compor tudo o que Jonathan Crane precisa, e não há dúvidas para mim de que esse personagem cairia como uma luva para Jackie Earle Haley.



JODELLE FERLAND - HARLEY QUINN

Pra começo de conversa, depois da interpretação dessa garota em "Terror em Silent Hill" como Alessa Gillespie, eu tenho uma boa certeza de que ela encara qualquer personagem. Imagine o Coringa de Heath Ledger, só que do sexo feminimo e com 9 anos de idade. Pronto, Jodelle Ferland como Alessa Gillespie. E, curiosamente, essa é uma boa direção para qual Harley Quinn, que nunca apareceu nos cinemas, poderia caminhar nos filmes. Insana, mas não tão boba quanto a das HQs, já teríamos o Coringa pra isso. E, quanto à idade, lembre-se que a atriz estará com 22 anos em 2016 (isso se Harley fosse aparecer no primeiro filme), que seria a idade perfeita para retratar uma jovem superdotada recém-formada em psiquiatria que enlouquece devido a sua obsessão pelo Coringa.




Bom, pessoal, por enquanto é só! Se você tem alguma sugestão de quem você gostaria de ver interpretando tal personagem, comente! E, se há algum personagem que não postei e você quiser saber qual seria a minha sugestão, comente também! Até mais!

18.8.12

Dear Esther: Um RPG diferente que nos prende em uma história longa de amor em ambientes simplismente fantásticos.




CRÍTICA
DEAS ESTHER

Dear Esther, para quem não sabe (e muitos provavelmente não irão saber) foi o jogo que revolucionou a forma dos jogadores de verem RPG. Aliás, os poucos que sabem sobre este jogo irão dizer que ele foi feito pela TheChineseRoom (mesma criadora de Amnesia: Machine for Pigs, que por sinal será lançado dia 30 de Agosto agora), porém a história vai muito mais além, e eu já irei explicar como ela é.

A versão atual deste jogo realmente foi feita pela TheChineseRoom e lançada em fevereiro deste ano como um jogo Indie de RPG para sites como Desura e Steam. Porém o jogo original era totalmente gratuito por ter sido um mod de Half Life 2, ou 1 pois não me lembro agora exatamente. O jogo tinha como idéia trazer uma concepção diferente de jogatina, levando aos jogadores a mais vivenciarem a história como se fossem eles mesmos do que decidir a vida do personagem já construído dentro do jogo e é ai que a mágica acontece, pois a versão nova conseguiu realizar este feito com mais êxito do que a versão original.
Em questões gráficas, Dear Esther não peca em absolutamente nada, é o gráfico mais realístico que eu já vi, porém neste jogo em questão, seu gráfico é o de menos, pois é totalmente inútil sem a explêndida sonorização do game, com todas as suas centenas de efeitos sonoros para cada ação do jogador.

O gráfico é caprichado do começo ao fim, em suas 4 quests principais (afinal, isso ainda se trata de um Role-Playing Game, então eles não poderiam deixar de colocar os fatores básicos que compõem um jogo neste estilo) e ao contrário de muitos jogos que vi os produtores acabarem pecando no capricho conforme o jogo prosseguia (como Resident Evil 5), Dear Esther é simplismente belíssimo e muito bem enriquecido e detalhado em cada polígono do game.







"Uma ilha deserta... Um homem perdido... memórias de um acidente fatal... Um livro escrito por um explorador que já está morrendo" é a definição perfeita para o que acontece na história, que envolve uma dinâmica parecida com a do filme Náufrago onde o protagonista acaba tendo que viver sozinho em uma ilha, sem ninguém para dialogar e começa a pirar. O mesmo acontece aqui, porém muito pior. A sanidade do personagem é afetada constantemente durante o jogo, e muitas vezes o ímpeto suicida dele pode acabar fazendo com que acidentes ocorram.

O final do game, sem dar muitos spoilers, é surpreendentemente fantástico e ao mesmo tempo abre nossa imaginação para discutirmos o que acontece com o personagem de fato. É uma história linda onde os principais objetivos do jogo envolvem uma busca implacável por respostas e a sobrevivência acima de tudo. Um jogo simplismente fantástico e um trabalho belo acima de tudo.

Por fim, Dear Esther não pode ser realmente considerado como um game, nem ao menos um RPG. E digo o por que: se você estiver procurando por coisas para interagir ou bichos para matar, pode esquecer. Nem gaste seu dinheiro com o jogo, pois você iria se decepcionar. Dear Esther é simplismente um RPG de busca sem nem ao menos ter o estilo point and click, onde sobreviver e refletir sobre o decorrer das coisas é algo que irá prender você até a conclusão deste game poético e absurdamente bonito! Simplismente nota 1000!

NOTA: ●    ● (5/5) - Imperdível
Querida Esther... Não foi culpa dele... A bebida é algo que afeta as mais obscuras lembranças e nos faz perder a cabeça para as mais doces sensações.

11.8.12

DayZ MOD!!! // Assassino da machadinha e profeta (parte 2)



Vídeo de Sunkeny08 com a participação especial de MendesGameShow em um frenético vídeo de Arma II DayZ Mod!

Galera, não se esqueçam de curtir o vídeo, compartilhar, favoritas e ajudar o canal do Keny se inscrevendo! Para checar todo o conteúdo foda deste cara, clique aqui e divirta-se

Este anúncio é um oferecimento do YouTube

10.8.12

RISEN 2: Além de não ser inovador, não apresenta nada que já era bom de um RPG



Já era a hora de voltarmos com alguma crítica depois de tanto tempo parado não? Bem é verdade, estamos um tanto ocupados com a nova Blaster Lizard Gaming Team que eu não tenho tempo nem mesmo que continuar atualizando meu canal no YouTube TheRockkyLee. Mas chega de papo. Prometo que voltarei a fazer as críticas que vocês tanto gostam e as os 'previews' que vocês tanto querem! Vamos logo para a crítica!


CRÍTICA
RISEN 2: DARK WATERS

Risen 2: Dark Waters é um jogo de RPG single-player que possuí uma pegada bem interessante para falar a verdade. Mas já deixo algo bem claro: desde o começo do jogo, parece que a Piranha Games simplismente não consegue nos passar diversão do jeito que quer realmente para o jogador. É tudo muito vago e chato na verdade, mas o jogo tem pontos bem positivos que acabam assumindo do outro lado da moeda e ajuda a estabilizar o jogo corretamente (ou quase isso).

Começando pela parte ruim: Risen 2 Dark Waters continua cometendo o mesmo erro do primeiro: não apresenta nada de bom e ainda deixa a desejar na parte medíocre que tem. De certa forma, ainda copia de Fallout a parte do karma, que vem de maneira diferente e sem um nome específico. Risen II é um jogo que não consegue nem ser belo para os olhos (e olhe que eu o instalei para PC, esperando que tivesse um gráfico melhor) e nada de paisagens bonitas ou lugares bem decorados. Tudo muito feito na maciota e cheio de bugs e erros que costumamos (e muito) a encontrar em outros RPGs que jogamos casualmente.
Isso tem nome... E é propaganda enganosa. Sei muito bem que lugar é este.
Acho que de partes ruins, estas duas são as que mais destacam. Bugs não é defeito para nenhum jogo e isso todos sabem. Bugs existem em qualquer um, até mesmo em Heavy Rain (que existe um monte) e mesmo assim não deixa de tornar o jogo fabuloso (apesar de eu não gostar nenhum pouco desse jogo). Enfim, as partes boas é que o mapa em geral é bem caprichado e variado, mesmo que as cidades não sejam bonitas e as casas tratadas com carinho pelos programadores, a paisagem do geral é um tanto fabulosa, assim como um outro ponto forte que é a parte musical.

A trilha sonora é fantástica, logo no começo do jogo eu já me surpreendi com o cuidado que eles tiveram para passar para o jogo a essência de um verdadeiro jogo de pirata já pela música like Pirates of Caribbean e tudo isso é muito massa pois mesmo que você não crie sua própria identidade no jogo como em Fallout ou Skyrim, você ainda assim tem o controle de um personagem forte e MUITO BADASS (ele possuí tapa-olho, isso é tipo 60% de badassidade haha).
Muito mega foda? Só antes da segunda hora de jogo, onde você já viu tudo que ele tem a oferecer e ai, acabou-se o 'douce'
As vozes também parecem ser bem fodas, pelo menos a maioria (não consegui ver a de todos os personagens do jogo é óbvio) e o mais legal é que todos tem um papel muito importante, com suas próprias travessuras e pérolas, dando um humor genial e bem equilibrado na hora de se divertir. O jogo é uma comédia mas ainda assim não perde o foco central que é um RPG sanguinolento.

Por fim, o jogo diverte numa boa, mas é horrível se comparado com Fallout ou Skyrim... E falando em Skyrim, aguardem pois ainda teremos a crítica de Dawnguard e Skyward Sword que ainda não tivemos a oportunidade de fazer, assim como o resto do Top10 Fan-Fictions, Top10 Exclusivos e Top12 Jogos Extras.
NOTA: ●    (4/5) - Ótimo
Só serve para quem está meio enjoado de Skyrim... Em 2 horas você já se sente enjoado de Risen também.


Análise - Morte em Família






Em 1940, cerca de um ano após a primeira aparição de Batman em Detective Comics #27, a popularidade do personagem era visivelmente crescente. Com o intuito de abrandar o tom soturno das histórias do Homem-Morcego, e sobretudo criar um elo de aproximação dos jovens leitores com esse universo, foi introduzido um novo personagem: Dick GraysonRobin, o Menino-Prodígio. O garoto, cujo passado (este, por sua vez, mais explorado em Batman - Vitória Sombria) em alguns pontos assemelha-se ao do próprio Bruce Wayne , logo tornou-se um dos mais icônicos personagens dentre os super-heróis, sendo representado não só nas HQs, como também em animações, filmes, produtos e na famosa série do Batman nos anos 60.



Mas tal como na vida real, os personagens das histórias em quadrinhos passam por períodos de amadurecimento. Após ser baleado pelo Coringa e em seguida ter alguns desentendimentos com Bruce, além de ocupar o posto de líder do jovem time de heróis conhecidos como Titãs, Dick Grayson deixa o cargo de parceiro mirim do Batman, posteriormente assumindo a identidade de Asa Noturna. Assim, o Cavaleiro das Trevas mais uma vez passa a trabalhar sozinho...




...Mas não por muito tempo. Em 1983, mais uma vez sentiram a necessidade de um parceiro para o Batman no combate ao crime, e então foi criado um novo personagem: Jason Todd. Após a mega-saga Crise nas Infinitas Terras, que renovou e modificou muitos conceitos no universo da DC, a origem definitiva de Jason foi estabelecida: o menino, órfão morador de rua, foi pego no flagrante tentando roubar os pneus do Batmóvel. Pouco tempo depois, Batman decide adotá-lo e treiná-lo para o posto de Robin, uma vez que via no garoto muita raiva e revolta que poderiam ser canalizadas para algo positivo.



Contudo, o novo Robin não foi bem recebido pelos fãs, sendo que muitos o viam como um simples substituto que não estava à altura do Robin anterior. Com o passar do tempo, o personagem foi tornando-se visivelmente mais agressivo e rebelde, chegando ao ponto de até ter assassinado um bandido (Batman #424), embora nunca tenha ficado muito claro. Esses e outros motivos levaram a DC a fazer algo inédito até então: criar uma enquete por telefone para os leitores decidirem se Robin iria viver ou morrer.



O resultado foi apertado, 5343 votos a favor da morte e 5271 contra. O destino dele revelado no arco Morte em Família, publicada entre 1988 e 1989, escrito por Jim Starlin e desenhado por Jim Amparo e Mike DeCarlo. Na história, Jason descobre que sua mãe na verdade era sua madrasta, e parte em busca de sua mãe biológica. Viajando ao mundo seguindo algumas pistas, com a ajuda de Batman, acaba encontrando o que procurava. O que ele não esperava era que o Coringa estaria envolvido num esquema de política internacional e terrorismo relacionado inclusive à sua mãe, e que pouco depois estaria fadado a uma brutal morte pelas mãos do Palhaço do Crime. Após o ponto alto da história, o ritmo acaba caindo um pouco e, para o leitor, o plano do Coringa por trás de toda trama é invariavelmente ofuscado pelo acontecimento. Ainda assim, é um marco importantíssimo durante as décadas de existência do Homem-Morcego. A morte de Robin teve profundas consequências na psique de Batman, e é frequentemente resgatada em outras histórias, sendo mostrada como um de seus maiores fracassos e traumas.



- Laís