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LagARTÍSTICO #7: Diamonds Are A Girl's Best Friend!

A sétima edição do quadro LagARTÍSTICO traz uma galeria da eterna diva Marilyn Monroe!

Hitman: Absolution

O Assassino 47 está de volta, saiba a nossa opinião sobre o novo jogo!

BL Clássicos

Leia duas novas críticas no quadro BL Clássicos: "The Misfits" e "How to Marry a Millionaire".

29.7.11

"Capitão América: O Primeiro Vingador" tira o fôlego e adapta ao cinema de forma digna o maior patriota dos quadrinhos

CAPITÃO AMÉRICA
O PRIMEIRO VINGADOR

"Heróis são feitos na América!"
Eu confesso que nunca fui muito fã do Capitão América, sempre o reconheci como um herói respeitável mas nunca tive a curiosidade ou interesse de dar uma melhor conferida em suas histórias, apenas em participações especiais que o personagem fazia em séries animadas como as de X-Men e Homem-Aranha, e também breves conferidas em seu longa-metragem de 1990. Ao ficar sabendo que o Capitão voltaria para as telonas, fiquei com um pé atrás. Não, não é pelo o que você está pensando; Muito pelo contrário, achei interessante a escolha de Chris Evans para o papel. Até então, Evans nunca havia encarado um papel de verdade em sua carreira, seu maior papel foi como Johnny Storm(ou Tocha-Humana) nos filmes do Quarteto Fantástico. No papel de Steve Rogers, Evans teria finalmente uma chance de demonstrar do que ele é realmente capaz. A minha preocupação foi com o diretor Joe Johnston. Após o deplorável "Jurassic Park III"(Jurassic Park III, 2001), que ficou marcado em minha cabeça como um dos mais decepcionantes filmes que já vi, e do recente e brutal "O Lobisomem"(The Wolfman, 2010), me veio a cabeça que Johnston não era uma boa escolha para dirigir um longa do Capitão América. Ainda sim, coloquei mais fé neste filme do que em "Thor"(Thor, 2011) e "X-Men: Primeira Classe"(X-Men: First Class, 2011). E creio que todos nós tivemos nossa fé recompensada com esse longa! "Capitão América: O Primeiro Vingador"(Captain America: The First Avenger, 2011) nos entrega não só uma adaptação digna como também uma ótima aventura ao maior estilo Steven Spielberg, com certeza o blockbuster de ação mais empolgante do ano até então e o melhor filme da Marvel Studios, superando de longe "Thor" e empatando com "X-Men: Primeira Classe". O filme conta a história de Steve Rogers(Chris Evans, que faz uma ótima atuação aqui), um garoto franzino do Brooklyn que tem como sonho ir para o exército e servir sua pátria. Devido a seu porte físico e seu histórico de doenças como asma, Rogers é reprovado cinco vezes seguidas, porém o doutor Abraham Erskine(Stanley Tucci) vê no rapaz as características ideais para um bom soldado. Tendo sua primeira chance, Rogers serve de cobaia para o teste do soro do Supersoldado, desenvolvido por Erskine, para combater a Hydra; Uma divisão de pesquisas científicas dos Nazistas. Seu líder, Johann Schmidt(Hugo Weaving), ou Caveira Vermelha, é ambicioso e acredita estar seguindo os passos dos deuses. A experiência com Rogers dá certo, e este então assume a alcunha de Capitão América. Tommy Lee Jones interpreta o General Chester Phillips e faz parte do leve e bem aplicado humor do filme. Hayley Atwell é Peggy Carter, interesse amoroso de Rogers no filme. A relação entre Steve Rogers e Peggy Carter é bem construída e a química entre Evans e Atwell acontece de maneira natural e convincente. Os dois personagens parecem, desde seu primeiro encontro no filme, estarem fadados a ficarem juntos. Hugo Weaving não desaponta, o ator nos entrega um Caveira Vermelho megalomaníaco, estiloso e sedento por poder, um típico vilão dos quadrinhos representado por este ótimo ator de Hollywood que todos nós sabemos que já leva jeito para ser vilão. A trilha sonora, a lá John Williams, é muito boa e acrescenta aquele tom essencial ao patriotismo do herói. A fotografia é ótima e chega a lembrar um pouco a de blockbusters como "X-Men - Origens: Wolverine"(X-Men Origins: Wolverine. 2009) e "O Lobisomem"(The Wolfman, 2010), também dirigido por Johnston. A mixagem de som aqui é muito boa e chama mais a atenção em momentos como os em que o Capitão arremessa o seu escudo ou golpeia usando o mesmo. Joe Johnston surpreende e faz uma ótima direção com este longa. Uma das coisas mais atrativas quanto ao filme é que raramente temos filmes de época com ação de verdade, mas este consegue unir a ação, o épico e a ficção de uma forma extremamente empolgante. Capitão América tem de tudo para se tornar uma franquia solo arrebatadora com o mesmo sucesso(ou até mais) de Homem-Aranha, apesar do filme nos ligar diretamente à "Os Vingadores"(The Avengers, 2012), que segue com o status de filme mais esperado de 2012. O único ponto ruim é que mesmo que Capitão América venha a se tornar uma franquia solo, ela vai se passar na atualidade a partir de agora, e um dos pontos mais positivos deste longa é a época que o mesmo retrata. O confronto entre o Capitão América e o Caveira Vermelha é digno de um confronto clássico entre o herói e o vilão, e a conclusão, envolvendo Rogers e Carter, é comovente. O pai de Tony Stark, Howard Stark(Dominic Cooper) aparece bastante e também complementa o humor leve do filme. Os personagens são todos muito bem trabalhados e essenciais para o melhor desenvolvimento da trama, incluindo suas perdas. Os efeitos especiais estão impecáveis e as cenas de ação são empolgantes ao máximo. O 3D é bem utilizado, mas não surpreende. As cenas em que os efeitos 3D são melhor utilizados são as que o Capitão arremessa seu escudo, e aliás, cada arremesso do Capitão é um marco e um déjà-vu dos clássicos momentos da HQ, das séries e longas animados em que o Capitão o faz, mesmo para alguém que não tenha acompanhado o herói tão de perto. Temos aqui conexões direta com "Thor"(Preste bem a atenção e você verá Asgard em uma cena) e "Homem de Ferro", que colocam o filme na direção certa para "Os Vingadores".
Conclusão Final: "Capitão América: O Primeiro Vingador"(Captain America: The First Avenger, 2011) é o último filme da Marvel antes do primeiro Mega Crossover dos cinemas, "Os Vingadores", e o longa faz muito mais do que nos preparar para o que vem à seguir. Um filme divertidíssimo com muita ação, patriotismo, a dose certa de humor e romance que nos faz criar um grande afeto por esse personagem extremamente bem estruturado no longa e nos faz também desejar mais filmes estrelados por ele. Recomendado! Ah, quase esqueço de avisar: Não saia do cinema até os créditos acabarem, por nada neste mundo!

Nota: 9,5

28.7.11

Divulgados dois pôsteres de Scream: Parte 2!

"Scream: Fã Filme" foi o primeiro curta-metragem da Blaster Lizard Productions, e devido aos elogios que recebeu de nossos espectadores e usuários do YouTube, uma sequência seria inevitável.
"Scream: Parte 2" ainda não entrou em pré-produção, mas já ganhou dois pôsteres. Confira a seguir.



"Scream: Parte 2" não tem data prevista para estreiar, mas deve chegar ao YouTube no próximo ano. Fique ligado.

23.7.11

Capitão América: Herói da Pátria


Depois do mediano filme em 1990, Capitão América está prestes a vir para as telonas denovo.

Quem nunca gostou das HQ's do nosso bravo Capitão América huh? Pensávamos que um filme poderia estragar muito de toda essa história, e de certa forma estragou mesmo. O primeiro filme do Capitão lançado em 1990 (Capitain America, 1990) é um filme divertido para sair com a criançada e assistir, mas para aqueles que conheçem a história, receberam muito pouco perto do que realmente esperavam.

Agora, com o lançamento marcado para o novo filme, ficamos bastante surpresos com o filme, mas ainda erra em um sentido: Capitão América já ganha o escudo



logo no começo da história do filme, onde na verdade, ele ganha muito depois. Queremos muito apostar nesta versão desta vez e esperar que ele seja um majestoso filme que devará ir para as prateleiras em Blu-Ray ou que deve ser visto em 3D. Oque nos resta é esperar pela estréia e assistir. Até lá... Ficaremos só na expectativa de que Capitão América: O primeiro vingador (Capitain America: The first Avenger, 2011) não irá nos decepcionar como seu antecessor.

A história do nosso protagonista é desde a época da Segunda Guerra Mundial. Onde o exército está procurando por soldados com capacidades sob-humanas, para que sejam seus "super-soldados" até que, Steve Rogers, um horrorizado com a invasão nazista na Europa, ele decide se alistar no exército e é recusado pela sua condição física e por ser doente, até que ele apela para o General Chester Phillips, que comovido, ofereçe Steve para ser uma cobaia de um experimento genético chamado "Operação Renascimento", onde após várias semanas ele recebe o soro de um "super-soldado" além de ser atingido por raios Vita, oque ainda lhe deixa humano, mas com forças sobrenaturais.



Capitão América não vive somente nos filmes e desenhos animados. Ele já participou de HQ's, video-games, teatros etc. Capitão América é o clichê do herói americano.

Capitão América vem apareçendo em vários jogos de plataforma nesses últimos tempos, uma de suas últimas apariações antes de seu jogo solo: Capitain America (2011), foi Marvel Vs. Capcom 3: Fate of Two Worlds. (ATUALIZADO).

Capitão América também já fez parte da história dos Americanos, a repercursão do personagem é vista por todo o mundo. Personagem criado por Joe Simons com Jack Kirby em 1941, que queria colocar o patriotismo no super-herói.

Joe Simons agora com 91 anos de história, conta a AFP sobre o super herói mais popular do viveiro da Marvel. "Quando tinha oito anos, minha turma recebeu a visita de um ex-combatente da Guerra de Secessão" lembra Simons, e ainda conta que deu a mão a "quem a estendeu a Abraham Lincoln".

"Nossos pais eram alfaiates imigrantes, sempre fomos muito patriotas e penso que isto se fez notar em nosso trabalho", acrescentou.

Para mostrar que a história de Capitão América é de fato histórica, o primeiro inimigo de Capitão América foi Hitler, isso mesmo, foi o füher. E mesmo que o filme tinha sido feito apenas para divertir, os simpatizantes nazistas nos Estados Unidos puderam criticar o filme ao máximo pelo seu conteúdo.

Não importa quantos anos passe, Capitão América foi de fato o primeiro herói americano, e jamais será esquecido. Joe Simons pode até estar velho agora, mas será para sempre e a América, tem uma dívida eterna com ele... E com o Capitão América também.

Confira aqui a nossa crítica de "Capitão América: O Primeiro Vingador"(Captain America: The First Avenger): http://blasterlizard.blogspot.com/2011/07/capitao-america-o-primeiro-vingador.html


Joe Simons, nascido em 1913, ainda desenha o grande Capitão América



A ação na atualidade: O que tem acontecido ao gênero mais discriminado do cinema?

AÇÃO
Um dos gêneros que mais rende em Hollywood e o mais discrimado do cinema têm sofrido por mudanças desde sua era de ouro até os dias atuais.

Eu cresci acompanhando filmes de ação, desde os mais explosivos estrelados por mestres como Sylvester Stallone, Arnold Schwarzenegger e Bruce Willis até os exagerados e divertidíssimos filmes do grande lutador Jackie Chan. Enquanto na minha época, crianças assistiam "O Sítio do Pica-Pau Amarelo", eu estava assistindo "Rambo: Programado Para Matar"(First Blood, 1982).
Da minha infância pra cá, notei que o gênero
têm passado por transformações. Hoje, muitos dos filmes de ação são feitos mais pensados na história do que na ação em si. Acaba que muitos dos filmes de ação de hoje em dia são parados em relação aos de antigamente. Alguns chegam até a ser divertidos em termos de humor e podem até ter uma história legal, mas o foco do gênero, a ação, é um pouco esquecida. Os críticos mais convencionais que me perdoem, mas um filme de ação não precisa de um roteiro complexo, um bom filme de ação só precisa de uma história simples, bons atores, muitos, MUITOS tiros e explosões ou no caso de um mais completo, muita porrada também. Afinal, filmes de ação não devem ser feitos pra você quebrar a cabeça pra entender a história, para isso existem os thrillers e a ficção científica. Filmes de ação são feitos com o objetivo único do entretenimento, para divertir e impressionar o espectador. Ainda bem que, nos últimos anos, nossos bons e velhos representantes do gênero da ação têm trago de volta ao cinema o que este gênero costumava ser nas décadas de 80 e 90. Bruce Willis trouxe John McClane de volta no ótimo "Duro de Matar 4.0"(Live Free or Die Hard, 2007) o qual eu tive o prazer de ver nos cinemas e Sylvester Stallone trouxe de volta o seu mais icônico personagem; John J. Rambo, no violento "Rambo IV"(John Rambo / Rambo, 2008) e recentemente reuniu os maiores astros das antigas(e das novas também) no espetacular "Os Mercenários"(The Expendables, 2010). Vamos falar agora sobre os maiores heróis do gênero e sobre os que o representam nas telas hoje em dia.

ARNOLD SCHWARZENEGGER

Arnold Alois Schwarzenegger foi o maior fisiculturista da história, iniciou seu treinamento físico aos 14 anos e aos 18 foi premiado com o título Mister Universo, além de ter vencido o concurso Mr. Olympia sete vezes. Mesmo depois de se aposentar, Schwarzenegger escreveu inúmeros livros sobre fisiculturismo. No cinema, estrelou filmes épicos(e inclusive adaptações de HQ's) como "Conan: O Bárbaro"(Conan: The Barbarian, 1982) e sua sequência, "Conan: O Destruidor"(Conan: The Destroyer, 1984). Schwarzenegger também estrelou o clássico do sci-fi "O Exterminador do Futuro"(The Terminator, 1984) que ganhou uma ótima sequência, "O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final"(Terminator 2: Judgement Day, 1991) e um terceiro filme mediano, "O Exterminador do Futuro 3: A Rebelião das Máquinas"(Terminator 3: The Rise Of The Machines, 2003). Depois dos três "Exterminadores", um quarto capítulo foi feito: "O Exterminador do Futuro: A Salvação"(Terminator Salvation, 2009) que não é estrelado pelo Exterminador, mas sim pelo personagem John Connor, interpretado por Christian Bale. O Exterminador faz sua aparição no filme, porém não é interpretado por Schwarzenegger, seu corpo é feito em CGI pois Arnold não teve tempo de gravar o filme por estar cumprindo seu mandato como Governador da Califórnia. Em 1997, Schwarzenegger antagonizou o ridículo "Batman & Robin"(Batman & Robin, 1997), aonde interpreta o vilão Mr. Freeze ao lado de Uma Thurman, que interpreta a vilã Hera Venenosa. Schwarzenegger cumpriu seu mandato como Governador(Ou Governator) da Califórnia desde 2003. O mandato chegou a seu fim este ano(2011), e Schwarzenegger já confirmou que voltará às telonas, primeiramente com os longas "The Last Stand" e "Cry Macho". Schwarzenegger fez uma participação especial cômica em "Os Mercenários"(The Expendables, 2010), de Sylvester Stallone, que é seu amigo de longas datas.

SYLVESTER STALLONE

Este é, sem dúvida, meu maior ídolo da ação e talvez até do cinema. Sylvester Gardenzio Stallone, ou apenas Sly, é um verdadeiro artista cinematográfico completo; Ele não só atua, também escreve e dirige. Seu primeiro trabalho não foi nem mesmo no gênero da ação, foi no drama. Sylvester Stallone escreveu "Rocky, Um Lutador"(Rocky, 1976) e demorou para encontrar alguém que se interessasse em comprar um roteiro, mas, assim como seu personagem, Sly não desistiu de seu objetivo. Ao encontrar alguém interessado em seu roteiro, Sly propôs uma condição: Ele apenas venderia o roteiro de Rocky se ele protagonizasse o filme. E foi assim que Sly se tornou ator e roteirista. O mais interessante é como Sly se tornou diretor; Mesmo após Rocky ter tido uma ótima recepção em bilheterias, críticas e ter vencido 3 Oscars, nenhum diretor se interessou por fazer uma sequência. Determinado, Sly sentou na cadeira de diretor e fez "Rocky II: A Revanche"(Rocky II, 1979). Enquanto a franquia de Rocky continuou até "Rocky V"(Rocky V, 1990) que foi considerado o mais fraco, Stallone se tornou um astro da ação de verdade ao protagonizar "Rambo: Programado Para Matar"(First Blood, 1982) e criar então o icônico personagem John J. Rambo, que é e sempre será lembrado como o maior herói dos filmes de ação. Rambo ganhou duas sequências: "Rambo II: A Missão"(Rambo: First Blood Part II, 1985) e "Rambo III"(Rambo III, 1988). Stallone também estrelou clássicos como "O Demolidor"(Demolition Man, 1993), um ótimo exemplar de ação/comédia futurística, e "Stallone: Cobra"(Cobra, 1986), que nos apresenta outro icônico personagem do ator; Marion Cobretti. Após a queda na carreira de Stallone nos anos 90, em 2000 o astro foi dado como passado. Em 2006, Sly deu a volta por cima e fez os críticos engolirem a língua com "Rocky Balboa"(Rocky Balboa, 2006), o sexto capítulo da saga de Rocky que fecha a franquia com chave de ouro. Em 2008, Stallone mostrou que Rocky não seria o único a ter uma conclusão épica e nos concedeu "Rambo IV"(John Rambo / Rambo, 2008), o quarto e último capítulo da franquia do maior herói da história do gênero de ação. Em 2010 vem o grande estouro de Stallone, "Os Mercenários"(The Expendables, 2010) reúne os heróis das antigas e também conta com a participação importante dos representantes atuais da ação e da comédia Jason Statham e Terry Crews. "Os Mercenários" obteve uma ótima recepção em bilheterias e em críticas. As (poucas) críticas negativas do filme são respostas vulgares à brincadeira que Stallone fez com o Brasil(e inclusive se desculpou depois) na Comic-Con. Sylvester Stallone é definitivamente um exemplo de superação e perseverança, tendo em vista que o mesmo sempre cala aos que o criticam mostrando o ótimo ator/diretor/roteirista que ele é, e que venha "Os Mercenários 2"!

BRUCE WILLIS

Ele é John McClane, ele é Hartigan, ele é aquele cara de "O Quinto Elemento"(The Fifth Element, 1997), ele é aquele cara de "O Sexto Sentido"(The Sixth Sense, 1999), ele é Bruce Willis! Em 1945, terminava uma das guerras mais sangrentas e marcantes da história, a Segunda Guerra Mundial. Para manter a ordem na Alemanha, os EUA enviaram tropas para o território. Dentre os muitos soldados enviados, encontrava-se David Willis. Durante tempo que esteve lá conheceu Marlene, uma cidadã alemã que trabalhava como garçonete. Casaram-se e tiveram quatro filhos: Walter Bruce Willis, o único nascido em solo alemão, David Jr., Florence e Robert (falecido em 2001 devido a um câncer no pâncreas). Como a vida em um pós-guerra não era fácil, a família Willis resolve então retornar aos Estados Unidos alguns anos após o nascimento de Bruce. Eles foram morar na pequena cidade de Penns Grove, e lá ele cresceu, em um gueto italiano. Bruce se matriculou num curso de improvisação, mas era muito inquieto para nele permanecer. Seu desejo nunca coincidia com a teoria e sim com a prática. Fez alguns espectáculos teatrais e chegou a participar em alguns filmes com grandes estrelas, de sucesso já consagrado, como em O Veredicto, onde pode observar de perto a arte de Paul Newman, literalmente observar, já que Bruce fazia figuração em uma das cenas de juri. Entretanto, o início de sua carreira começou mesmo com a série Moonlightning (br: A Gata e o Rato/pt: Modelo e Detective). A sua escolha foi difícil, já que os produtores queriam um rosto que fosse mais conhecido para trabalhar ao lado de Cybill Shepherd que já era uma estrela na época, mas graças ao seu charme encantador, sua personalidade peculiar e o seu carisma, ele obteve o papel. O contrato foi assinado por cinco anos. Cybill e Bruce não se davam bem e os produtores aproveitavam as brigas dos atores para escrever as estórias. Mas foi graças a uma pausa nas gravações, a gravidez de Cybill, que ele teve tempo de gravar "Duro de Matar"(Die Hard, 1988), filme que lançou Willis definitivamente a fama e aos filmes de ação. "Duro de Matar" teve duas sequências na época, "Duro de Matar 2"(Die Hard 2, 1990) e "Duro de Matar: A Vingança"(Die Hard With a Vengeance, 1995), que também foram muito bem sucedidas nas bilheterias e bem recebidas pelas críticas, ainda mais pelo fato de que a crítica na época não era tão preconceituosa com os filmes de ação quanto é hoje. Em 2007, John McClane retorna em "Duro de Matar 4.0"(Live Free or Die Hard, 2007), também bem recebido pela crítica e bilheteria. O quinto capítulo da franquia de McClane é quase certo, e pode se chamar "Die Hard 24/7". Willis diz que "24/7" significa 24 horas por dia e 7 dias por semana, a idéia é inovar a franquia com um problema nunca visto por McClane antes(sem ele estar preso sempre em algum lugar). Bruce Willis estrelou filmes de drama/sci-fi como "O Quinto Elemento"(The Fifth Element, 1997) ao lado de Milla Jovovich e suspenses como "O Sexto Sentido".

JEAN-CLAUDE VAN DAMME

"Ele não merece uma faixa preta, mas sim um Oscar!"
Vamos finalizar os maiores artistas das antigas falando sobre Jean-Claude Van Damme, o ator e lutador belga que estrelou vários clássicos da ação. Jean-Claude Camille François Van Varenberg é um especialista em artes marciais e ator belga, devido a seu porte físico e sua origem belga, ele também é conhecido como "Os músculos de Bruxelas" e na América Latina também é chamado de Jean-Claude "El Loco" Van Damme devido aos seus filmes de ação. Depois de estudar artes marciais intensivamente a partir de onze anos de idade, Van Damme alcançou sucesso nacional na Bélgica como artista marcial e fisiculturista, ganhando o título de "Mr. Bélgica". Ele emigrou para os Estados Unidos em 1982 para iniciar uma carreira no cinema, e ainda nos anos 80 alcançou o sucesso com filmes como o clássico "O Grande Dragão Branco"(Bloodsport, 1988) e "KickBoxer: O Desafio do Dragão"(KickBoxer, 1989). "TimeCop: O Guardião do Tempo"(TimeCop, 1994) foi sucesso de bilheteria e arrecadou mais de US $ 100 milhões, se tornando seu filme mais bem sucedido financeiramente. Van Damme nasceu em Berchem-Sainte-Agathe(Bruxelas), Bélgica, filho de Eliana e Eugene Van Varenberg, que eram respectivamente uma dona de casa e um contabilista e dono de uma loja de flores. Quando criança era muito pequeno, magro e sensível, o que levou seu pai a procurar algo que pudesse fortalecê-lo, tanto física quanto mentalmente. Foi então que Van Damme começou a treinar Karatê, aos onze anos de idade. Pouco depois tornou-se um bom bailarino e dançou Balé durante seis anos. Aos dezesseis, recebeu a faixa preta e tornou-se campeão europeu, vencendo o European Pro Karate Association, na categoria meio pesado. Seu estilo atual consiste de Kickboxing, Karatê Shotokan, Muay Thay, e Taekwondo. Van Damme também estrelou o clássico "Soldado Universal"(Universal Soldier, 1992) ao lado de Dolph Lundgren, um dos confrontos mais famosos da história do gênero. Mesmo que Soldado Universal tenha ganhado duas sequências horríveis, o filme ainda é muito contemplado e continua sendo um clássico do grande ator belga. Van Damme estrelou a primeira adaptação aos cinemas do game Street Fighter, "Street Fighter: A Última Batalha"(Street Fighter, 1994), que é considerado um dos piores filmes feitos pelo ator. Recentemente, Van Damme ganhou um filme de sua história, "JCVD"(JCVD, 2010).

JASON STATHAM

Falemos agora dos astros que representam o gênero de ação atualmente nas telonas, e dentre eles, Jason Statham é com certeza o mais versátil. Jason Michael Statham é um ator e lutador de artes-marciais britânico. O curioso em Statham é que diferente de outros astros de ação, ele divide bem suas habilidades em seus filmes. Ele não só dá tiros e explode as coisas, na maioria dos filmes dele ele mostra suas habilidades em artes-marciais, que são de enorme destaque. Statham alcançou a fama em "Carga Explosiva"(The Transporter, 2002), onde interpreta Frank Martin, um transportador de cargas extremamente objetivo no que faz e muito rigoroso com suas regras. Carga Explosiva ganhou duas sequências, um bom segundo filme, mas que não superou seu original; "Carga Explosiva 2"(Transporter 2, 2005) e um terceiro longa mediano, "Carga Explosiva 3"(Transporter 3, 2008). Recentemente, Statham representou "a cara nova da ação" em "Os Mercenários"(The Expendables, 2010) e protagonizou o inteligente "Assassino À Preço Fixo" ao lado de Ben Foster. Outro filme importante para a carreira de Statham foi o elogiadíssimo "Adrenalina"(Crank, 2006), o qual ele protagonizou ao lado da bela Amy Smart. O filme ganhou uma sequência também elogiada em 2009, "Adrenalina 2: Alta Voltagem"(Crank: High Voltage). Em 2008 estrelou "Efeito Dominó"(The Bank Job, 2008) e "Corrida Mortal"(Death Race, 2008). Jason é um ator com um enorme potencial, e ele já fez bastante em pouquíssimo tempo. Creio que a carreira de Statham ainda irá longe e este será lembrado no futuro como um verdadeiro astro da ação.

DWAYNE "THE ROCK" JOHNSON

Digamos que Dwayne Douglas Johnson seja o Arnold Schwarzenegger da geração atual, só que negro e com um nome fácil de escrever. Começou sua carreira como jogador profissional de futebol americano, mas com o pai e o avô famosos no mundo do wrestling, Dwayne seguiu os seus passos, se tornando mais popular e famoso do que ambos juntos. Sendo o primeiro lutador de terceira geração na história da WWE. The Rock é um dos lutadores mais populares da história do wrestling. Ao contrário de outros lutadores que tentaram a sorte nas telonas(como John Cena) e simplesmente não deram certo, Dwayne Johnson se provou um ótimo ator e fez muito sucesso nas telas. Participou de blockbusters como "Doom: A Porta do Inferno"(Doom, 2005) e "Velozes & Furiosos 5: Operação Rio"(Fast Five, 2011) até filmes de baixo orçamento como "Rápida Vingança"(Faster, 2011). Dwayne não só atua em filmes de ação, ele também participa de longas de comédia, como "O Fada do Dente"(Tooth Fairy, 2010) e dramas como "A Gangue Está em Campo"(Gridiron Gang, 2006). Ouro trabalho importante na carreira de The Rock foi "Bem-Vindo À Selva"(The Rundown, 2003). Dwayne Johnson também é outro ator com potencial que tem representado o gênero da ação de forma digna nos cinemas, e inclusive, há chances de que ele entre para o elenco de "Os Mercenários 2", juntamente com Stallone e Statham.

Concluindo, o gênero da ação é muito discriminado pelos críticos atuais e têm passado por muitas transformações, porém é um dos gêneros mais importantes para a história do cinema e com certeza não faltam artistas talentosos para esse gênero tão explosivo e divertido!

22.7.11

Battlefield BC2: Guns in Hands entra em produção após 5 anos de planejamento e idéias

Depois de muitos anos em planejamento e idéias, amador entre em ação e começa seu primeiro grande projeto para o mundo dos Games.

Rafael Franco, estudou comigo por 5 anos, e eu não poderia deixar de notar que ele sempre teve muita vocação para a parte gráfica da tecnologia, o que inclui design de softwares, jogos de plataforma entre outros, e nesses dias, vi que Rafael B. Franco começou um projeto em uma modificação para Battlefield Bad Company 2 chamada de Guns in Hands

Em particular, sempre tivemos um sonho de criar jogos de plataforma, e um nome que demos ao projeto era de um jogo chamado: Guns in Hands, que após 5 anos, está finalmente saindo dos papéis. Em um certo sentido, isso é uma honra, e esta notícia é dedicado a ele, que seguiu mais aprofundamente este projeto, e eu comecei a estudar mais toda a parte técnica do jogo e está será a análise completa de Battlefield Bad Company 2: Guns in Hands

Modificação de Battlefield 2 ganha nome: BC2: Guns in Hands

Venhamos a divulgar esta modificação para que saibam que eu estarei estudando esta produção amadora, e que como a Blaster Lizard quer atingir seu objetivo e com toda a nossa equipe, cremos que alcançaremos, sabemos como ele também quer alcançar seus objetivos.

Battlefield 2: Guns in Hands estrou em produção no dia 11.07.11 e não tem data de lançamento, mas estaremos acompanhando cada passo deste garoto detalhadamente e em breve, traremos mais notícias e análises.

O link para o blog de BC2: Guns in Hands é: http://battlefieldxmodernwarfare.blogspot.com/. O site está em inglês.

21.7.11

Resident Evil 4: Recomeço não é um bom filme, mas pode agradar alguns fãs da série

RESIDENT EVIL 4:
RECOMEÇO

Podemos dizer que a saga Resident Evil é a mais confusa saga da história do cinema. Tivemos um mediano primeiro filme, uma sequência ruim, um terceiro longa no mínimo ridículo e agora esse quarto filme que apesar de ser o mais próximo dos games e poder agradar alguns fãs da série, não é um bom filme. Todos os longas foram estrelados pela belíssima Milla Jovovich(que foi decaindo aos poucos...) no papel de Alice, uma personagem extremamente criticada pelos fãs do jogo pelo simples fato dela não existir no jogo. Eu não uso isso como critério para criticar a franquia, afinal, Alice é um dos pouquíssimos pontos positivos dos quatro filmes. É uma personagem bem construída e bem aproveitada durante a saga, mas parece ser a única, e neste "Resident Evil 4: Recomeço"(Resident Evil: Afterlife, 2010) vemos Alice mais próxima do que ela era no primeiro filme da saga. O quarto longa abre pouco tempo depois que o terceiro terminou; Em Tóquio, onde se localiza a atual base de operações substerrânea da Umbrella Corporation, empresa farmacêutica responsável pelo apocalypse zumbi que atingiu o mundo nos últimos 5 anos. Alice e suas clones estão em Tóquio(Não é explicado como Alice transportou tantos clones assim de Las Vegas até Tóquio ou como arranjou equipamentos tão sofisticados para o ataque.) preparados para atacar a sede da Umbrella Corp. e derrubar seu presidente de uma vez por todas, o poderoso Albert Wesker(Shawn Roberts). O ataque contra a Umbrella é bem sucedido, porém Alice falha em derrotar Wesker, que escapa. É simplesmente ridículo como Alice perde suas clones e seus poderes; No terceiro longa, é apresentado que Alice estava começando a controlar os seus poderes, e seus clones são introduzidos como se fossem ser uma parte elementar para o futuro da saga, e ambos são jogados fora como se não fossem nada no início desse quarto capítulo. Nada contra eliminar os clones e retirar os poderes de Alice, mas, deveria ter sido ao menos de uma forma mais bem bolada. Em vez de Paul W.S. Anderson sentar com seus roteiristas e produtores e bolar uma forma inteligente para Alice perder seus poderes, ele prefere simplesmente aplicar uma vacina nela numa cena que acontece sem qualquer antecipação dramática em relação ao assunto. A perda dos poderes da protagonista é justificada por Paul como um modo de tentar deixar o filme mais emocionante, evitar que Alice simplesmente exploda os zumbis quando avistar uma horda dos mesmos, mas acontece que isso acaba não mudando nada. Alice não explode os zumbis, mas ela os elimina como se fossem formigas e suas balas nunca acabam, e se acabam, ela sempre tem uma arma(ou duas) reserva pra continuar estourando a cabeça deles. Além disso, ela continua dando voadoras de três metros(literalmente) e se dispondo a enfrentar mil zumbis sozinha. Isso tudo sem nenhuma explicação plausível. Tudo que se sabe sobre Alice é que ela era chefe de segurança da Umbrella, mas até onde sabemos, chefes de segurança não são treinados para dar voadoras de três metros(Além de que de todos os soldados da Umbrella apresentados na franquia, Alice é a única que faz esse tipo de coisa), e ressalto que dos quatro filmes, esse é o longa em que Milla faz sua pior atuação como Alice. Ela tenta convencer com uma personalidade durona(Paul ama mulheres duronas em seus filmes) mas demonstra falhar nas cenas mais dramáticas. Temos aqui o retorno de uma personagem dos games já introduzida nos filmes no capítulo anterior; Claire Redfield, interpretada pela bela(mas sem graça) Ali Larter. Ali costuma fazer boas atuações, porém neste filme você vê que ela está ali só pra pegar o cheque. O filme é repleto de personagens desnecessários. Kim Coates faz uma atuação divertida e uma das melhores do filme com seu Bennett, mas seu personagem é totalmente inútil para o desenvolvimento da trama. Angel Ortiz, interpretado por Sergio Peris-Mancheta, também é descartável, assim como Kim Yong(Norman Yeung) e Crystal(Kacey Barnfield). Dos novos personagens, o que rouba a cena pelo fato de ser o único útil(se tivesse sido bem aproveitado) é Luther(Boris Kodjoe), que poderia vir a se tornar o novo interesse amoroso de Alice, mas ainda teremos que esperar os próximos filmes para conferir isto. Spencer Locke retorna K-Mart, mas a coitada não tem uma única fala no filme, se tornando mais uma personagem totalmente descartável para a trama(Sério, por que a contrataram?). Quem tenta salvar o longa é Shawn Roberts, com seu frio e calculista Albert Wesker. O personagem está fiel ao dos games do modo que é permitido pela franquia, e Roberts, que já havia declarado ser fã do personagem, encarna o vilão de modo digno. Wesker protagoniza as melhores cenas de ação do longa-metragem(Inclusive uma que foi diretamente retirada do game "Resident Evil 5") e se torna um perfeito rival para Alice, uma vez que Wesker possui agora poderes muito maiores do que os que Alice possuía antes. Outra cena que vale a pena ser vista é o confronto entre Claire Redfield e o Axeman, ou melhor, Executioner. Uma sequência de ação bem ensaiada e muito bem empregada no 3D estereoscópico do filme(que aliás, é ótimo!). Chris Redfield(Wentworth Miller) é outro personagem importante dos games que é introduzido na saga neste quarto filme, porém apesar da atuação boa de Miller, o personagem acaba por fim se tornando descartável também. Ele seria bastante útil se sua relação com a irmã Claire fosse bem explorada, mas você quase nem percebe que os dois são irmãos, só temos duas ou três ceninhas que demonstram isso, além de Chris ter poucas falas no filme. A fotografia do filme é ótima, destaca tons de cor mais razoáveis como o beje e o marrom, e isso caiu muito bem no longa. A mixagem de som é boa, mas a trilha sonora, apesar de bem executada, é simplesmente inexpressiva. Paul W.S. Anderson tenta empregar mais uma vez o fator "sobrevivência" nesse filme, que é clássico nos games(Aquela sensação de que você vai morrer a todo momento), e funciona de um modo legal mas ainda é fraco, o primeiro longa da série conseguia empregar isso de uma forma muito melhor. Os efeitos especiais aqui são medianos. Uma característica de Resident Evil, até o terceiro filme, eram efeitos especiais horríveis. Neste longa Paul conserta esse defeito. Os efeitos ainda não são perfeitos, mas já estão muito melhores que os dos filmes anteriores. As cenas de ação são divertidas e bem coreografadas, mas são prejudicadas pelo exagero nos efeitos de câmera-lenta.
Conclusão Final: "Resident Evil 4: Recomeço" acaba se tornando, ainda que muito melhor que seu antecessor, um filme ruim que provavelmente vai causar desgosto nos cinéfilos de plantão. Mas para os fãs dos games, este longa pode até agradar pelo fato de ser até agora o filme mais próximo dos games. O filme acaba valendo a pena de se ver apenas pela interpretação exímia de Shawn Roberts como o vilão Albert Wesker e pelas divertidas cenas de ação do filme, ainda que prejudicadas pelo excesso de efeitos slowmotion.

Nota: 4,5

Wii U - "Console da Nintendo© é mais poderoso que Playstation 3 e Xbox 360" Diz Analista

Wii U pode até não ser um console "Hardcore" mas sua alta definição e sua maneira de jogar sugam a potência de um console que outro não seria capaz de suportar.


Depois do sucesso de Wii, onde tecnicamente não importaria a questão gráfica, apenas a maneira e a experiência de jogar. Agora com Wii U a questão é um pouco diferente, ainda sim, oque importa realmente é o modo de jogar, porém os gráficos estão cada vez mais perto de atingir (e até superar) os de Xbox 360 e do Playstation 3.

Arvind Bhatia, analista da Sternee Agee, conta que o Wii U possui 50% mais potência que os outros dois consoles da categoria "Hardcore". Pois bem, fãs da Nintendo©, preparem-se, o novo aplicativo para o Wii estará concorrendo de forma acirrada com as outras plataformas.

Porém, durante a E3 2011, não foi confirmado essas afirmações, mesmo com a apresentação pro console bem trabalhada, mas nada confirmado pela Nintendo©.

Wii U (pronuncia-se como Wii = We e U = You ou melhor Nós Vocês) é um tablet (como dito anteriormente em outro post) com uma tela touch screen de 6,2 polegadas, dois analógicos, os quatro botões tradicionais, giroscópio, uma câmera com microfone e acelerômetros.

Wii U será capaz de navegar pela internet, ter uma conexão permanente ao seu televisor, funcionará como um adendo a jogabilidade dos jogos de Wii (ver a tela pause o tempo inteiro durante o jogo através da tela do console portátil), e além de tudo, ter 100% de compatibilidade com qualquer acessório tradicional do Wii.

Na Conferência da Nintendo©, na E3 2011, foram anunciados títulos como Assassin's Creed Revelations, Batman Arkam City, Dirt, Darksiders 2, Aliens: Colonial Marines, Ghost Recon Online, Metro Last Light, Tekken e Ninja Gaiden 3. Oque promete um bom repertório de jogos para o novo "subconsole" do Wii.



Aqui estão alguns títulos anunciados para progredir com o console Wii. Bem, se eu fiquei impressionado com títulos tão Hardcore's para um video-game que foi tão familiar o tempo inteiro, me pareçe que Wii irá ampliar seus horizontes.

Apesar de também não haver ainda nada confirmado em relação a questão gráfica do portátil, se o nosso analista não estiver errado, Wii U poderá ser mais potente mesmo que o PS3 e o Xbox 360.

Antes de qualquer coisa, ainda não há confirmação, por isso, não fiquem com falsas esperanças, da mesma forma que o jogo pode ser uma peça rara, ele pode também ser mais um que será esquecido. Mas não podemos deixar de botar fé. Se ele não for o que prometeu, pelo menos precisará ser uma experiência interessante.

Muitos podem não acreditar que um video-game possa superar a capacidade das máquinas da Microsoft® e da Sony Entertainment®. Eu particularmente fiquei surpreso, mas afinal, o que está dito, está dito, a redação aqui também não levou muita fé, o que nos resta é ver no que dá, eu gosto bastante da Nintendo©, mas... Tem certas coisas que não podem ser cumpridas, é oque achamos.

20.7.11

Garota, Interrompida é um filme tenso e envolvente sobre liberdade

GAROTA, INTERROMPIDA

Eu me interessei por esse filme ao ver a chamada dele no Universal Channel, e após a recomendação de uma amiga, resolvi conferir a fita. Bom, esse definitivamente não é um filme pra "passar o tempo", é um drama muito envolvente sobre sociopatia e liberdade. Para você, qual a definição para "liberdade"? Pense, você pode estar errado.

O filme conta a história de Susanna(Winona Ryder), uma adolescente problemática que é internada num hospital psiquiátrico, ou melhor dizendo, hospício, após tentar se matar tomando um pote inteiro de aspirinas com vodka. Ao chegar no hospício, Susanna faz amizade com algumas das internadas com quem se dá bem, e acaba se envolvendo com a sociopata Lisa(Angelina Jolie), uma pessoa irônica, sensual, agressiva e manipuladora. A atuação de Winona Ryder aqui é sem dúvida muito boa, mas quem rouba a cena é Angelina Jolie. Jolie faz uma interpretação fantástica como Lisa e assim como sua personagem, é o centro das atenções a todo momento, principalmente em cenas com a enfermeira Valerie, interpretada por Whoopi Goldberg, que sempre faz um ótimo trabalho em seus filmes. A química entre Winona Ryder e Jolie é impressionante, Lisa usa seus métodos manipuladores para rapidamente ganhar a confiança de Susanna, e elas se tornam então, amigas. Lisa faz com que todas as características negativas do hospício(Pessoas muito autoritárias, o modo de tratamento...) fiquem bem evidentes para que Susanna acredite que aquele lugar é o que acaba enlouquecendo as pessoas, e esta acredita. É bem mostrado que à medida que Lisa e Susanna se tornam mais amigas, Susanna começa a se rebelar mais com as autoridades e com as regras do hospício. A trilha sonora nesse filme não é tão presente, mas a música não deixa de ser importante. A fotografia aqui é bem curiosa, as cores do filme são bem "mortas" e isso pode ser notado desde as primeiras cenas, o que dá um tom antigo e obscuro ao filme. Temos um clímax bem tenso, assim é o filme inteiro, principalmente o final. Nesse filme, não é muito importante que a mixagem de som seja exuberante, mas a mesma ainda é feita de modo digno. As personagens ao redor de Susanna e Lisa, como Polly(Elisabeth Moss) e Georgina(Clea DuVall) são retratadas como pessoas que encontraram um modo de serem felizes naquele hospício; Convivendo com as pessoas ao redor. E é muito legal como o filme mostra que a convivência em grupo é importante para todo mundo. Daisy(Britanny Murphy), é uma personagem problemática que é vítima das provocações de Lisa(O que resulta num fim pelo menos trágico) pelos seus defeitos, problemas, vicios e sua história. Britanny Murphy a interpreta de uma forma que nos faz ver muito bem pelo o que aquela personagem passa. Já Polly é uma pessoa com uma deformação séria no rosto causada por queimaduras, o que faz a personagem se redimir diante dos outros e ser uma das figuras mais interessantes do filme pelo querer de ser alegre através de outras formas, e quando isso não lhe é concedido, ela deduz que seja por sua aparência e se redime por isso. A ousadia de Susanna aumenta a um certo ponto, mas ela não é cega, e sua relação com Lisa vai se tornando instável aos poucos. A personagem de Whoopi Goldberg, Valerie, tem o foco que deve ter, é mostrada como a enfermeira chata da história. Ela rivaliza com Lisa e mostra estar disposta a por a cabeça da mesma no lugar, porém a teimosia e a sociopatia de Lisa não cedem tão fácil. Nesse filme, temos um clímax e uma conclusão bem intensa, onde as personagens de Ryder e Jolie se confrontam. É muito interessante o modo como Lisa define liberdade. Ela se julga livre pelo fato de fazer o que quiser, na hora que quiser, mas porque ela consegue e não pelo fato de ser um direito dela(Se essa for a sua definição de liberdade, pense bem), e acaba ela estando errada. Jolie estabelece uma relação com as outras atrizes que faz mostrar como Lisa as manipula, as cega e as vira contra as autoridades do hospício. Não preciso nem mencionar que Jolie ganhou o Oscar de melhor atriz coadjunvante por sua interpretação como Lisa, não é? A atriz encarna a sociopata de uma forma tão convincente e tão intensa como Heath Ledger encarnou o psicopata Coringa em "O Cavaleiro das Trevas"(The Dark Knight, 2008). No final, é mostrado que até mesmo Lisa é vulnerável e tem um lado sentimental e sensível, ela acaba não sendo a vilã para as outras pessoas mas acaba sendo a vilã para ela mesma, pois são seus atos de "liberdade" e sua ousadia que a mantém naquele manicômio.
Conclusão Final: "Garota, Interrompida"(Girl, Interrupted, 1999) é um filme intenso que faz o espectador realmente querer saber o que acontece em seguida e é tão bom quanto o recente "Cisne Negro"(Black Swan, 2010). As personagens e as relações entre as mesmas envolvem quem assiste o filme de um modo comovente e o longa nos passa uma mensagem muito importante sobre amizade, auto-destruição e liberdade. Winona Ryder que me desculpe, mas esse filme é de Angelina Jolie! Recomendado!

Nota: 9,0

Wii U - Um pequeno Sneak Peek das Novidades

A Doce e Adorável Nintendo©, criadora dos melhores jogos e consoles destinados a família nunca visto antes, chega com seu novo projeto para atacar em Nintendo© Wii.


Nintendo Wii, o console para a famíla, diferentemente dos consoles Hardcore, conhecidos como aqueles onde o gráfico e o realismo é o ponto crucial. A Nintendo resolveu apostar ainda mais no console "sociável" a qualquer tipo de pessoa. E por isso estará lançando o novo Wii U.

Wii U não pode ser considerado em hipótese alguma como Wii 2, pois não se trata de um NOVO CONSOLE, apenas mais um aplicativo para acoplar com o console principal. Wii U parece com um iPad onde há setas direcionais e analógicos, além dos botões conhecidos como A, B, X e Y (naturebas dos consoles Nintendo©),

Wii U vem com a mesma idéia que o iPad, conectar-se com o mundo atráves de um gadget da mesma forma de um computador usual, além disso, com Wii U, ele irá tanto ajudar para jogar na TV, como poderá ser um console 100% portátil, sem o uso da mesma.

Ao analisar o trailer abaixo, você poderá ver mais fluídamente algo do qual é estranho explicar, por se tratar de algo realmente novo.





Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2 Fecha a Saga do Bruxo com "Varinha de Ouro"


Warner Bros estréia o último filme de Harry Potter, oque agrada muito aos fans, mas também os deixa tristes com o fim da história de Hogwarts.

Bem, já começo feliz só por pensar que pude ter a oportunidade de acompanhar todos os filmes do bruxo no cinema, e sendo este o último, eu seria incapaz de perder. Harry Potter e as Relíquias da Morte (Harry Potter and the Deathly Hallows, 2011) finaliza com toda a saga com estilo, agradando muito aos fãs mas também deixando-os tristes com o fim da história de Hogwarts.

Antes de qualquer coisa, é necessário observar como a atuação de Daniel Radcliff evoluiu ao passar dos anos, onde no primeiro filme ele já era capaz de tocar a gente mesmo não tendo a mínima noção sobre atuação, e agora, há uma certa overdose de emoção que esbanja do ator e não só ele, como Emma Watson e Rupert Grint, que transbordam os sentimentos exercidos pelos personagens Harry Potter, Hermione Granger e Rony Weasley

O filme começa exatamente onde a primeira parte terminou, quando Lorde Woldemort recupera a Varinha das Varinhas que estava guardada no túmulo de Alvo Dumbledore. Para as pessoas que assistiram a primeira parte do filme, vão poder notar uma grande diferença em relação a este último. Como o primeiro filme da série pareçe tão parado o tempo inteiro, onde somente os três bruxos principais (Hermione, Rony e Harry) apareçem, sem dar as caras dos outros personagens. Logo na introdução do segundo, ve-se que muitos dos personagens esquecidos na trama estavam sendo recuperados aos poucos e mostrando a verdadeira personalidade deles também, onde quem achavámos que era bonzinho, na verdade, era o vilão da história.

Também foi realçado neste filme a braveza dos estudandes de Hogwarts, que não deixava transpareçer nos outros filmes, um exemplo é Nerville Longbottom, que sempre foi muito corajoso, até mesmo por enfrentar Hermione no primeiro filme, mas na realidade, o que parecia era que ele fosse um medroso e covarde. Ao enfrentar Woldemort cara a cara e dizer: "Perdemos parentes e amigos todos os dias, mas eles viverão conosco para sempre, ao contrário de você, que irá morrer, pois está errado.".

Harry Thiago Potter vai descobrindo também que as Horcruxes (peças que guardam a alma de Woldemort) também afetam a ele, pois quando Woldemort tenta matá-lo, Harry se torna parte de Woldemort e vice-versa de alguma forma). Isso enfraqueçe Harry e muitas vezes durante o filme mostra que os três perdem as esperanças.

A Trilha Sonora deste filme é magnífica, principalmente quando se está no cinema. Ouvir a música tema de Hogwarts depois de 4 filmes sem ela apareçer, e ainda tocar quando as coisas em Hogwarts pareçem melhorar, é emocionante. O filme, na realidade, pareçe muito curto em relação aos antecessores, porém, trata-se de um filme que aborda a vida detalhadamente dos bruxos que se envolveram com Dumbledore, inclusive Woldemort, que sempre foi muito próximo a ele.

Um ponto forte deste filme também é o 3D. Sim... é caro, mas se tratando de Harry Potter... Não há preço que pague por isso! O filme simplismente pula na sua cara, a única coisa que falta é você morrer com um Avada Kedrava no meio do filme. É um 3D muito bem trabalhado, nisso a Warner Bross investiu bonito, para que os feitiços e magias ficassem mais vivos e coloridos neste novo filme.

O fim do filme é algo muito bacana, apesar de eu, particularmente achar que eles usariam novos atores para mostrar os bruxos adultos depois dos 19 anos passados desde a batalha final de Hogwarts, eles utilizaram os mesmos atores e fizeram um trabalho muito bom, apesar de deixar um pouco a desejar no conteúdo da cena, que diferenciou muito do livro.

Por último, HP 7 não é o melhor filme da série e nunca será, não por conta que ele é inferior aos outros, mas sim porque não se trata de um filme para divertir, e sim para refletir, é o momento tenso da história daquele castelo, ou oque sobrou dele, se é que podemos dizer que sobrou alguma coisa.

Harry Potter é um filme que será capaz de surpreender qualquer pessoa completamente, até mesmo os que leram o livro, pois no filme há muitas cenas que não está no livro e outras que foram bem modificadas, mas a estrutura geral está ali, e o resultado final ficou perfeito. É definitivamente um filme para selar com "varinha de ouro"!

Nota: 9.5

Harry Potter e Woldemort em seu último e decisivo encontro.


Homem-Aranha 3 é um filme divertido, mas decepcionante para os fãs do Aracnídeo.

HOMEM-ARANHA 3

Primeiramente, eu quero dizer que eu gosto muito desse filme. É um longa-metragem divertido, com boas cenas de drama, uma temática interessante, muita ação, efeitos especiais ótimos e uma trilha sonora ótima. Contanto, o filme possui vilões mal desenvolvidos, mal aproveitados e desnecessários para o desenvolvimento da trama, uma conclusão que quase sai do contexto do filme, cenas de ação que não precisavam acontecer e para os fãs dos quadrinhos e desenhos do Cabeça-De-Teia, é simplesmente decepcionante o como personagem Eddie Brock(Ou Venom) e seu confronto final com o Aranha é mal aproveitado e não chega nem perto dos grandes confrontos entre esses dois personagens nos quadrinhos e nos desenhos.
Se existe um filme que marcou a minha infância de um modo inigualável, esse filme com certeza é "Homem-Aranha"(Spider-Man, 2001). Eu devo ter visto esse filme nos cinemas umas cinco vezes, e ainda o adquiri em VHS(Sim, na época ainda era popular) assim que lançou. Depois, fiquei extremamente animado para sua sequência, "Homem-Aranha 2"(Spider-Man 2, 2004) que mesmo não superando seu antecessor, se mostrou um ótimo filme conduzido pelo diretor Sam Raimi. Depois de um perfeito primeiro filme e uma sequência ótima, o terceiro longa se tornou o filme mais esperado de 2007. Mesmo sendo um filme consideravelmente legal, o filme simplesmente não foi o suficiente para agradar os fãs do herói e muito menos uma conclusão digna para a franquia milionária da Sony. "Homem-Aranha 3"(Spider-Man 3, 2007) mostra Peter Parker(Tobey Maguire) já mais amadurecido, se dando muito bem na vida e em sua relação com Mary Jane Watson(Kirsten Dunst). Mas, à medida que o sucesso e a aceitação do Homem-Aranha cresce, assim também vai o ego de Parker. Enquanto a peça da Broadway estrelada por MJ não faz muito sucesso perante as críticas, o Homem-Aranha cresce e cresce, e isso aos poucos destrói a relação entre MJ e Peter. Harry Osborn(James Franco) continua sedento por vingança pela morte de seu pai Norman(Willem Defoe), e agora que está ciente de que Peter é o Homem-Aranha, a relação dos dois sofre uma transição de amizade para rivalidade, e isso nos entrega uma das melhores sequências de ação da franquia. Enquanto isso, nos é apresentado Flint Marko(Thomas Haden Church), futuro Homem-Areia. Marko é mostrado como o verdadeiro assassino do Tio Ben(Cliff Robertson), o que é extremamente forçado e desnecessário, isso acaba sendo apenas uma desculpa para uma sequência de ação alucinante mais tarde entre o Aranha e o Homem-Areia. Já temos dois vilões no filme, porém nenhum dos dois é o vilão principal, e nem Eddie Brock(Topher Grace, que tenta salvar o personagem com um rancoroso e vingativo Eddie), o futuro Venom, é o vilão principal. O grande vilão desse filme é o simbionte, o alienígena que adere ao corpo de Peter e dá origem ao Homem-Aranha Negro, uma das figuras mais populares em todos os anos de Homem-Aranha nos quadrinhos. O modo como o simbionte é desenvolvido e aproveitado é excelente(Exceto por sua chegada sem explicação) e faz jus ao slogan do filme, "A maior batalha será interna". O filme consegue grudar o expectador à tela do cinema com o modo como o simbionte adiciona novas características ao Homem-Aranha e como isso afeta suas relações e seu status como o Homem-Aranha. Peter se torna uma pessoa vingativa, arrogante, egoísta e agressivo a medida que usufrui dos poderes que esta roupa negra lhe dá, e cada vez mais isso o afasta de seus entes queridos e faz os fãs do Homem-Aranha ver a ele de forma estranha. Seu chefe, J. Jonah Jameson(J.K. Simmons) tira proveito disso e juntamente ao vigarista Eddie Brock, leva ao público uma imagem negativa do Homem-Aranha. Temos no filme uma das cenas mais clássicas dessa saga nos quadrinhos, quando o Peter utiliza sua roupa negra pela primeira vez, e isso realmente vai causar um déjà-vu aos fãs do Aranha. A química entre Tobey Maguire e Kirsten Dunst permanece intacta, ainda é ótimo ver o casal nas telas como Peter e MJ. E falando nisso, para contribuir na destruição dessa relação, temos Gwen Stacy(Bryce Dallas Howard), nova colega de classe de Peter que se interessa por ele e pelo herói escalador de paredes, o que atinge Mary Jane de modo profundo. Eddie Brock pega mais rancor ainda de Peter ao ver que sua namorada Gwen está interessada no mesmo, e acabamos tendo um filme que envolve um "quadrado amoroso". O drama é muito bem aplicado na relação entre Peter, Eddie, Gwen e Mary Jane, mas Gwen está no filme somente para isso mesmo, de resto, sua personagem é desnecessária. Rosemary Harris está ali intacta com uma Tia May amiga e conselheira, uma personagem sempre importante para a trama. Depois um novo embate entre Peter e Harry, que pra mim é a melhor cena do filme; Uma cena com muita ação e ao mesmo tempo o drama necessário. A química entre Maguire e Franco é a mais interessante dessa fita pelo fato de que ela muda constantemente de estado, eles começam inimigos, voltam a ser amigos, passam para inimizade novamente e depois se reunem. A fotografia do filme é muito boa, ela se mostra de forma que destaca as cores mais vivas(o azul e o vermelho) nas cenas em que o Homem-Aranha está com sua roupa normal, e quando o simbionte entra em ação, ela já cai para um tom mais sombrio que acrescenta uma dinâmica muito importante para o filme. A trilha sonora, mesmo não sendo mais composta pelo ótimo Danny Elfman, continua ótima e mantém a identidade de dar a cada personagem importante(ou supostamente) um tema específico, até mesmo Venom tem seu tema. Contanto, todas as características boas do filme são relativamente pequenas perante as negativas; O filme já não passa mais a mesma emoção dos dois primeiros, e dentre os três vilões do filme(Harry, Homem-Areia e Venom) apenas Harry é realmente importante pra trama. O fato do Homem-Areia ter sido o verdadeiro assassino de Ben Parker é totalmente descartável para a trama, não era necessário pra que Peter mostrasse seu lado vingativo quando unido ao simbionte. Quase não tem nexo Venom estar nesse filme, o vilão do filme é a roupa-negra, logo o filme deveria acabar com Peter se livrando dela e Venom deveria ser apresentado como vilão principal no próximo filme. Se Venom continuasse mais um pouco no filme, o longa ia sair de contexto e ia se transformar em dois filmes dentro de um só. Além disso, o personagem Venom é extremamente mal trabalhado, ele não marca o filme como o Duende Verde e o Dr. Octopus marcaram os anteriores, ele não se refere a si próprio no plural e a voz de Eddie Brock não muda quando transformado em Venom. Quanto ao Homem-Areia, ele só está lá pra que houvesse uma vingança mais alucinante de Peter pela morte de seu Tio, mas isso é totalmente descartável. Já Harry é um vilão importante pro filme pelo fato de ter sido nos outros dois o melhor amigo de Peter, e agora é uma de suas maiores ameaças. Creio que a cena do último confronto no filme é boa apenas para podermos ver Harry e Peter lutando lado a lado. Quanto à mixagem de som, continua explêndida como nos outros dois filmes do Aracnídeo.
Conclusão Final: Entre erros e acertos, o terceiro longa-metragem do Cabeça-De-Teia é um filme divertido, com uma boa dosagem de humor que funciona, com cenas de ação deslumbrantes e efeitos especiais pelo menos bons. O erro do filme é dar muito destaque a personagens desnecessários como Gwen e Marko, e se desviar de seu contexto com a presença de Venom e com a luta final. "Homem-Aranha 3" acaba se tornando um filme mediano; divertido, mas não chega aos pés da perfeição de seus antecessores.

Nota: 6,0


A Origem usa atividades reais de nosso cérebro para criar uma ficção excelente

A ORIGEM

Christopher Nolan é um diretor que consegue fazer com que cada um de seus filmes impressione ao espectador de uma forma diferente; De seus recentes trabalhos, "Batman Begins"(Batman Begins, 2005) nos impressiona com a forma que o filme trata o medo com tanta profundidade e como o filme nos transporta a um universo totalmente sombrio. "O Cavaleiro das Trevas"(The Dark Knight, 2008) nos impressiona com uma complexidade dramática simples e com a mente e as ações de um maníaco que deseja ver apenas um mundo queimando nesse filme caótico. Em "A Origem"(Inception, 2010), somos impressionados como o filme usa atividades reais de nosso cérebro em uma ficção extremamente bem bolada e complexa que nos coloca pra pensar. Primeiramente, gostaria de dizer que a tradução do título "Inception" para "A Origem" está totalmente fora de contexto, então vou me referir ao filme com seu título original. Se você quer assistir a esse filme, garanta que não estará fazendo mais nada além de assistir ao filme. Se você não concentrar toda a sua atenção nesse longa enquanto estiver assistindo-o, você não vai entender o filme. Este não é um longa estilo Michael Bay que você apenas pra ver explosões, tiros e rir das piadas. Não, aqui você tem que pensar. A trama se passa em volta de Dom Cobb(Leonardo DiCaprio), um ladrão treinado para extrair informações de dentro da mente de uma pessoa, o mais habilidoso entre os especializados nesse tipo de furto. O problema é que em muitas vezes, uma projeção feita por ele de sua falecida esposa, Mal(Marion Cotillard), tenta sabotar suas operações querendo convencê-lo a ficar com ela. Mas Cobb, ciente de que ela não é real, não se rende a isso. O fato é que sua esposa se matou e fez com que todos acreditassem que foi Cobb quem a matou, logo, ele não pode mais retornar para sua casa nos Estados Unidos. Porém, quando um empresário chamado Saito(Ken Watanabe) oferece a Cobb um último trabalho que se executado com êxito devolveria à Cobb sua liberdade, o mesmo aceita essa oportunidade única. O único porém é que esse trabalho não é tão fácil quanto os outros, o objetivo não é extrair uma idéia da mente de alguém, e sim inserir uma. Todos os personagens aqui são muito bem trabalhados e úteis para o desenvolvimento apropriado da trama, até mesmo o de Michael Caine, que faz aparições breves. Ellen Page rouba a cena com sua Ariadne, uma personagem preocupada com os riscos internos e externos dessa missão por ter conhecimento do que a equipe enfrentará nos sonhos de seu alvo, Robert Fischer, que é interpretado de modo comovente por Cillian Murphy. Tom Hardy, o falsificador Eames, faz parte da parte cômica do filme, um humor leve que funciona muito bem. Joseph Gordon-Levitt é Arthur, e protagoniza uma das cenas de ação mais empolgantes do filme. A química entre Leonardo DiCaprio e sua equipe funciona muito bem, especialmente com Ellen Page e Marion Cotillard, temos cenas comoventes e intensas com a falecida mulher de Cobb. A fotografia do filme é boa, mas não tão chamativa quanto em "Batman Begins" e "O Cavaleiro das Trevas". A trilha sonora de Hans Zimmer aparece nos momentos certos e cumpre muito bem seu trabalho nesta fita, ela é tensa, comovente e empolgante sempre nas horas certas. A mixagem de som é excelente, o que já era de se esperar de um filme de Christopher Nolan. Os efeitos especiais são perfeitos, não há nenhuma falha(Tanto é que o filme ganhou o Oscar de melhores efeitos especiais, concorrendo com "Homem de Ferro 2"(Iron Man 2) e "Alice no País das Maravilhas"(Alice in Wonderland) ). Esse é um filme completamente enigmático e complexo, e você com certeza não vai entender tudo de cara senão prestar a devida atenção no que acontece no longa. O personagem que mais chama a atenção na fita é o protagonista, Dom Cobb, lutando para não perder o equilíbrio entre o que é real e o que é um sonho. Um protagonista perturbado por fantasmas de seu passado e pela incerteza de seu futuro, que com certeza vai deixar todos que assistirem esse filme comovidos com sua história e duvidosos quanto ao seu fim. As cenas de ação aqui são muito boas. Nolan não é um diretor de ação, tanto que a ação dele foi criticada em "Batman Begins", defeito que foi devidamente corrigido em "O Cavaleiro das Trevas" porém é possível ver que ainda tinha algo estranho. Em "Inception", o diretor consegue acertar em cheio nas cenas de ação que empolgam e algumas podem até nos deixar tontos.
Conclusão Final: "Inception" é conduzido de forma genial pelas mãos cirúrgicas de Christopher Nolan, que nos entrega um filme complexo, dramático, com um humor leve que funciona, com muita ação e efeitos especiais impecáveis. Se você não é muito de pensar enquanto assiste à um filme, esse longa com certeza irá colocar seu cérebro pra pensar. Recomendado!

Nota: 10,0

19.7.11

"Did i ever talked to you about the real meaning of Insanity?". Isso é Far Cry 3

Far Cry 3 irá Mudar todas as suas Expectativas.

Eu, redator da Blaster Lizard, sempre fui fissurado por todos os títulos de Far Cry, mesmo sabendo que o segundo jogo vinha com uma idéia completamente diferente do primeiro, que aclopava histórias fíctícias sem o menor sentido... Mas quem disse que isso tirou a magia de Far Cry?

Quando começei a jogar Far Cry 2 e ver que o jogo estava completamente diferente e que incluia uma das melhores engines gráficas que eu já tinha visto para a época. Pensei: a Ubisoft queria revolucionar os jogos FPS de uma vez.


Far Cry 2 é um jogo que requer paciência o tempo inteiro, como dirigir carros, barcos ou controlar asa-deltas por dezenas de km², além de sobreviver a explosões, rajadas de tiros, e ter que fazer tudo isso com muita cautela, pois quando um tiro ou projétil atingir você, isso o obriga a ter que tratar o ferimento.

Quantas vezes os jogadores não tiveram que recomeçar missões dezenas de vezes, porque era incapaz de prosseguir tudo por conta de um braço quebrado? É tudo isso e mais um pouco que eles precisam (e querem) acrescentar em Far Cry.

Bem, eu sempre quis um novo título da série, mas nunca imaginei que isso viria a aconteçer. Ao ver que na conferência da E3, o produtor de Far Cry estaria voltando para dar boas notícias, só é capaz de ouvir: "E nessa misteriosa ilha... Qualquer ajuda será necessária... Acredite. Você irá precisar.". Eu particularmente tive um infarto.


Ao lançar o gameplay demo de Far Cry 3. Pudermos ver, o quanto nosso protagonista está encrencado quando o que pareçe ser o vilão do jogo, lhe arremessa penhasco abaixo até uma fossa onde vários cadáveres são encontrados. Após isso, uma Quick Time Event surge onde você precisa se livrar das cordas que lhe prendem e tentar fugir da ilha, oque resulta em uma coisa não muito bacana.

Far Cry 3 é um jogo que revoluciona em cada título lançado, e isso foi comprovado com o lançamento do número anterior, onde as mudanças estavam criticamente visíveis em qualquer aspecto abordado.

Não importam as críticas em relação aos títulos de FPS da Ubisoft, mas que ela está vindo com bons títulos para concorrer com Call of Duty e Halo em termos DIVERSÃO, não temos nenhuma dúvida nisso!

Apostamos 100% na Ubisoft, e neste jogo, as coisas não serão diferentes.

17.7.11

Transformers: O Lado Oculto da Lua recoloca a franquia nos eixos

TRANSFORMERS
O LADO OCULTO DA LUA


De vez em quando, eu costumava assistir às séries animadas "Transformers" que passavam na Globo há muito tempo atrás, mas nunca prestei muita atenção no que acontecia ali, tudo que eu sabia era que estava havendo uma guerra entre duas doutrinas de robôs que se transformavam em veículos na Terra. Em 2007, ao ser anunciado o longa-metragem "Transformers" (Transformers, 2007), eu fui ao cinema conferir mais pelo visual, e acabei descobrindo um ótimo filme o qual eu tinha certeza que daria origem a uma franquia com enorme potencial. "Transformers" é um filme clichê e admite isso, podemos dizer que o clichê nessa franquia não é argumento para julgá-la, afinal não é um defeito. Bom, após a ótima experiência que tive em ver o primeiro longa, fiquei ainda mais empolgado quando foi anunciada sua sequência: "Transformers: A Vingança dos Derrotados"(Transformers: Revenge Of The Fallen, 2009). A estréia estava simplesmente lotada, haviam pessoas sentadas até nas escadas da sala. Mas, o segundo capítulo da franquia simplesmente pisou na bola. O filme é divertido e os efeitos são bons(Mesmo tendo visíveis falhas em alguns momentos), porém a fita exagera extremamente no humor pastelão, há muitos personagens completamente desnecessários para a trama, muitas cenas de ação que não precisavam acontecer e o filme acaba sendo uma enorme baderna. Mesmo com o desastre ocorrido no segundo filme, fiquei animado com o anúncio do terceiro. A primeira coisa que o diretor Michael Bay fez foi se desculpar com o público em entrevistas pela bagunça que foi o segundo filme e prometeu que o terceiro seria menos robôs e mais emoção. E Bay cumpre a promessa; "Transformers: O Lado Oculto da Lua" não é um filme perfeito, mas conserta os defeitos de "A Vingança dos Derrotados" e consegue mais do que agradar os fãs dos robôs que viram carros. Na história do terceiro longa, Sam Witwicky(Shia LaBeouf, em sua melhor atuação na franquia) já está formado porém não se conforma com o fato de ter salvado o mundo duas vezes e ter que se esforçar tanto para conseguir um trabalho. Agora, ele namora Carly(Rosie Huntington-Whiteley, que faz uma atuação mediana, mas sua personagem se envolve muito mais na trama do que a de Megan Fox), e mora junto com ela, assim como seus "Transformers de estimação", Wheelie e Brains. Por outro lado, os Autobots agora ajudam os humanos a resolverem seus conflitos internos, impedindo que eles usem suas próprias armas para destruir uns aos outros. Durante uma missão em Chernobyl, os Autobots fazem uma descoberta fatal: Sua existência já era de conhecimento humano bem antes do que eles imaginavam, e quanto a isso, os humanos não contaram tudo o que sabem sobre os Transformers para os Autobots. Por outro lado, o que os Autobots estão descobrindo apenas agora, os Decepticons já sabiam há tempos, e vão usar a determinação dos Autobots em descobrir a verdade a seu favor. O personagem Sentinel Prime(Leonard Nimoy) é mostrado como a grande chave para o desfecho da trama, e seu desenvolvimento e aproveitamento é muito interessante. A fita deixa claro que Sentinel é mentor de Optimus Prime(Peter Cullen), além de seu antecessor na liderança dos Autobots, e a relação desses dois é bem explorada. Outra coisa que havia sido esquecida no segundo filme e que está presente neste é a maior exploração da relação entre Sam e seus amigos alienígenas, algo bem comum em filmes de Steven Spielberg, e que consegue passar uma boa sensação em relação ao drama do filme. Apesar disso, o filme deixa Sam e os humanos um pouco mais de lado e coloca como foco a relação entre os Transformers. A propósito, aquela relação "humano-alienígena" da qual falei não está presente apenas entre Sam e os Autobots, ela também é exercida de uma maneira muito interessante entre Decepticons e humanos. O humor pastelão ainda está presente, porém não chega nem aos pés do exagero do segundo filme e funciona de modo muito melhor. Esse humor é mais aplicado pelos personagens Bruce(John Malkovich) e Jerry(Ken Jeong), e em algumas partes tais cenas chegam a incomodar o expectador(Sam e Jerry no banheiro, WTF?), porém é algo que passa rápido e não compromete demais o filme. Falando em comédia, o humor realmente funciona com Seymour Simmons(John Turturro) e seu comparsa Dutch(Alan Tudyk), apesar de ambos os personagens serem desnecessários para a trama, o filme não teria muita graça sem eles. Outro erro de "A Vingança dos Derrotados" que é reparado aqui é o aproveitamento dos Transformers, principalmente dos Autobots. Na segunda fita, a maioria dos Autobots(Inclusive os que eram novos) foram esquecidos, parecia que apenas Optimus, Bumblebee e os gêmeos Skids e Mudflap apareciam no filme. No novo filme, todos os Autobots são aproveitados e desenvolvidos de forma apropriada, principalmente Ratchet(Robert Foxworth), Ironhide(Jess Harnell) e Sideswipe. Os novos personagens são introduzidos na trama de forma interessante e divertida, principalmente Dylan Gould(Patrick Dempsey), que é um personagem importante tanto para a parte dramática do filme quanto para o desenvolvimento da história. Os fãs dos Decepticons também ficarão felizes com o terceiro longa, Lorde Megatron(Hugo Weaving), que estava no segundo filme apenas para apanhar, apresenta-se em grande estilo no filme. Starscream(Charles Adler) continua atrapalhado e tomando broncas de Megatron, o que é muito divertido de se ver, mas outro Decepticon que tem mais destaque nesse terceiro filme(e que já havia se apresentado pela primeira vez em "A Vingança dos Derrotados") é Soundwave(Frank Welker), que está agora em Terra atuando mais fisicamente ao lado dos Decepticons. Vamos falar do novo Decepticon no filme que havia sido o centro das atenções desde o começo da produção: Shockwave. O ditador de Cybertron é extremamente mal-aproveitado no filme e também muito desnecessário. Shockwave tem apenas uma fala no filme inteiro(que tem 154 minutos de duração) e só está ali pra causar dor de cabeça aos humanos, mas além de aparecer muito pouco e não ter nenhuma cena de ação interagindo com algum Autobot onde possa demonstrar o potencial do personagem, Shockwave morre rápido e de forma que eu denominaria como ridícula se não tivesse sido pelas mãos do Líder dos Autobots. O filme segue a fórmula do primeiro longa e guarda a ação de verdade para o final(Mas claro, contendo cenas boas de ação espalhadas pelo decorrer do filme) e isso dá muito certo novamente. A trilha sonora é simplesmente deslumbrante, Steve Jablonsky faz seu melhor trabalho na franquia dos robôs e entrega uma trilha intensa e profunda ao filme, o que acrescenta muito mais intensidade e drama principalmente às cenas de ação.
Conclusão Final: Entre erros e acertos, "Transformers: O Lado Oculto da Lua"(Transformers: Dark Of The Moon, 2011) consegue reparar os maiores defeitos de seu antecessor e acima de tudo, emocionar os fãs dos robôs Cybertronianos. Recomendado! Ah, e quase esqueci de comentar: O 3D do filme é simplesmente ótimo, se você ainda tiver a chance de vê-lo em 3D, não disperdice essa chance!

Nota: 8,5

Assassin's Creed Revelations






Ezio, mais sábio, habilidoso e mais assassino que nunca.





Assassin's Creed Revelations é uma das grandes apostas da Ubisoft deste ano, nessa nova entrega o grande assassino, Ezio Auditore da Firenze, está com 50 anos, mas ele agora conta com novas armas, como hookblade ( lâmina de gancho ), bombas de fumaça melhoradas e novas habilidades como sua vista de águia, que se desenvolveu e se transformou em Eagle Sense ( sentido de águia ).
Historia

Desmond apos ter caído em um coma profundo no Animus, tenta reconstruir a memoria genética de Ezio. Ezio, busca respostas, sobre o que eles fez e se é necessário continuar fazendo isso. Então ele decide ir a cidade de Masyaf, onde espera achar a biblioteca secreta de Altair, mas quando chega, encontra o lugar repleto de templários, então Ezio se dá conta que lá há muito mais do que ele imaginava. E assim começa a busca das cinco chaves escondidas em Constantinopla.
E agora o vídeo da demo de Assassin's Creed Revelations mostrada no E3.

15.7.11

Bulletstorm não é Apenas Uma Chuva de Tiros... Ela é uma Chuva de Tiros estilosamente Mortal

Bulletstorm é desde chicotes de luz, rasteiras, voadoras até sniper rifles onde quem controla o percurso do tiro é você!

Existem muitas pessoas que se preocupam que o próximo jogo da geração precisa ser o mais perfeito e realista e esqueçeram que o que realmente importa não é o realismo como Operation Flashpoint, mas também não deve ser algo estrondosamente ridículo como Call of Duty na dificultade recruta. A Epic Games veio com mais essa obra-prima para nos mostrar que oque eles querem são críticas de que o jogo agradou e não por sua diversão ou por seu realismo (ou a falta dele).


Bulletstorm é o jogo com mais variedades de "kills" que eu já vi e joguei. Analisei o demo para ps3 logo quando este foi lançado, e lembro que ele nem se tratava de uma missão e sim de um modo extra do jogo, como uma espécide de Spec Ops onde o jogador tinha que chegar até o fim da fase com o maior score possível. Demorei um bom tempo para pegar toda a manha sobre a pontuação de cada morte, mas depois que você se acostuma, é um show de explosão e morte em massa que gera toda a diversão no jogo.


O que acaba interessando mais ainda não são os objetivos de cada missão, mas onde ela é ambientada e que componentes você pode usar para matar seus adversários com rapidez e de forma fluída, e isso aconteçe mais velozmente quando nos tratamos de como os controles do jogo respondem rapidamente, mesmo que estas configurações não sejam muito naturais de um jogo de tiro em primeira pessoa comum.

Uma coisa que eu particularmente amei foi o chicote que dá choque nos inimigos, é algo incrivel poder arremessá-los no ar e cortá-los ao meio usando o chicote, ou formar uma explosão onde tudo que está por perto é devastado!

Algo interessante também são os upgrades que podem ser incluídos nas armas, como fogos de artifícios que detonam com inimigos ou lança granadas que amedrontam também. Além de uma lindérrima mini-gun que você tem acesso logo no demo que é apresentado para Xbox LIVE e a PSNetwork.


Se eu pudesse dar um defeito para este jogo, apesar de eu sempre querer ressaltar muito mais as qualidades, é a história. Apesar de todas as novidades e coisas explêndidas que eu nunca vi antes, a história não me pareçeu inovar em muita coisa, apesar de ser uma história interessante, podemos ver várias vezes uma história parecida resurgir em diversas formas por ai. Se bem que, como todo o resto do jogo anula este defeito, não precisamos continuar detalhando mais do que isso.

Este é o primeiro post que eu estarei começando a dar uma nota no jogo e será sempre assim a cada post, sendo ele de um filme ou jogo.

Nota: 9.3/10
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