2ª Premiação Anual Lagarto de Ouro

Confira os candidatos e dê sua opinião sobre os melhores filmes de 2012!

LagARTÍSTICO #7: Diamonds Are A Girl's Best Friend!

A sétima edição do quadro LagARTÍSTICO traz uma galeria da eterna diva Marilyn Monroe!

Hitman: Absolution

O Assassino 47 está de volta, saiba a nossa opinião sobre o novo jogo!

BL Clássicos

Leia duas novas críticas no quadro BL Clássicos: "The Misfits" e "How to Marry a Millionaire".

27.2.12

BL: "LagARTÍSTICO"

Então, abrimos hoje a sessão artística do blog, que diariamente terá a adição de algumas ilustrações escolhidas por mim, o Leão Valente. Por hoje, aproveitando a empolgação do passeio da DC no Diamond Gem Awards,  teremos ilustrações do mítico Lee Bermejo. Não colocarei imagens da sua última Graphic, Batman: Nöel, mas sim do trabalho que o consagrou há uns aninhos. "Joker", escrita por Brian Azzarelo é uma Graphic Novel que conta com o Coringa como protagonista.


Gostou? Quer mais? Adquira seu exemplar da grande obra de Azzarelo e Bermejo. "Joker" vale muito a pena. Os detalhes apresentados por Bermejo são impecáveis, tal como sua habilidade em ilustrar imagens tanto com pintura pincelada quanto outras técnicas. Os traços, o modo bizarro como o Coringa é retratado, e as inspirações no filme "The Dark Knight" fazem dessa versão mais "sombria" do Coringa um verdadeiro retrato de um psicopata. Infelizmente, as técnicas utilizadas por Bermejo, e a qualidade final consomem tempo, pois caso contrário sem dúvidas ele seria o frontman da DC na linha mensal. Por hora, desfrutamos de seus trabalhos em mini-séries e especiais como este. 
" Why so serious? "

DC domina o DIAMOND GEM AWARDS!

Em clima de Oscar, a Distribuidora Diamond Comics apresentou os vencedores do seu Diamond Gem Awards para publicações de 2011. E a DC simplesmente dominou a noite, com seu nome em onze das vinte e uma premiações. Aliás, agora a DC não é mais apresentada como DC Comics, mas sim DC Entertainment. DC venceu como melhor publicadora, um premio vencido com certa frequência. O centro de suas premiações foram edições lançadas sob o selo dos Novos 52, refletindo num impacto positivo no publico. Lado a lado com a DC desde o início do século passado, Batman colecionou o maior numero de prêmios com seus títulos diversos. Na Graphic Novel “Batman: Nöel”, somos presenteados com a adaptação do clássico conto de natal do Mr. Scrooge no ponto de vista de Bruce Wayne, e pela excelente arte de um dos melhores ilustradores em atividade. Lee Bermejo demorou para terminar esse especial, mas o resultado final foi de um nível extremo. Também nos limites de Gotham, Scott Snyder teve seu primeiro prêmio sob o comando do Homem Morcego ao ter “Batman #1” como melhor HQ do ano em valores abaixo de $3,00. Acima dos $3,00, a porta de entrada para a nova DC, Liga da Justiça #1 leva o primeiro prêmio. A premiação, com votação interna que usualmente reflete o índice de vendas, não honrou a vencedora no quesito, Marvel Comics, que ficou com o primeiro lugar de vendas através da Diamonds. Bela tradução para o ditado popular que cita “quantidade não é qualidade”. Abaixo, a lista de todas as premiações.


Publicadora de quadrinhos do ano – Acima de 4%
DC Entertainment
Publicadora de quadrinhos do ano – Abaixo de 4%
Dynamite Entertainment
Publicadora de quadrinhos “Backlist” *
DC Entertainment
Publicadora de mangá do ano
Viz Media
Melhor revista em quadrinhos – Abaixo de $3.00
Batman #1 (DC)
Melhor revista em quadrinhos – Acima de $3.00
Justice League #1 (DC) 
Melhor produto licenciado 
Teenage Mutant Ninja Turtles Ongoing #1 (IDW)
Revista do ano
DC Superhero Collection Magazine (Eaglemoss)
Melhor Graphic Novel
Batman: Noel Deluxe Edition HC 
Melhor republicação encadernada com capa dura 
The Walking Dead TP Volume 14: No Way Out (Image)
Melhor encadernado licenciado 
TMNT Ultimate Collection HC Volume 1 ( IDW)
Melhor mangá encadernado 
Sailor Moon TP Kodansha Edition Volume 1 ( Kodansha)
Antologia do ano
Rocketeer Adventures HC Vol. 1 DM Exclusive Edition ( IDW)
Graphic Novel indie do ano 
LOEG III: Century #2 1969 ( Top Shelf)
Melhor encadernado do ano 
The Walking Dead Novel HC Vol. 1: Rise of the Governor ( St. Martin’s Press)
Melhor game manufafurado do ano
Wizards of the Coast
Produto relative a jogos do ano
Magic: The Gathering TCG — Innistrad Booster Display ( Wizards of the Coast)
Brinquedo manufaturado do ano
DC Entertainment – DC Direct
Melhor brinquedo do ano
Batman: Arkham City Series 1 AFs ( OCT110307- OCT110314, DC Direct)
Melhor linha de brinquedos do ano
Batman: Arkham City (DC Direct)
Melhor estatueta
Cover Girls of the DCU: Batgirl Statue ( DC Direct)


Backlist refere-se a quadrinhos que não são lançamentos, mas continuam nas prateleiras e listas de solicitação.


Figuras de ação da série DC Direct.
" THE FIRE RISES"

Acta... Sopa... Pipa... e... Valdir Raupp?!

Bem, em primeiro lugar quero afirmar que este artigo é mais informativo que nunca. Em segundo lugar, a maioria de vocês provavelmente já sabem da notícia que anda se espalhando por ai sobre a SOPA e a PIPA que respectivamente planejam censurar a internet de forma que não será possível compartilhar qualquer tipo de material que esteja legalmente com seus direitos reservados. De nenhuma maneira, nem sequer mencioná-los por ai, usando a internet. Exatamente por conta desta baboseira que um dos maiores sites de download, que chega aos pés de 4Shared, simplismente saiu do ar, e no lugar disso, um emblema do FBI com uma ação contra o site, simplismente nos alerta que ele saiu do ar, por ter cometido um crime de ter divulgado material inadequado e não autorizado online.

Porém, nesses últimos dias, descobrimos que o buraco esta indo muito mais embaixo disso, lembra daquela infeliz lei que foi criada em 2006, dizendo que um tal de um senador chamado por Valdir Raupp havia criado um projeto de lei na qual seria restritamente proibido a venda, compra, distribuição, cópia, utilização, importação ou qualquer outra coisa referente a trazer e utilizar jogos de vídeo-game que de alguma provoque algum tipo de preconceito contra

- Religião.
- Raça.
- Outros.

Bem, somente para constatar... Esta lei está praticamente sendo aprovada... Então, aqui fica o recado... Muito obrigado...

Caso vocês queiram saber mais sobre esta matéria, entre neste site.

24.2.12

SovietConnection: Boletim de Março

CRÍTICA EM VÍDEO
Bem, com certeza no próximo mês, a Blaster estará trazendo algumas das novidades que prometemos (talvez, caso algo dê errado, estaremos avisando aqui), bem, uma delas é que o nosso redator-chefe, o El Amante Felino acaba de finalizar sua primeira crítica em vídeo (do filme Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança, 2012), que estará no seu novo canal denominado BielldeBotas (ou algo parecido, se não estou enganado) onde estará todas as críticas feitas em vídeo pelo Amante Felino, eu, no caso, estarei divulgando minhas críticas, game plays e detonados (Estarei falando sobre isso daqui a pouco) no meu canal original que é o TheRockkyLee normalmente.

DETONADO EM VÍDEO
Bem, como eu havia prometido no começo deste ano, eu SovietConnection, que apresentei a idéia junto de MacPertel de criar críticas e detonados em vídeo para o blog. Primeiramente, o detonado de Limbo já estava pronto e eu já pretendia colocá-lo no ar desde o começo de Fevereiro, porém, por um triste equívoco, o Fraps foi configurado de forma em que o áudio estava apresentando ruídos insuportavéis. Logo depois, isso aconteceu quando tentamos novamente criar o detonado, que havia sido comentado por mim e pelo El Amante Felino, onde apresentou o mesmo problema, porém, bem melhor que anteriormente. Agora, eu tentando configurar melhor o Fraps, consegui ajustar o som de modo adequado e o numero de fraps per second para o áudio acompanhar perfeitamente a imagem do vídeo, sem problemas.

Provavelmente o Detonado irá sair um pouco mais tarde, como é bem demorado para fazer uploads do vídeo no YouTube, já que o vídeo apresenta de 2GB para mais, tentarei providenciar um computador na qual a Internet seja mais rápida para transferir os vídeos.

Além disso, também venho baixando demos e jogos para trazer diversos videos de gameplay comentados, e criticas apresentando eu, Mac Pertel, El Amante Felino, ou João Arthur jogando e comentando ao vivo. Estarei tentando trazer por exemplo jogos como Portal, Half Life, GTA entre outros.

GAMEPLAYS EM CONSOLES
Um dos problemas que estou tentando resolver é de conseguir rodar meu Xbox no meu computador, sim ele é capaz de fazer isso, mas eu preciso de um cabo HDMI, algo que eu não possuo, infortunadamente. Por uma boa coencidência, eu tenho um amigo que possui um Playstation 3 e eu irei verificar com ele se ele pode me emprestar, se isso for possível: críticas e gameplays de Assassin's Creed Revelations, GTA 4, Call of Duty entre muitos outros provavelmente estarão circulando no website da Blaster até o fim deste semestre ou semestre que vem.

Bem, obrigado por sua atenção, aqui foi Soviet Connection, trazendo as notícias da BLP Inc para vocês internautas do site. Valeu, Abraços para todos vocês!

"Drive" é para Ryan Gosling o que "Taxi Driver" foi para Robert De Niro

Alguém pode fazer o favor de me dizer ONDE DIABOS ESTÁ A INDICAÇÃO DE RYAN GOSLING AO OSCAR?!

EL AMANTE FELINO apresenta
DRIVE


"Drive" conta a história de um dublê de Hollywood, apresentado apenas como Driver (Ryan Gosling), que nas horas vagas faz bicos como piloto de fuga. Driver faz uma amizade com sua vizinha, Irene (Carey Mulligan), cujo marido Gabriel Standard (Oscar Isaac) acaba de cumprir pena na prisão. Quando os problemas de Standard ameaçam Irene e seu pequeno filho, Benício (Kaden Leos), Driver se oferece para resolvê-los, mas as coisas acabam saindo do controle...

Quando assisti ao trailer deste "Drive", pensei que iria ao cinema conferir um filme de ação embalada à moda antiga, mas acabei encontrando algo totalmente diferente do esperado. Não, isso não é ruim - e por mais que eu seja fã de filmes de ação, tenho que admitir que foi até melhor. A verdade é que "Drive" é um puta de um thriller bem elaborado, dirigido, roteirizado e principalmente: Interpretado. Ryan Gosling, além de fisicamente cumprir o perfeito tipo de um dublê de Hollywood, prova com este filme que não precisa de muitas falas para expor seu talento e carisma. O personagem do jovem ator, além de não ter um nome, é monossilábico, seus olhares e expressões são o que mais o guiam durante o longa. A forma como Driver é mostrado um incrível piloto extremamente centrado no que faz é interessante, e o personagem passa por uma baita reestruturação até o final do filme.

Gosling não é o único bem caracterizado - aliás, todo o elenco parece ter sido minuciosamente escolhido à combinar com as características físicas, desde a meiguice simples de Carey Mulligan até a cabeça-de-batata de Ron Perlman, que faz um dos vilões do filme. E as interpretações fazem jus às aparências, sendo todos os atores carismáticos e talentosos o suficiente para conquistar o público (até mesmo os malvados da parada). Os personagens, por sua vez, são muito bem retratados. O desenvolvimento dos mesmos é constante, com certeza um dos maiores focos do roteiro assinado por Hossein Amini, e se o filme é parado em ação, compensa pela ótima utilização e relação entre seus personagens - sendo a boa química entre os atores essencial para tal feito.

Quanto ao fato do filme ser "parado em ação", não me entenda mal. O que eu quis dizer é que há poucas cenas de ação durante a reprodução, mas quando alguma surge, a direção de Nicolas Winding Refn não deixa nem um pouco a desejar. Nos efeitos especiais (efeitos práticos, no geral), não há defeito, todos são aplicados com perfeição. Há inclusive uma cena interessante em que o trabalho de Driver como dublê de filmes nos é mostrado numa sequência curta de perseguição, em que um dos carros capota. Intencionalmente, é claro. A fotografia é muito bonita e ideal para um filme desse estilo nos dias de hoje.

A trilha sonora se mantém no pop, contendo músicas como "Nightcall", de Kavinsky, "Oh My Love", de Riz Ortolani e Katina Ranieri, etc. O score, a trilha sonora original de Cliff Martinez, usufrui de instrumentos e efeitos típicos do pop, num estilo rítmico bastante criminal e investigativo. A trilha se faz notar tanto quanto a de "Tudo Pelo Poder" (The Ides of March, 2011), filme dirigido por George Clooney e também estrelado por Ryan Gosling.

O roteiro consegue te manter preso ao filme o tempo todo, seja por mostrar evolução nos personagens, relevâncias na história, ou qualquer outra coisa. Hossein Amini estabelece rapidamente quais são seus focos principais e em momento algum se desvia deles, enquanto Nicolas Winding Refn guia a fita com segurança e confiança no que está fazendo. O mundo precisa de mais diretores seguros como Refn, e certamente precisa de mais filmes como "Drive".

Com um ótimo trabalho em seus personagens, trama promissora e intrigante, este filme é certamente uma das melhores pedidas entre os ótimos longas atualmente em cartaz no cinema. Apesar de ser oficialmente de 2011, vou segurar "Drive" como o melhor filme de 2012 até que "Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge" (The Dark Knight Rises) estreie. "Drive" é um filme do caralho e eu o compraria em Blu-Ray. Pra falar a verdade, eu COM CERTEZA vou comprar este filme em Blu-Ray.

Nota: 10,0

23.2.12

As Aventuras de Tim Tim: O Nathan Drake das Telonas e das Telinhas? Só Pode Ser!

CRÍTICA com Spoilers
AS AVENTURAS DE TIM TIM: O SEGREDO DO LICORNE (O FILME)


A minha primeira impressão ao assistir 'As Aventuras de Tim Tim: O Segredo do Licorne foi como eles conseguiram detalhar tanto um filme com gráficos que eu só vi outra vez ou em jogos ou na maravilhosa obra de Tim Burton e Timur Beakmambetov (Dirigido por Shane Acker). Lógicamente que não existe como reclamar de um trabalho de Tim Burton, mas ao ver que era Steven Spilberg que iria dirigir este filme e Peter Jackson que seria o responsável para produzi-lo, não deu em outra, já fiquei ansiosíssimo somente ao ver o trailer dele nos cinemas.


O Filme é tão detalhado que parece jogo de video-game... Aliás, sim ele realmente parece um jogo de video-game na integra, pois além do filme apresentar uma dinâmica tão espetacular, recheado de humor, principalmente pelo espetacular Archibald Haddock (Andy Serkis, que fez a voz de Monkey e do chefão de Enslaved: Odyssey to the West) que foi capaz de me tirar altas risadas no filme principalmente na cena, após Tim Tim, Bilu e Haddock permanecerem por horas no deserto, desidratando até chegarem a loucura, onde quando são resgatados, Haddock se vê basicamente no corpo de Sir. Haddock (seu ancestral, que aparece no filme e também é dublado por Andy Serkis), e por estar completamente em estado de delírio, mal consegue reconhecer a água que encherga no copo.


O Filme é ambientado em diversos locais, como em navios, logicamente o aclamado Unicórnio, o "astro" do filme, além de cidades com as quais se passam as cenas de ação mais insanas (como por exemplo, a de Tim Tim se equilibrando com o guidão e a roda presa na corda, enquanto encena um belo rapel para perseguir uma águia que continha um dos pergaminhos de Licorne), o filme também é fotografado (se assim pode-se dizer) na cidade natal de Tim Tim, na França, e também se passa uma das cenas mais belas, que foi no deserto do Saara, muito correspondente a cena de Uncharted 3: Drake's Deception, onde Nathan Drake fica preso por 3 dias no deserto de 
Rub' al-Khālī (pronuncia-se Rhuba Káli)



Através deste meio, é óbvio de Tim Tim tem muito 'Q' de Nate no filme, afinal, alguém é capaz de me dizer como seria possível um jovem repórter sobreviver a tantas coisas desta maneira (veja o filme e você entenderá rapidinho o que eu quero lhe dizer). Bem, pela parte gráfica, eu posso dizer que é maravilhosamente impactante, além de muito belos os cenários, os detalhes dos personagens não deixam mesmo a desejar, trazendo Tim Tim, inclusive, nas duas versões, tanto na do desenhista original

Através deste meio, é óbvio de Tim Tim tem muito 'Q' de Nate no filme, afinal, alguém é capaz de me dizer como seria possível um jovem repórter sobreviver a tantas coisas desta maneira (veja o filme e você entenderá rapidinho o que eu quero lhe dizer). Bem, pela parte gráfica, eu posso dizer que é maravilhosamente impactante, além de muito belos os cenários, os detalhes dos personagens não deixam mesmo a desejar, trazendo Tim Tim, inclusive, nas duas versões, tanto na do desenhista original Hergé, que deu vida a este personagem sádico e espetacular.

Quanto a parte humorística do jogo oups! Do filme quero dizer, está perfeita, na medida certa e sem parecer forçado demais, deixando claro que o filme não é uma obra de comédia, e sim uma fita de ficção de avenura e ação, onde o tema é bastante claro: porrada, porrada, porrada, e depois fazer o filme parecer basicamente impossível, ai sim vem o recheio de humor seguido de uma história envolvente contendo todos os personagens da trama original de Tim Tim: Tomson e Tompson (respectivamente dublados por Nick Frost e Simon Pegg), os "gêmeos" detetives que são uma graça no filme, que sempre acompanharam Tim Tim pelas suas buscas, o marinheiro Haddock, um dos protagonistas do título e Milu, o cachorrinho da raça Fox Terrier branco que sempre está junto do garoto.
 
A parte sonora do filme ficou muito boa, levando ao fato de que aborda temas bem estilo Oriente Médio, ou "desértico" assim dizendo, com orquestras e batidas ao mais som de exploração e investigação principalmente, juntando tudo isso com aquela pitada de ação e aventura onde Piratas do Caribe, Sherlock Holmes e Os Três Mosqueteiros conseguiram adotar muito bem, mesmo que Os Três Mosqueteiros não tenha sido suficientemente agradante por ter sido genérico demais. Em quesito de trilha sonora, também não há do que reclamar.

Uma coisa que eu preciso comentar a respeito do filme, também envolvendo os personagens, porém um ponto baixo deles, é que apesar de TODOS os bons e velhos amigos de Tim Tim terem voltado e terem também sido super bem aproveitados, os novos, que participaram da trama somente agora, muitos deles foram bem esquecidos, inclusive o próprio vilão do filme foi esquecido no filme, não porque ele aparece pouco na trama, mais porque a história dele é muito mal contada, apenas explicada por algumas poucas cenas onde explica que ele procura vingança contra Haddock por seu ancestral ter matado o ancestral dele e ter no fim, escondido o tesouro nos escombros de Licorne, no fundo do mar, mas isso não explica nada sua obsessão pelo personagem Archibald, onde o mesmo, na verdade, mal sabia quem ele era quando é apresentado pela primeira vez na fita. Porém, isso atrapalha o filme muito minimamente, principalmente na sua história.

Por fim, "As Aventuras de Tim Tim: O Segredo de Licorne" é a animação perfeita para qualquer um que queira sentir o que é a perfeita denominação de tensão em uma intensa aventura que irá embarcar você pelos confins na busca do Licorne.

Nota: 9.5
+
Parte Gráfica + História + Direção de Steven Spilberg + Trilha Sonora
- Má Elaboração da História do Vilão - Alguns personagens secundários um pouco inúteis.

Justiça Jovem: Klarion ataca novamente!

Não será a primeira aparição do menino bruxo mais poderoso do UDC na série animada Justiça Jovem. A primeira vez em que deu às caras foi no episódio "A Ligação" com participação especial do Senhor Destino (Kent Nelson - o velhote de 106 anos).


Agora temos a notícia que no dia 03 de março (sábado) no canal Cartoon Network do bloco Nação DC, um dos primeiros episódios da nova temporada terá seu roteiro em torno do pivete de cabelo espetado (Klarion). Conforme as notícias os adultos da Terra irão desaparecer com exceção da feiticeira Zatanna e do incrível Capitão Marvel - ou SHAZAM. E é claro que a equipe de jovens heróis entrarão nessa batalha ao lado de Zatanna e Capitão Marvel para derrotar o menino bruxo.

O clipe do episódio em questão se encontra logo abaixo. Seu nome? "Young Justice: Misplaced".

22.2.12

Novo game da DC: 'The Young Justice: Legacy'.

A agora não mais ‘nova animação da DC’, Justiça Jovem, pode não ter agradado muitos logo quando surgiu devido às inúmeras dúvidas que causou, mas que as missões do grupo possuem uma pitada a mais de maturidade que o desenho Jovens Titãs isso ninguém pode dizer o contrário.

Depois de transmitida pelo canal americano do Cartoon Network, o desenho chegou ao Brasil através da emissora SBT e apresenta a primeira temporada. Mas a segunda temporada já está prestes a passar, obviamente, em primeira mão nos EUA pelo Cartoon Network – mais precisamente em março.


Mas a notícia verdadeiramente dita é sobre o game. Isso mesmo! A Little Orbit confirmou uma parceria com a Warner Bros. Interactive Entertainment para a produção do jogo ‘The Young Justice: Legacy’. O game será baseado na série animada dos jovens heróis da DC e seu processo de produção deve começar em breve. No jogo os “Young-fãs” lidarão com uma história baseada nas duas primeiras temporadas do desenho, podendo escolher o personagem com qual tem vontade de jogar e interagir com heróis e vilões conhecidos.

O game foi programado para 2013 para os consoles Xbox 360, Playstation 3, Nitendo Wii e Nitendo DS. Aguarde!

Rafael Grampá + Rafael Albuquerque = “Bátima”

Enquanto isso na DC Comics, dois brasileiros ‘legítimos’ são confirmados para trabalhar numa HQ do Batman. Seus nomes estão no título desta postagem.

Rafael Grampá
Como disse Éric Assis em seu texto para o site Omelete “a invasão de Rafaéis nos quadrinhos brasileiros está tomando proporções imperialistas”. Os xarás serão responsáveis por uma HQ do Homem-Morcego onde Grampá será roteirista e desenhista, enquanto sobre o Albuquerque não se tem muitas informações, apenas que a história “começa com um telefone vermelho tocando” segundo ele.

Rafael Albuquerque
Grampá, em seu micro-blog, comentou na quarta-feira passada (15) que “OK! Vou escrever e desenhar uma HQ do BATMAN. O argumento foi aprovado, começo o roteiro amanhã”; “amanhã” no caso sendo a quinta-feira passada, dia 16. Em seguida “Chat irado com o @rafaalbuquerque, dissecamos o Batman. Muito classe!” (em resposta Albuquerque publicou em seu Twitter “Eh sempre legal falar com o @Rafael_Grampa sobre o Batman”) – e de lá para cá, em meio a alguns spoilers do Albuquerque que você pode conferir no final dessa postagem... – “Bom, uma coisa temos certeza: @rafaalbuquerque e eu seremos os primeiros brasileiros a escrever o Batman. É uma responsa q estamos honrando”, último tweet do Grampá sobre o assunto, hoje, dia 22 de janeiro.

Pelo jeito Rafael Grampá tem razão; “(...) 2012 é o ano”. (risos)


Spoilers do @Rafael_Grampa. Fotografados por Carlos Farinha (@cfarinhabz)


Prepare-se Para sofrer em Palm Hotel

CRÍTICA com Spoilers

DEAD ISLAND



Demorou... Mas aqui está!

Dead Island foi um dos poucos jogos que sinceramente conseguiram me surpreender a cada segundo, com todos seus temperos para o bolo de zumbi amassado e massacrado em fogo maria mais lindo que eu já vi na minha vida. Trata-se de uma linda mistura de RPG com ação desacelerada em um mundo onde a jogabilidade é estilo Far Cry e o jogo é puro Left 4 Dead.


Eu realmente me surpreendi com a quantidade de estilos e tipos de jogabilidades diferentes abordadas em um jogo de estilo único e realisticamente, puro clichê. Afinal, este não é o primeiro jogo de zumbi onde você é um dos poucos sobreviventes de um apocalipse de mortos vivos que querem sua carne e seu sangue e você obrigatoriamente precisa sair a caça deles e encontrar outros isolados através de um ambiente base. Mas, em Dead Island, eles botaram este tipo de estória em um patamar muitíssimo mais complexo que qualquer anterior. 

Primeiramente, o que mais me chamou a atenção foi o modo de campanha online, algo que está começando a ser abordado nos jogos agora, assim como também foi aderido em Resident Evil: Operation Raccoon City (confiram a análise em 
http://blasterlizard.blogspot.com/2011/12/um-pequeno-sneak-peek-de-resident-evil.html) porém infelizmente, este modo, no entanto, neste jogo exclusivamente, é recheado de erros, bugs e  lags digamos assim, por se tratar de um modo online, cooperativo, onde há muitos problemas de texturas incluindo paredes fantasmas e aqueles chatinhos momentos onde seu personagem acaba se teletransportando de um lugar para o outro misteriosamente.


A pior parte disso tudo é que muitas vezes, isso acaba não dependendo somente da velocidade da sua internet e sim do estado do jogo, a quantidade de informações e o lugar onde cada pessoa se encontra, considerando o fato que os lugares vão sendo carregados separadamente, dependendo da visão de tela de cada um. Mas isso deixa de ser tão ruim quando é levado em conta que isso é raro de acontecer, e quando dá na telha de aparecer, não é por muito tempo.

Apesar deste defeito que o jogo trouxe, também pode-se tirar muitas qualidades, e portanto, muito proveito sobre este modo de Campanha Online. Como a oportunidade que a empresa teve de poder se empenhar mais e ver mais pessoas optando pela compra do jogo por conta da própria campanha. O que é um ponto positivo. Outra coisa é a facilidade que o jogador acaba tendo com uma ajudinha a mais, que sempre é muito bom, principalmente quando o jogo começa a avançar muito (depois de 20 horas de jogo, Dead Island fica terrívelmente díficil em modo solo) e fica bem complicado passar de algumas quests.

Além disso, no modo camapanha online, todos os 4 jogadores presentes na sala podem fazer as quests que quiserem e mudar para a do outro jogador, quando o mesmo pedir, a hora que quiser também. Assim facilitando uma maior imersão e também um contato melhor com os personagens.

Apesar de, diferentemente de Fallout, Dead Island segue com mais um tema arcade, ação mais generalizada, e não todo o esquema esquisito de combate e difícil entendimento onde poucos sabem jogar, como um RPG por exemplo (ou você vai vir com aquele papo de que qualquer um sabe jogar RPG? Eu por exemplo, tive muita dificuldade, e ainda tenho.) porém, este apesar de ser um jogo desafiador, como RPG ainda é fácil, logicamente que ele traz todos os elementos essenciais para que faça dele um RPG, mas ainda assim, ele é de fácil manuseio, como Skyrim, o que não é um ponto negativo, pelo contrário, o deixa ainda melhor e mais divertido de ser jogado.

Um ponto fraco desse jogo é as armas: não pela quantidade, não pela 'roubalheira' onde uma pistola é mais forte que uma M14 ou um soco é mais letal que uma espada ninja... Não é isso, é simplismente pelo fato de que pelo menos 77% do jogo você permanece nas espadas, facas e socos, ou seja, sem armas de fogo assim dizendo. Claro que as armas são muitas, variadas e contendo também muitos mods para melhorar seu equipamento, mas se você encontra uma pistola por ai, saiba que ela não vai durar muito tempo na sua mão, pois é EXTREMAMENTÍSSICILÍSSIMAMENTE DIFICIL encontrar munição para a arma, e isto é horrivel, pois no single player, os zumbis, quando tendem a ficar mais complicados e em maiores numeros, você requer armas que possam matá-los a distância, porém isso simplismente não existe, deixando o jogo extremamente difícil para ser jogado no modo solo.

Quanto a trilha sonora, ela consegue agradar, mas não é muito surpreendente, eu gosto da trilha sonora em jogos de zumbis, por que eles abordam o ambiente onde o jogo se passa e não o estilo de jogo, ou seja, provavelmente qualquer tipo de estilo de musica é perfeito para um jogo deste porte, onde com uma ambientação tão fantástica como a de Dead Island, que é sem dúvida o cenário mais bonito existente até hoje para um jogo de video-game, com toda a certeza possível, o jogo traz tantos lugares, como cidades, prisões, penitenciárias, florestas, matagais, praias e muitos outros lugares detalhadamente construidos, ricos em qualquer tipo de textura (modo solo) e iluminação! É simplismente fantástico a sensação de imergir em um completo apocalipse zumbi de "verdade".

Por fim, Dead Island é um RPG muito bom e eu também recomendo para os iniciantes, que querem experimentar essa nova sensação que é proporcionada por jogos Sand Box tão envolventes quanto DI, tudo é ótimo e perfeito: ambientação, dublagem, trilha sonora, dificuldade e história... Mas ainda sim, mesmo que divertido e bacana, perde pelo cooperativo.

Nota: 8.0
+
Ambientação + Dublagem + Trilha Sonora + Dificuldade + História + Quests
- Carisma dos Personagens + Cooperativo (Às vezes)

O Projeto do Lobo de Ferro: Algo Está Vindo...


CALL OF DUTY: IRON WOLF
CONCLUSÕES SOBRE O RUMOR

É... Se você supostamente gosta de Call of Duty e já começou a procurar vestígios sobre algum possível Call of Duty (o que de certa, muitos esperam que seja o sucessor de Black Ops, já que a Activision está sempre intercalando os projetos deste First Person Shooter com a Infinity Ward e a Treyarch) você deve com certeza ter ouvido falar desta belezura chamada por Call of Duty: Iron Wolf não é? Pois bem, também ficamos sabendo disso aqui na redação e resolvemos estudar isso mais a fundo.


Há algum tempo atrás, se espalhou um rumor sobre um site denominado como http://ironwolfproject.com que supostamente trazia uma tela, seguida por uma música simples de abertura, porém bem ao estilo clássico da série de Call of Duty, seguida do logo (que pode ser visto acima) contendo logo abaixo seus desenvolvedores: Activision e TREYERCH (exatamente, Treyerch esta devidamente escrito no site, porém não no link que foi concedido aqui na Blaster, por que o proprietário do site já concertou seu engano e corrigiu o nome da empresa para Treyarch
 .
Outra curiosa evidência de que o site não se trata de ser oficial, e sim feito ou por algum fã ou por alguém que quer nos fazer de bobo, é que, inicialmente, o site continha um link que redirecionava para o suposto 'trailer' do jogo, o link aparecia como "Watch Trailer", porém, ao clicar no link, ele retornava para a página inicial do Iron Wolf Project.



 
   
A 3ª suspeita de que tudo não passa de um belo trabalho amador, é que nos títulos do Call of Duty sempre possuiu um 'tm' ou 'r' em seu logo denominando trademark ou marca registrada, porém, no logo deste site, Iron Wolf foi concedido por um 'C' que significa copyright ou seja, além de 'C' se tratar apenas para empresas, o sua marca ainda estava impressa de forma indevida, outra prova de que o site não seja verdadeiro, porém, mais uma vez, o proprietário do web site foi esperto suficiente e trocou por um 'r' antes que esta pista pudesse se espalhar com mais facilidade.

Um fator bem curioso que prova que talvez Iron Wolf não seja parte de uma obra apenas fictícia é que a Treyarch e a Activision há um bom tempo já havia prometendo um jogo com este sub título, e que queriam aderi-lo a um Call of Duty, porém, isso faz tempo, e o projeto foi esquecido, porém, somente nos afazeres dos programadores, por que para os fãs não foi, e isso foi concedido por alguém que não possui o e-mail oficial da empresa Treyarch.

Por que ultimamente o site, ao receber a atualização, com os erros corrigidos, ele possui uma nova parte, onde você pode inserir seu e-mail para ficar guardado com alguém de nome Niklas, da equipe de projeção Lobo de Ferro. Porém, todo domínio da Treyarch, possuem um código especializado de identificação, e este, não o possui, o que, mesmo sendo convincente, não é capaz de criar uma desculpa tão convincente para explicar tal fato.




Agora, a coisa mais surpreendente até agora, algo que está escondido e somente os mais investigadores ousariam procurar. Caso você tenha a doce curiosidade de acessar o código HTML do site (no Google Chrome você apenas clica com o botão direito do mouse e opta por exibir código fonte... Simples fácil e eficaz assim) e procure por uma certa mensagem curiosa... Uma delas diz o seguinte: "You take the red pill - you stay in Wonderland and i show you how deep the rabbit-hole goes.". que significa em português claro: "Você pega a pilula vermelha - você permanece no 'Pais das Maravilhas' e eu lhe mostro o quão fundo a toca do coelho vai.". Agora, o que isto significa exatamente... Ninguém sabe, mas estamos ansiosos para descobrir.

Porém, esta não é a unica mensagem que apareceu no site de Niklas, uma outra um pouco mais coerente aparecia no site antes de ele ter sido atualizado por conta das falsidades da URL:
"And of Gediminas, who on Ponary's crest. Warm in hunter's bearskin, lay down to rest. Soothed by the songs of the wise Lizdejko. Lulled by the rush of the sweet Vilejko. He saw a wolf of iron in his dreams." que na tradução literária seria: "E sobre Gediminas, situada na crista de Ponary. Quente na pele de urso do caçador, deitou-se para descansar. Acalmado pelas músicas do sábio Lizdejko. Embalado pela corrida do doce Vilejko. Ele viu um lobo de ferro em seus sonhos.".



Agora, pensando pelo fato de que Vilejko se tratar de uma das maiores cidades conhecidas hoje da antiga União Soviética, e que pensar que o símbolo da URSS se encontrar no logo, nada mais claro que uma forte relação com a Guerra Fria ou a Segunda Guerra irá retornar mais uma vez neste jogo, e como sempre podemos esperar por surpresas da Treyarch... Só nos resta esperar para ver.

Porém, agora ainda nos resta um pouco de esperança que Cod: Iron Wolf ainda possa sair, talvez não este ano, talvez não exatamente com este nome, porque a Treyarch e a Activision, antes mesmo de sair o Modern Warfare 3, elas já estavam providenciando domínios para sites para o novo Call of Duty que sairia este ano, e entre eles, Artic Combat e Iron Wolf estavam envolvidos também!


21.2.12

Assassin's Creed Revelations Retoma a História de Altair e Revela todos os Segredos por trás da biblioteca de Masyaf


ESPECIAL com Spoilers
ASSASSIN'S CREED: REVELATIONS

"Eu deixei Roma há doze meses atrás na procura de... Inspiração, e ela me trouxe até aqui." Ezio Auditore Da Firenze

Ezio, Ezio, Ezio... Quem diria que o menino prodígio um dia iria virar herói, explorador dos tesouros tão profinos e longíguos quanto a idade de seu dono, Altaïr Ibn-La'Ahad, cavaleiro que fez história e jus ao cargo de assassino na irmandade durante a Terceira Cruzada, conhecido por ser teimoso e nunca acatar com as ordens propostas.

Altaïr pagou o preço da desobediência muitas vezes, mas nunca deixou sua guarda cair pelos outros. E sempre obteve sucesso em todas quase todas as suas conquistas.

Em AC: Revelations, Ezio fica a cargo de procuras pistas para realmente entender o que seria o lema tão usado pelos Assassinos da Ordem:

'Nothing is True, Everything Is Permitted' (No português: 'Nada é Verdade, Tudo é Permitido') onde nem Altaïr foi capaz de entender, pois as respostas estão guardadas pelos antigos, e quando digo antigos, quero dizer de muitíssimas gerações passadas, na época de Adão e Eva.

Em Assassin's Creed II Ezio se vê diante de pistas impostas pela Deusa (de acordo com os Romanos) Minerva, que lhe explica que eles ainda são tolos para entender o significado da maça, e que eles são apenas artefatos, objetos na qual são usados para passar a mensagem para o verdadeiro profeta, que no caso, parece ser Desmond Miles.
Desmond Miles - O Bartender
A Estória por trás de Desmond Miles é ainda um mistério, após 6 meses atrás 
de AC Revelations (contando apartir da época de Desmond, em 2012), D. Miles é enviado como um prisioneiro para um laboratório de pesquisas de DNA chamada de Abstergo. Ela foi responsável por capturar as lembranças que supostamente Desmond as guardava para si, que continha informações valiosas de Ezio e Altaïr, e enfim, sobre a pedaço do éden também.

Desmond é categorizado como o Sujeito 17, ou seja, a décima sétima cobaia a testar o Animus e compartilhar o que sabe com ela, para o estudo de um cientista em particular que Desmond ironicamente chama de Doc (doutor).

Desmond é bartender e em Assassin's Creed 1 isso é nomeado várias vezes, tanto que, todas as partes jogáveis com Desmond M. seu objetivo é sempre o mesmo, tentar arranjar uma maneira de fugir, buscar respostas (ou mais dúvidas) e por fim, voltar para a Animus 1.85

Desmond logo em seguida é levado a fugir de Abstergo após descobrir que o "Doc" se tratava de um Templário e que não tinha boas intenções com Des, afinal, no jogo inteiro, seu objetivo foi assassinar os templários e responsáveis por querer o dono do poder, ou da verdade absoluta, que é contida em um artefato muito surpesticioso chamada por "Pedaços do Éden" onde uma delas, a primeira a ser encontrada, é a Maça do Éden

Maça do Éden - Nada é Verdade, Tudo é Permitido.
Durante os jogos de Assassin's Creed, o lema dos Assassinos conhecido como  

Nihil verum Omnia Licita (latim) ou seja: Nada é Verdade, Tudo é Permitido.
Porém somente no Assassin's Creed Revelations é de fato traduzida o que esta
expressão procura passar.

De acordo com Ezio Auditore, no fim da sua jornada para Masyaf, após possuir as cinco chaves que dão acesso a toda revelação sobre a maça e a verdadeira realidade do mundo, contida na biblioteca de Altaïr, Ezio e Sofia, bibliotecária que ele passa a conhecer quando seu peregrino em busca da maça o leva para Constantinopla, um lugar lindo, mas cheio de problemas graças a presença Templária no local, como era de se imaginar.

Ezio Auditore da Firenze conhece então o um dos grandes herdeiros do trono de Constantinopla, o tão conhecido como Príncipe Solimão, filho de um dos maiores símbolos do comércio e da cidade naquela época. Pois em AC Revelations, o problema é muito maior do que apenas encontrar as cinco chaves de Masyaf.

Solimão passa por muitos problemas quando uma briga pelo lugar do pai no cargo de chefiar a cidade de uma vez por todas, e isso gera uma horda de assassinatos e de acordos com pessoas sujas e pouquíssimo confiáveis, que seria no entanto... Os Templários. Porém quando Ezio mata o responsável pela traição à familia real, ele descobre que no entanto, quem 'supostamente' era um traidor, na verdade era um 'agente duplo' que pretendia destruir os Templários e quando Ezio mata acidentalmente este inocente que queria praticar o bem de uma forma tão inofensivamente inadequada, gera uma guerra brutal entre os Assassinos, os Templários e os Súditos do Rei de Constantinopla.

O que Altaïr e as Chaves de Masyaf têem a ver com toda a estória afinal?

Altaïr, com o propósito de espalhar seus assassinos pelo mundo, após a queda de Al Mualim, se vê como o novo mentor da Ordem, mas quando muitos outros assassinos o condenam por ter matado uma das pessoas que mais acolheu Alt em toda sua vida, inclusive, mais que o pai, que morreu logo quando Ahad era um bebê. Al Mualim se viu tão poderoso ao finalmente ter descoberto o poder da maça que isso o corrompeu de uma forma que levaria todos com certeza a perdição total.

Desde então, Altaïr resolve fugir de Masyaf com Maria e estudar a Maça do Éden que Abbas, um dos Assassinos, que foi contra Altaïr, queria para ele. E dos 29 anos aproximadamente, até beirando aos 94 anos, Altaïr visitou somente Masyaf outras 3 vezes para confrontar todos aqueles que se opuseram a verdade, ou que queriam fazer dela um ato brutal, enquanto isso, fora do templo dos Assassinos, Altaïr estudou cautelosamente tudo o que a maça queria transparecer para ele.
Crítica:Bem, Assassin's Creed primeiramente tem uma qualidade inestimável que se trata logo em que você coloca o disco no seu video-game ou no seu computador: os seus controles são rápidos e respondem com fluidez. O jogo consegue responder (neste quesito) de forma infinitamente melhor que Uncharted ou Enslaved que possuem dinâmicas muito parecidas.

Assassin's Creed também possui um ponto muito forte que são os detalhes, nisso, ninguém ganha de Assassin's Creed, pois o jogo vai muito mais além do que apenas o detalhamento de polígonos ou na qualidade do som. A Ubsoft consegue mediar seu trabalho e trazer tanto um multiplayer muito satisfatório, como consegue nos brindar com um modo história que é pra lá de avassalador.

E os detalhes ainda migram para outros ramos também, como a ambientação de Constantinopla e Capadócia (uma cidade subterrânea que fica nos confins de várias montanhas ao redor da Europa). É 'imersivamente' impressionante quando resolvemos entrar em Capadócia pela primeira vez, após 3/4 do jogo praticamente em Masyaf e Constantinopla, que são cidades completamente em céu aberto, para entrar em um lugar subterrâneo, fruto do comércio e da posse de controle dos Templários na Europa, onde apenas um pequeno raio de luz transparece pela cidade toda, a iluminando e privando-a do caos, juntamente com algumas centenas de tochas espalhadas por ali.

Uma coisa que também não tem como deixar de notar é a Trilha Sonora (vamos combinar que todo mundo que joga AC estremeceu ao ouvir a musica inicial do Menu de AC Revelations, ou da Forum Bovis ou a Labored and Lost, que é a última música do jogo). A orquestra é tão bem trabalhada e aborda tantos temas diferentes, tanto modernos para representar Desmond Miles, tanto medievais para representar Altaïr e Ezio, e ao mesmo tempo, todos eles conseguem também se interligar de certa forma que não deixemos de notar que a situação onde a música é tocada vale para os três personagens.

Por fim, Assassin's Creed é merecedor de todo parabenização possível aqui na Blaster Lizard, com certeza, AC Revelations é o melhor da série, e o melhor jogo deste estilo.

Nota: 9.8
+
Imersão + Jogabilidade + Trilha Sonora + Multiplayer + História/Single Player
- Revelações? O jogo é confuso demais para quem não jogou os antecessores...

19.2.12

The Darkness, a obra prima de Paul Jenkins.

“The Darkness” foi lançado em junho de 2007, publicado pela 2K Games e licenciado pela Top Cow Comics. O jogo adapta parte da vida de Jack Estacado, que aos vinte e um anos de idade se torna o hospedeiro de uma herança macabra de família: a Escuridão. Repleto de ação, um clima pesado mesclando perfeitamente suspense e terror, o primeiro jogo da série foi aclamado como um dos melhores do gênero já lançados em sua época de estréia, e agora ganha uma continuação. A temática abordada é traduzida como a máfia, através de um clima que lembra muito a lenda de Mário Puzzo: O Poderoso Chefão.




The Darkness II 

De início, pode-se dizer que há um verdadeiro abismo entre o primeiro e o segundo jogo da série. Não quanto à qualidade, de modo algum, mas sim quanto aos recursos utilizados. No primeiro jogo vemos uma qualidade gráfica impecável, que realmente transporta o jogador para o que se parece um filme clássico sobre a máfia nos anos oitenta. A trilha sonora não decepciona, tal como os diálogos e recursos tecnológicos clássicos dos anos noventa (época onde a trama se inicia), como o antigo Pager (isso crianças, não existe celular desde 1950). Essa saída foi utilizada por conta do desejo de Matt Hawkins (presidente da Top Cow) em encontrar as reações dos fãs do personagem quanto às adaptações necessárias para uma investida cinematográfica. Bom, a aceitação foi brutal, e pode-se dizer que a trama criada nos jogos é tão boa ou melhor do que a dos quadrinhos, recheados de altos e baixos com pontas soltas que foram esquecidas desde 1998. O segundo jogo vai num caminho quase oposto. Os gráficos, em toda a sua imensidão, fazem de tudo para assimilar o impacto visual do jogo com as páginas dos quadrinhos, dando um efeito similar ao do primeiro jogo, porém, te levando para as páginas das HQ’s. Além dos gráficos, em vídeos promocionais lançados antes do jogo, e contidos nele para visualização através dos menus, é utilizado o recurso de motion-comic, utilizando páginas já finalizadas com tecnologia de movimentação. São como água e vinho, porém, da melhor qualidade possível. Um item simples utilizado em ambos os jogos, são os vídeos que contam mais sobre a história durante as telas de loading, apresentando mais sobre a vida de Jack Estacado. Temos inicialmente um sistema de tiro em primeira pessoa, porém, adicionando a interatividade com os poderes obscuros que o personagem adquire e aprende a controlar. 

" A história, antes e agora. "

A história toma um rumo diferente das HQ’s, e Paul Jenkins, responsável pelo roteiro de ambos os jogos utiliza a espinha dorsal da melhor história publicada do personagem, o relançamento da série através do arco “Ressurreição”. No jogo, Jack Estacado é um órfão, que viveu desde seus primeiros dias de vida a até os oito anos de idade no orfanato de Saint Gerald, na zona não tão glamurosa da grande maçã, New York. Rejeitado por todos, e vivendo entre padres sádicos, viu em Jennyfer Romano, uma garota que chegou lá na mesma noite, um sinal de esperança. Cresceram juntos como melhores amigos, e aos oito anos ele foi adotado por Paulie Franchetti, líder da família mafiosa de mesmo nome. Paulie é um nome temido no submundo do crime da cidade, sendo milionário às custas do clássico sistema de proteção em troca de dinheiro. Dessa forma ele dominava desde restaurantes e boates ao sistema policial da cidade. Jack foi adotado por Paulie, graças à fama de seu pai, um executor da máfia. Paulie acreditava que Jack herdaria as habilidades lendárias de seu pai para matar, e o lapidou dessa forma. Jack jurou voltar por Jenny, e assim foi. Ela saiu do orfanato emancipada, e embora não aceitasse seu dinheiro, tinha uma forma digna de vida. Para todas as aparências, Jack era contador dos ganhos semanais na família. Namorados, tinham uma vida estável juntos, inclusive esse ponto supera tudo mostrado nas HQs sobre o casal. No momento onde Jenny compra seu primeiro apartamento, é visível o modo como ele queria protegê-la da vida que tinha, e como pensava em mudar sua ocupação para algo que a orgulhasse. Porém... nem tudo são rosas. Na noite de seu vigésimo primeiro aniversário a Escuridão desperta. A Escuridão é um poder ancestral, tão antigo quanto o tempo. No seu conceito, utilizaram mitos religiosos, colocando a Escuridão como uma criatura viva que dominava a Terra, sendo abolida quando Deus criou a Luz. Como vingança, ela impregnou em sua criação preferida: a humanidade. Uma linha genealógica foi escolhida, a de uma família da Península Ibérica que futuramente seria conhecida como “Estacado (traduzido como amaldiçoado)”, passando a maldição de pai para filho no momento da concepção. Na noite de seu aniversário, Paulie planejava assassinar Jack e encerrar um histórico de atitudes que não o agradavam. Jack queria largar a máfia, mas como diria Michael Corleone... “sempre que eu tento sair, algo me puxa de volta”. Como as atitudes de Jack o fizeram ser marcado para morrer, ele fez o que sempre faz: sobrevive. Mas, o inesperado, era que o ataque planejado por Paulie seria uma distração, e o real alvo era Jenny. Ele a seqüestra, e a mata diante dos olhos de Jack. Um fator utilizado nessa narrativa, é o do amor incondicional. Jack via em Jenny a única razão para seguir adiante, e ela acaba morta por sua culpa. Sem nada lhe restando, ele toma a mesma arma utilizada para a morte de Jenny, e numa cena poética que lembra o desfecho prematuro da história de Romeu e Julieta, ele puxa o gatilho encerrando sua vida. O problema é que... ele volta. Ao se matar, Estacado é enviado ao inferno, e lá vemos uma versão angustiante desse lugarzinho que dizem feder a enxofre. Não temos almas queimando, ou um cara com chifre e tridente. O inferno é um campo de guerra, onde criaturas monstruosas massacram soldados criados a partir das almas de pecadores. O problema é que após serem desmembrados, seja por tiros, cortes ou explosões, eles voltam intactos para sofrer novamente. A série “Supernatural” usa um recurso parecido, onde o inferno se traduz nesse sofrimento eterno, na angustia para se livrar de uma dor que jamais partirá. Lá ele conhece Anthony Estacado, seu bisavô, a aprende sobre seus poderes, e o que significam. Passadas as “férias”, ele retorna, dessa vez com um único objetivo: fazer Paulie pagar. Diante de uma caçada através dos níveis sociais da cidade, Jack confronta a máfia, o sistema policial corrompido, e por último encontra Paulie Franchetti após assassinar todos os seus seguranças numa ilha particular. Jack possui poderes que o tornam intocável na trama criada, fazendo com que até mesmo as mais meticulosas estratégias quando se confronta os policiais, sejam inúteis. Jack sabe o que enfrenta, eles não. Esperam um homem comum e encontram uma visão atordoante da morte. Esse é o desfecho do primeiro jogo. Por que entrar no critério de discutir os efeitos da morte de Jenny? Porque, quando a única pessoa com quem Jack se importava acaba morrendo, não resta mais nada a perder. 

" Don Estacado. "

O segundo jogo é iniciado com Jack já assumindo o posto de Don da Família Franchetti. Passaram-se dois anos desde que Jenny se foi, e de uma certa forma, Jack seguiu adiante. O elenco de apoio é mais forte nessa continuação, tendo a trama focada muito bem na ajuda que Jack recebe de seus bravos soldados. Vinnie é o mais influente deles, o segundo no comando da Família, e aparentemente, um amigo confiável. O jogo tem seu início durante um ataque num restaurante italiano. Iniciam um verdadeiro massacre com o aparente intuito de assassinar o Don, Jack Estacado. Sua perna direita é mutilada, e na primeira sequencia o tiroteio ocorre enquanto Jack é arrastado por Vinnie rumo a um lugar seguro. Sem muito sucesso, acabam presos na cozinha, com o gás ligado e um molotov fazendo companhia. A explosão o mataria, de fato, mas a Escuridão está ali para evitar que isso ocorra. Nessa primeira cena somos apresentados ao antagonista do jogo: Victor Valente. Também surge uma revelação, Jack não usa a Escuridão à dois anos, e se vê obrigado a utilizá-la nesse momento para salvar sua vida. No instante seguinte, ele inicia uma perseguição aos homens que o atacaram, pelas suas de New York, e posteriormente no sistema de metrô da cidade. Encerrado o caso, Jack retorna para a Mansão Franchetti e a contagem de mortos já é elevada. Um fator muito bem trabalhado no jogo é de fato a Mansão, construída com uma precisão gráfica incrível. Aliás, temos referências à outros títulos da Top Cow, como a edição da Midnight Nation deixada no chão do quarto de Estacado. Também em seu quarto, há um pequeno altar com uma foto de Jenny e uma vela singela. Jack não a esqueceu. Os momentos na mansão, de fato, lembram clássicos da Máfia, como a série Godfather. A trilha sonora contém trechos de Frank Sinatra e referências à Guns’n Roses, tendo a sequencia musical muito bem trabalhada durante os trechos de ação e combate. Após outras missões ligadas à Máfia e a busca de informações sobre quem organizou o ataque ao restaurante, Estacado acaba caindo em uma armadilha, e vítima de Valente, o vilão que se apresenta como o líder da Irmandade da Escuridão (apenas “Irmandade” na versão original). A Irmandade proclama a Escuridão como seus portadores originais, embora tenha sido criada por um antigo hospedeiro do poder ancestral para auto adoração e um rumo ao domínio do mundo. Eles utilizam um artefato chamado “O Sifão”, criado por Angelus, sua força opositora, possuindo poder suficiente para drenar a Escuridão de dentro do corpo do hospedeiro. De início, Estacado concorda, e não se importa em ver a Escuridão sendo retirada de seu corpo. Porém, o poder ancestral que é mais antiga que o tempo, tem sua carta na manga: Jenny. Sua alma foi aprisionada no inferno pela Escuridão. Se a Escuridão for drenada, a alma de Jenny pertencerá à Irmandade. Essa é a deixa para que a vingança de Estacado seja traçada, do modo mais brutal possível. A Irmandade não é párea para o hospedeiro num “mano-a-mano”, mas, utilizam relíquias que fornecem frações de poder que em grupo, os torna temíveis. Ao contrário do primeiro jogo, onde os inimigos não sabem o que estão enfrentando, a Irmandade sabe, e treinou para isso. Os soldados possuem armaduras e armas forjadas com frações da Escuridão, e utilizam muito a única coisa que pode sobrepujá-lo: a luz. Inclusive, alguns soldados surgem apenas para isso, carregando lanternas de extrema potência para cobrir toda a área possível e enfraquece-lo para que os soldados de combate direto façam sua parte. Falar mais estraga a surpresa e a emoção do final, então, sigamos para outros itens. 
JOGABILIDADE

Ambos os jogos utilizam o mesmo sistema de tiro em primeira pessoa, porém, o segundo possui fatores mais fluídos e fáceis de serem acessados. É tudo mais rápido. Quanto ao sistema de tiro, é plenamente possível passar o jogo utilizando apenas desse recurso, considerando o modo como a engine do jogo é bem desenvolvida. Os poderes da Escuridão são muito bem trabalhados, contendo tanto golpes diretos através dos tentáculos, quanto mais de dez tipos de execuções diferentes. Sim, é melhor que Mortal Kombat. Junto do pacote de poderes obscuros, vem os Darklings, criaturas baseadas nos Gremlins, porém sádicas e carnívoras. Dessa vez, eles conversam com o jogador, fazem piadas e chegam a cantar em certos momentos. A clássica armadura do personagem também está presente nesse jogo, realçando ainda mais o visual macabro que ele possui. 
EXTRAS


O jogo contém dois modos, a história normal, e o extra com os Vendettas. Os Vendettas são um grupo de mercenários contratados por Jack Estacado para missões particulares. Esse modo foi realizado para se jogar online, com quatro personagens: Inugami, um espadachim e busca de vingança por sua família assassinada pela Irmandade; Shoshanna, uma agente secreta que caça a Irmandade; Jimmy Wilson, um escocês caçador e JP Dumond, médico de New Orleans que voltou-se à prática do voodoo para salvar seus pacientes. Todos possuem relíquias forjadas pela Escuridão, e o modo história focado neles acaba levando-os à busca por um novo artefato que está nas mãos da Irmandade: a Lança do Destino, sendo orientados por Johnny Powell, estudioso sobre ocultismo que trabalha para Jack. Conclusão O universo particular da Top Cow é formado por Treze Artefatos, sendo quatro deles (Darkness, Angelus, Witchblade e Lança do Destino) muito bem desenvolvidos ao longo dos anos de publicação. Os outros nove, foram criados apenas para “encher lingüiça” numa saga envolvendo toda a editora, e que redefiniu sua cronologia. Ao longo do jogo, possuímos referências dos quatro Artefatos principais, deixando uma sequencia totalmente encaminhada. Darkness pode não ser o jogo perfeito, mas tal como o lendário Arkham City, faz o máximo, honra os Quadrinhos e fornece aos players a verdadeira sensação de estar dentro da história. 

 Nota: 10,0
- We must embrace the darkness.

COMO MUDAR O MUNDO

VOCÊ NÃO ESTA PERDENDO TEMPO SO ASSISTA
http://www.ted.com/talks/lang/pt-br/lang/pt-br/jane_mcgonigal_gaming_can_make_a_better_world.html

18.2.12

Corujas, morcegos e os "Fora da Lei".

'Red Hood and the Outlaws' cover #01
Para “quem chegou agora”, a mensal ‘Capuz Vermelho e os Fora da Lei’ tem suas histórias focadas em Jason Todd, o ex-Robin que resolveu deixar o seu passado para trás e seguir sua vida como Capuz Vermelho. Porém, como nada nessa vida é um mar de rosas – e que ditado mais sem sal – ele se ver com Arsenal (ex-Ricardito), agora um mísero rejeitado, e Estelar, uma alienígena ex-prisioneira de guerra intergaláctica que possui uma fama de moça má nos confins do espaço sideral. (risos)

Mas infelizmente (ou felizmente) as histórias focadas no “Chapeuzinho Vermelho” segundo Google Translater serão substituídas por hora pelos recentes feitos magníficos do escritor Scott Snyder; a aclamada “Noite das Corujas”.

Em entrevista ao Newsarama, o escritor da mensal do Capuz Vermelho respondeu a várias perguntas bem elaboradas. Eu decidi passá-las para vocês numa forma de relato. Então aqui vamos nozes (e os esquilos). (tá! parei)

'Red Hood and the Outlaws' cover #09
Jason virá à Gotham para resolver trabalhos pendentes, particulares, porém será nessa viagem que ele baterá de frente com a Corte das Corujas e o Senhor Frio, este que ressurgiu. Em sequência o fora da lei receberia um chamado de Alfred, o mordomo da Família Wayne e braço direito do Homem-Rato-- Digo! MorcegÔ! Mas parece que o ex-guri-prodígio só atenderá ao chamado de Robin Vermelho (Tim Drake) que não consegue dar contar de seu Talon. Logo o Tim que foi dado como um fdp nos combates de corpo a corpo antes do Relauch... Que saco!

E para aqueles que torcem para que Jason volte a se entender com os protótipos de morcegos, aqui vai uma boa notícia: Lobdell (o escritor) prometeu que na edição #09 Tim e Jason terão um encontro que farão muitos pular de alegria.

Ah! É claro. Alegria de pobre dura pouco; Jason terá que se virar nos 30 (trinta) para proteger o Senhor Frio do Talon, e os populares da Chinatown, em Gotham, do Freeze. Será que Todd (“pra ficar fortinho, toma Toddinho” – LOL), aquele que usava sapatos de duende e shortinho bem justo (antes do Reboot ¬¬), dará conta do recado? Em resposta a pergunta do Newsarama com relação à interação de Jason com o Bruce, o escritor disse que é nula, literalmente. E em uma cena da qual foi cortada por não se encaixar no contexto das histórias do morcego o ex-Robin teria derrotado um membro da Corte das Corujas em frente ao Cavaleiro das Trevas dentro da batcaverna e dito “Não diga que eu nunca fiz nada por você”. Gostou? Eu também. Pena que foi cortada... Como eu disse, “alegria de pobre...”.

Estelar; revista nº. #04, p. 17
Voltando aos fora da lei, na edição #04 – p. 17 – quem leu viu a Kory chamando pelo “Richard” após ser derrotada pelo morcego-com-pele-de-crocodilo-e-pinta-de-Mutano, de nome Crux. Essa poderia ser uma referência ao seu relacionamento com o acrobata nato? O Newsarama perguntou se um possível encontro entre Kory e Dick poderia vir a acontecer durante a passagem da moça e seus amigos pela cidade, e a resposta do escritor foi que esse não seria o momento adequado, em meio a todos esses acontecimentos que envolvem o bat-verso e a Corte das Corujas.

Sobre Scott Snyder ele aprovou o seu trabalho dizendo ser um ponto que ninguém nunca tocou antes e que este é um ótimo momento para ser um “Bat-fã”.

‘Capuz Vermelho e os Fora da Lei’ #09 sairá no mês de maio, nos EUA. Fique atento!